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Edema

Chama-se edema a acumulação de líquidos nos tecidos moles, ou seja, abaixo da pele, sobre os ossos. O edema na criança é muito mais raro do que nos adultos e quando ocorre corresponde, na maioria dos casos, a situações benignas. Mais raramente, contudo, o edema pode exigir uma atitude urgente do ponto de vista diagnóstico e terapêutico. O edema na criança pode ser causado por seis mecanismos, dos quais podem estar comprometidos vários: aumento da pressão hidrostática por falência da bomba cardíaca ou um impedimento à circulação normal do sangue; diminuição das proteínas do sangue, como em certas doenças renais ou hepáticas; aumento da permeabilidade dos vasos, como nas alergias; perturbações na drenagem linfática; ou alterações da água e do sódio que ocorrem nas doenças renais ou no tratamento prolongado com corticoides. Os edemas localizados são apenas reações dos tecidos a inflamação ou trauma. E sempre importante, quando os pais recorrem ao médico, saber caracterizar o edema quanto ao local envolvido ou preferencialmente envolvido, se o edema «vai e vem» (por exemplo ao longo do dia) ou não tem variações temporais, se a região está avermelhada ou dolorosa, se a criança está a fazer algum tratamento, e se tem comichão. Ler Mais...

Relaxar no início do trabalho de parto

Provavelmente passará o início do trabalho de parto em casa com o seu companheiro, cronometrando as contrações e decidindo quando deve ir para o hospital. Como esta parte do trabalho de parto se pode prolongar por algum tempo com períodos em que as contrações param por completo, tente relaxar entre contrações para conservar a energia para mais tarde. Há coisas simples que pode fazer em casa para a ajudar a relaxar. Pode tomar um banho quente, pôr o seu companheiro a massajar as suas costas, mover-se mas descansar se necessário, comer coisas leves e nutritivas e beber líquidos para dar ao seu corpo energia suficiente para mais tarde. Contacte a maternidade ou a parteira se tiver dúvidas. Ler Mais...

Sou modelo e estou preocupada em ficar com estrias. Há alguma coisa que possa fazer para as evitar?

Compreendo a sua preocupação, em especial porque a sua aparência afecta o seu trabalho. Julga-se que as estrias, também chamadas striae gravidarum, estão mais relacionadas com o colagénio e a elastina contidos na sua pele, do que com o expandir da sua barriga. Ocorrem quando as camadas de colagénio da pele esticam, em zonas de depósito de gorduras como nos seios, no abdómen e nas coxas. Infelizmente, não há comprimidos, cremes ou loções mágicas que possam influenciar o facto de ter ou não estrias, ou, se tiver, qual a sua gravidade, embora fazer exercício regular possa ajudar a manter um peso ideal na gravidez e assim a minimizar as probabilidades do aparecimento de estrias. Tire algum conforto do facto de que embora as marcas possam ser vermelhas e pálidas durante a gravidez, nos meses seguintes ao parto perdem a cor, tomando-se de um branco prateado e menos óbvias. Ler Mais...

Quanto tempo deverá o nosso novo bebé dormir?

Embora os bebés pequeninos durmam uma média de cerca de 16 horas por dia, em geral em pequenas etapas, todos os bebés são diferentes, e portanto é impossível dizer exatamente quanto tempo um recém-nascido deverá dormir. De início, muitos bebés são extremamente dorminhocos e pode parecer que dormem a maior parte do tempo. Contudo, desde que acordem com regularidade para as mamadas, isso não será um problema. Outros bebés parecem ser mais irrequietos desde o início, dormindo durante períodos curtos. O ideal será um bebé dormir se e quando quiser desde que não sinta fome, demasiado frio, demasiado calor ou qualquer desconforto. Provavelmente irá descobrir que, quando o seu bebé tiver algumas semanas, começará a passar mais tempo acordado e desperto e começará a ter mais interesse no que se passa no mundo à volta dele. Também começará a notar a formação de um padrão nos hábitos de sono do seu bebé por volta das seis semanas, que continuará a evoluir, e por volta dos quatro meses, o seu bebé provavelmente já dormirá duas vezes mais durante a noite do que durante o dia. Em geral, se o seu bebé parecer relaxado e satisfeito e se se estiver a alimentar, a crescer e a desenvolver bem, então o mais provável é estar a dormir o suficiente. Ler Mais...

