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Verdades científicas

Muita coisa se diz, mas quais as verdades científicas? E não serão estas, também, volúveis como o vento? Lembram-se como comer sardinha passou de ótimo a péssimo, e de péssimo a ótimo em «menos de um fósforo», tudo na base de «bons conselhos*» da Saúde Pública? Com o chocolate há dúvidas praticamente iguais, e isso justifica as notícias contraditórias que surgem na comunicação social. Alguns estudos recentes mostram, por exemplo, que o cacau tem um componente que ajuda a impedir a formação de placa bacteriana nos dentes, ou seja, em comparação com os açúcares tradicionais, o chocolate até seria menos mau. Por outro lado, as gorduras saturadas do chocolate, que contribuem para doenças cardíacas, acompanham-se de outros componentes deste produto - os compostos fenólicos, que também existem no vinho - que baixariam o risco para o coração. O triptofano, um aminoácido existente no chocolate, diminui a ansiedade através da produção de um transmissor cerebral, a serotonina. Por outro lado, as endorfinas, que reduzem a dor e dão a sensação de bem-estar, seriam também estimuladas pelo chocolate (será por isso que sabe tão bem?). Discussões que ainda «estão no adro», mas que prometem. E se acrescentarmos que o chocolate tem mais de 300 compostos químicos conhecidos, a nossa perplexidade perante esta doce substância aumentará, decerto, e as «novidades» que a investigação científica trará nos próximos anos serão incontáveis. Ler Mais...

Sou muito pequena e tenho pés pequenos – isso será um problema quando der à luz?

No passado, os médicos costumavam medir os pés das mulheres grávidas para avaliar as possibilidades de necessitarem de uma cesariana, pois pensava-se que pés pequenos indicavam uma pélvis estreita. Embora haja alguma verdade no facto de que pés pequenos em geral indicam que uma mulher tem uma constituição óssea pequena e assim também uma pélvis pequena, também as mulheres pequenas têm tendência a desenvolver bebés mais pequenos em proporção com o tamanho da pélvis. Uma verdadeira desproporção céfalo-pélvica (DCP), em que a cabeça do bebé é demasiado grande para passar na pélvis e nascer através da vagina, é relativamente rara. Durante o trabalho de parto há outros factores que ajudam o seu bebé a nascer. A pélvis não é uma estrutura fixa e as hormonas ajudam a amaciar os ligamentos que ligam os ossos pélvicos, para ajudar a pélvis a alargar e a acomodar o bebé. Também a cabeça do seu bebé está preparada para se moldar. O crânio é formado por ossos separados que se podem sobrepor ligeiramente a fim de reduzir o tamanho da cabeça quando esta passa através da pélvis, durante o trabalho de parto. Esta é uma parte normal do processo de pano. As posições no trabalho de parto também afectam o tamanho da pélvis. Por exemplo, agachar-se pode aumentar as medidas internas da pélvis em cerca de 30 %. Sentar-se ou deitar-se de costas pode reduzir essas medidas, restringindo o movimento natural de recuo do cóccix durante o parto. Ler Mais...

E o medrar?

Por volta do fim do primeiro mês aparecem na cara do bebé umas borbulhas a que as pessoas costumam chamar «o medranço». Medrar significa crescer. E era um sinal de boa sorte um sinal de que o bebé tinha ultrapassado a fase de maior risco de doença grave ou morte. A chegada destas borbulhas era um bom sinal: «Medrou!» Crê-se que são reacções naturais da pele que, depois de estar envolvida no líquido amniótico, quentinho e sem alergéneos, de repente começa a ser bombardeada com todo o tipo de agressões térmicas, químicas, físicas, etc. Nunca pensamos que a pele é um órgão como outro qualquer e que precisa de proteção. Talvez por isso a agridamos tanto, todos os dias... Ler Mais...

Inflamação do pavilhão auricular

É frequente o pavilhão auricular inflamar-se ou infetar. Trata-se de uma região muito rica em líquidos e cartilagem, com condições para que estas alterações ocorram. Desde uma picada de inseto à colocação de brincos, passando por eczema, traumatismos pequenos (até a pentear) ou qualquer outra solução de continuidade, são muitas as causas para inflamar, e subsequentemente infetar, o pavilhão auricular. Além do inchaço, pode haver dor (por vezes intensa) e o pavilhão fica avermelhado. Se as alterações forem na parte de trás, podem passar mais tempo desapercebidas. Na maioria dos casos, a administração de um analgésico e aplicação local de pomada antibacteriana é suficiente. Contudo, pode haver necessidade de dar um medicamento para a comichão e/ou antibiótico por via oral, nos casos mais renitentes. Qualquer ferida, mesmo que pequena, no pavilhão auricular, deve ser desinfetada e vigiada. Ler Mais...

O que fazer?

Caso não se encontre nenhuma doença, o que acontece em mais de 95% dos casos, há que pensar numa saída para a situação. Várias hipóteses podem ser aconselháveis, geralmente de forma integrada; Motivação e aconselhamento O objetivo é ajudar a criança a responsabilizar-se perante a sua própria enurese. Por esta razão, a criança deve participar ativamente na discussão do problema, nomeadamente na consulta médica. Os pais devem deixá-la falar à vontade, sem a interromper, e dar-lhe tempo para expressar os seus sentimentos. A criança também terá de entender as propostas para a resolução do problema e concordar com as medidas a tomar (recorda-se que estamos a falar de crianças com pelo menos 4 anos). É importante desmistificar as causas e os receios quanto ao futuro (nomeadamente, nos rapazes, a ansiedade que podem ter em relação a eventuais problemas sexuais), remover sentimentos de culpa e mostrar à criança que a enurese é uma situação frequente e que atinge muitas outras crianças. Os pais devem ficar cientes de que a enurese não é uma situação intencional por parte da criança, pelo contrário, que a incomoda muito e que há um vínculo genético forte, pelo que, provavelmente, a «culpa» - se é que houvesse alguma - também teria de ser partilhada pelos pais. No entanto, o mais importante é adotar uma atitude positiva. Recompensar os dias «secos» e NÃO castigar os "molhados»... Uma boa iniciativa é recompensar os dias «secos» e, por outro lado. não castigar os dias «molhados». Pode ser motivador a elaboração de um calendário em que a própria criança. Regista os dias «secos» e «molhados», pintando-os com as cores de que menos e mais gosta respetivamente. A visualização da evolução semanal pode ser muito motivadora. Por outro lado, e por muito que custe (sobretudo às mães, já que a lavagem da roupa acaba por geralmente lhes dizer mais diretamente respeito), deve-se evitar o uso de fraldas ou calças de plástico após os 3-4 anos, pelo que isso tem de humilhante para a criança. Qualquer uso de fraldas deve ser negociado com a criança e ter o assentimento dela, sobretudo vincando as vantagens para ela e não para os pais ou para a gestão da casa. A colocação de um plástico protetor entre o lençol e o colchão pode ajudar a diminuir os inconvenientes do que, muitas vezes, é uma verdadeira «inundação», embora algumas crianças durmam pior e até possam ter medo dos barulhos que o plástico faz quando se mexem na cama. Exercícios da bexiga Com estes exercícios pretende-se aumentar a capacidade da bexiga. A criança dever tentar fazer um intervalo de tempo cada vez maior entre a vontade de urinar e o ato de urinar, propriamente dito, começando por um a dois minutos e estendendo o mais possível esse período. Tem igualmente interesse ensinar a criança a controlar o jato urinário aprendendo a interrompê-lo, inicialmente a meio e depois a qualquer altura da micção. Estes exercícios podem ajudar à cura, sobretudo se forem associados à motivação e ao aconselhamento. Outras medidas Existem outras medidas complementares que podem contribuir para o êxito desta abordagem: • Redução da ingestão de líquidos a partir do fim da tarde, especialmente colas e refrigerantes que, por terem muito açúcar, fazem a criança urinar mais; • Habituar a criança a urinar antes de ir dormir. A motivação e o aconselhamento não são infalíveis, mas ajudam a melhorar a situação na maioria dos casos. Mesmo quando se opta por outro tipo de tratamento, este não deve ser esquecido. Uso de alarmes Os alarmes estão cada vez divulgados. O alarme é colocado no pijama e tem duas partes que não estão em contacto. Se a criança urinar, a urina estabelece então o contato entre essas duas partes e o alarme toca O seu êxito no tratamento da enurese baseia-se na criação de um reflexo condicionado que associa a sensação de bexiga cheia ao som do alarme. Nos primeiros dias a criança acorda quando já urinou e o alarme toca por se estabelecer o contacto elétrico entre as suas duas partes através da urina. Daí a um tempo a criança já acorda antes do alarme tocar, quando sente a bexiga distendida porque no subconsciente sabe que depois da sensação de bexiga distendida vem a micção e o toque do alarme. As noites «secas» aparecem por volta do 2 o mês e as curas passados 3-4 meses. No entanto, no grupo etário de que falamos neste livro, os alarmes não estão de forma geral recomendados, devendo ser deixados para depois dos 7, 8 anos. Medicamentos Em alguns casos, o médico pode receitar um medicamento. Existem, desde há alguns anos, preparados à base de hormona antidiurética (desmopressina), que ajuda a diminuir o caudal urinário à noite. Não têm efeitos secundários e podem ser administrativos por nebulizador nasal ou em comprimidos. No entanto, também advogo esse uso apenas depois dos 5 anos de idade, embora possa variar de caso para caso. Nos medicamentos que se usavam antigamente (imipramina - ainda receitado por alguns) a margem de segurança entre a dose de tratamento e a dose tóxica é relativamente pequena, pelo que estão a ser abandonados. No entanto, caso o médico-assistente ainda prescreva, os pais (ou a criança) não devem nunca aumentar espontaneamente a dose porque isso pode pôr em perigo a criança. Ler Mais...
Cebo no piriquito | Para Pais.