Ser mãe…

Basta ler Brazelton, Bowlby e tantos outros, para entender a necessidade da mãe no equilíbrio das emoções e dos afetos, bem como na promoção de um desenvolvimento harmonioso. Não apenas a mãe, claro, mas também ela. Só é mãe quem quer pelo menos, na larga maioria dos casos e sê-lo obriga a opções, a escolhas e a decisões. A realidade mudou e as mães hoje em dia são trabalhadoras, com as necessidades económicas, progressão na carreira, realização profissional, vontade de se darem com outras pessoas, de sairem e diversificarem o dia-a-dia ou de serem independentes em termos monetários. Na sociedade portuguesa, o trabalho da mulher é, para a maioria, um imperativo económico, e se trouxer mais folga económica, com o consequente bem-estar dos elementos familiares, a criança será a primeira a beneficiar disso. Mas, indirectamente, no ponto de vista do bebé, esta opção colide com um dos seus melhores interesses: o acompanhamento por aquela que pode, melhor que ninguém, dar-lhe segurança, tranquilidade, estímulo e protecção. A importância das mães nos primeiros anos de vida É indiscutível que os três primeiros anos de vida são essenciais para o desenvolvimento da personalidade, do equilíbrio dos afectos, numa palavra, da pessoa. E se, as mulheres podem compensar em qualidade o que falta em quantidade, também não é correto «inverter o bico ao prego» e achar que «tanto faz». Os grandes pediatras do desenvolvimento são unânimes em afirmar ser desejável que as mães acompanhem mais as crianças, e que, se por um lado não se podem nem devem ser culpabilizadas, também não se pode passar uma esponja sobre o assunto, ilibando os responsáveis políticos, sindicais e sociais. A solução como sabemos é colocar as crianças nos atendimentos diurnos (amas, creches, infantários), que são um local onde os ritmos biológicos têm que se moldar à média e aos constrangimentos organizativos. Onde o risco de infecções é cerca de dez vezes superior. Sem pôr em causa a dedicação e a competência profissional de dezenas de milhar de educadoras, auxiliares, cozinheiras, directoras e demais, que fazem das creches e infantários «o melhor lugar possível», não posso deixar de pensar, como pediatra, que a estadia de tantas crianças das nove da manhã às sete da tarde num local sem a mãe e sem o pai, ficando a interacção entre esta e o filho limitada a um par de horas sobrecarregadas com rotinas diárias que consomem tempo e energia, nas piores horas do dia em termos de disponibilidade e cansaço tem efeitos nocivos para os bebés. E para as mães e pais, também. Ler Mais...

A mãe

As mães são mães. Sempre. E é quem nos ocorre quando algo não está bem, quando nos apercebemos do perigo. As mães geraram-nos e cuidaram de nós, deram-nos mimo e afeto - e é para dentro da barriga delas que queremos regressar, sempre que nos sentimos tristes, desconfortáveis ou em risco, doentes ou com medo. Se estiver frio, deitamo-nos enroscados. Se alguém nos ameaçar, encolhemo-nos. Em situações de graves carências alimentares ou afetivas, voltamos à forma de girino. A posição fetal poderá não passar de uma ilusão de segurança, mas tão forte que funciona na nossa mente, pelo menos o suficiente para nos esquecermos do resto, do que nos ameaça. As mães são calor, são fortes e são segurança. Estudos recentes revelam que os mamíferos precisam de ver a mãe, nos primeiros anos de vida, como farol de securização. Mal nascem deveriam ser postos a mamar, abraçados pela mãe. E só é pena que as leis e o Estado não compreendam o que a Ciência mostra, ao analisar os comportamentos humanos, designadamente das nossas crias. Após os 9 meses de idade há uma nítida sensação de que os filhos «fogem por entre os dedos» das mães. O surto de desenvolvimento que começa nessa idade, e que se prolonga pelo menos até ao ano e meio, faz-se no sentido da autonomia, embora com o correspondente contrapeso da regressão. No primeiro componente é o pai o principal motor, no segundo a mãe. O instinto maternal, que não desapareceu só porque os estilos de vida mudaram, quanto muito «amansou-se», leva a que as mulheres sejam «programadas» para terem muitos filhos, mesmo que não os tenham ou decidam não os ter. Mas há que diferenciar o que é genético e antropológico, do que é social. O que é emocional do que é racional. Ao longo de centenas de milhares de anos, quando a criança começava a crescer, no sentido dessa explosão autonómica, devidamente puxado pelo pai, a mãe já estaria à espera de outro bebé ou pelo menos a programá-lo para breve, e assim seria até ter uma dezena de filhos e ver totalmente preenchido o seu sentimento de maternidade sendo então ao desejo de ser avó. Isto não acontece hoje, pelas múltiplas razoes conhecidas, o que leva a que as avós muitas vezes vejam nos netos os filhos que já não tiveram, e as mães sintam que este crescimento dos filhos e a sua «fuga» dói. E dói muito. E às vezes a vontade de os manter pequeninos é grande - como provam todas as crianças com mais de 1 ano que mamam durante a noite ou quando fazem uma birra. Estes lutos são difíceis, como qualquer luto. Sofre-se. Mas não se lhes pode fugir, se se quer atingir a tranquilidade. Ler Mais...
Cebo no piriquito | Para Pais.