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O que fazer em caso de eletrocussão

Se ocorrer um caso de eletrocussão é fundamental que ninguém se precipite para cima da criança, pois se a eletricidade ainda está a passar o adulto pode ficar também eletrocutado. O primeiro gesto dever ser cortar a corrente no disjuntor ou afastar a criança da tomada ou do fio, tocando-lhe com um objeto não condutor de eletricidade (madeira, plástico). Chame sempre o 112 - as queimaduras por eletricidade são muitas vezes profundas e o aspeto superficial pode parecer menos grave do que realmente é. Ler Mais...

Não se dorme à força

Obrigar alguém a dormir é difícil.. pelo menos mais difícil do que obrigar a estar acordado. Mas pode dar-se uma ajuda, isso sim: • um quarto agradável, onde a criança se sinta bem; • uma cama quentinha e confortável; • silêncio, ou em alternativa música calma, rítmica, não muito alta; • luz apagada ou, no máximo, uma luz de presença; • porta entreaberta com tendência para encostar e fechar; • sons da casa, que permitam aos vossos filhos saber que os pais estão em casa. De vez em quando podem tossir ou falar, de modo a que eles sintam a vossa presença; • bonecos na cama, especialmente os que desempenham um papel especial à noite, mas deixar a criança escolher diariamente a bonecada com a qual vai dormir - há crianças que preferem só um boneco, outras levam sei lá quantos para a cama, quase nem tendo espaço para dormir. Mas  cada um deve arranjar o seu ambiente securizante do modo que entender. É preciso, para a própria segurança das crianças, que os pais mostrem a sua presença mas. ao mesmo tempo, que não cedam a caprichos ou pedidos injustificados. Embora a princípio elas pareçam assustadas e a tendência seja para as ir tranquilizar, há que distinguir entre uma criança assustada e ansiosa e uma que está a tentar manobrar o espaço que tem. As cedências constantes geram mais insegurança, porque a firmeza afectiva é uma condição para que os nossos filhos se sintam seguros e adormeçam mais facilmente. O contrário será levar a que sejam eles, a pouco e pouco, a dominar a vida dos pais e as suas horas de serão - podem na altura achar que é uma vitória, mas ficarão cada vez mais dependentes e inseguros. E se a cada chamamento corresponde uma ida, será mais difícil conceber a ausência física dos pais como presença abstracta. Ler Mais...

Rubéola

A rubéola é uma doença infeciosa, causada por um vírus, e não provoca doença grave nas crianças - aparecem manchas, gânglios no pescoço, região da nuca e virilhas, e febre baixa, durante 3 a 4 dias. Na maioria dos casos nem estes sintomas surgem. O problema da rubéola tem a ver com a infeção de uma grávida, dado que o vírus causa malformações no feto, sobretudo se a rubéola for contraída no primeiro trimestre: lesões do coração, ouvidos, olhos e sistema nervoso. A vacinação, realizada na vacina VASPR aos 15 meses e 5 anos, é muito importante. Há muitos outros vírus que podem simular os sintomas da rubéola: não são necessários nenhuns exames para distinguir, mas há que considerar que, para a criança, não se tratará de rubéola e portanto ela deve ser na mesma vacinada. Para as grávidas que possam ter tido contacto, a situação deverá ser tida como rubéola, para que se veja se a grávida está já ou não defendida. Ler Mais...

Alimentar a biberão parece tão complicado. Há conselhos a lembrar?

Sim, deve alimentar a biberão com segurança. É importante seguir estes conselhos. Assegure-se sempre de que usa um biberão, uma tampa e uma tetina esterilizados para cada aleitamento. O ideal é fazer um aleitamento de cada vez e deitar fora o leite que sobrou. Use água tépida fervida que foi deixada a arrefecer antes de preparar um biberão. Deite a água no biberão antes do leite. Não encha demasiado a colher de medida, em vez disso deve nivelá-la com uma faca. Aqueça o leite - não no micro-ondas mas numa taça com água quente - e verifique a temperatura antes de o dar ao bebé. Evite trocar as colheres de medida de diferentes marcas de leite, pois marcas diferentes podem ter medidas diferentes. Ler Mais...

Ouvi falar de médicos que “viram” os bebés em posição pélvica. Como é que isso funciona?

Alguns obstetras podem tentar virar um bebé em posição pélvica no fim da gravidez, ou seja, fazer uma versão cefálica externa (VCE), que tem uma percentagem de sucesso de cerca de 50 %. Durante uma VCE, um obstetra move gentilmente o seu bebé pressionando as mãos no seu abdómen e utilizando ecografia como guia. Poderão dar-lhe uma droga para relaxar os músculos uterinos. Primeiro ser-lhe-á feita uma ecografia e se o seu bebé estiver numa posição complicada o processo pode não continuar. Se o bebé for grande, isso pode afectar o processo, assim como a quantidade de líquido à volta dele, pois pouca quantidade de líquido oferece menos protecção ao bebé. Se você for rhesus negativo, terá de tomar uma injecção de anti-D depois da VCE devido a um pequeno risco de hemorragia à volta da placenta. Uma VCE não é recomendada se você tiver uma gravidez múltipla, se tiver tido hemorragias durante a gravidez, se a placenta estiver descida, se as suas membranas tiverem rompido ou se houver conhecimento de algum problema com o bebé. O processo não é sem riscos e alguns julgam que só resulta com bebés que de qualquer forma se teriam voltado. Se o seu bebé se mantiver em posição pélvica, poderá ser aconselhada uma cesariana, embora alguns obstetras queiram tentar um parto vaginal. Você não é obrigada a fazer uma VCE e deverá discutir as suas opções. Por último, há uma forma de acupunctura chamada moxabustão na qual uma erva perfumada é colocada sobre um ponto de acupunctura, sendo o objectivo relaxar os músculos uterinos para ajudar o bebé a voltar-se. Fale com o seu médico ou com a sua parteira antes de tentar e peça conselho a um acupunctor qualificado. Ler Mais...

Gémeos

O fenómeno «gémeos»* e o estudo da gemelaridade sempre foi um motivo de interesse para a humanidade, tendo assumido, nos últimos anos, um grande desenvolvimento. Calcula-se que existam no mundo cerca de 125 milhões de gémeos. Entre eles, os filhos de Madeleine Albright, Muahammad Ali, Ingrid Bergman, George W. Bush, Robert de Niro, Ricky Nelson, Pele, Mia Farrow, Michael J. Fox, Mel Gibson, James Stewart, Denzel Washington ou Margaret Thatcher, entre outros. E o «Rei», Élvis FVesley, tinha um gémeo, mas morreu à nascença - tinha que ser, até porque «rei há só um», claro. Talvez não saiba que existe uma ciência chamada «gemeologia» e que a palavra «criptofasia» se refere à linguagem desenvolvida pelos gémeos, para comunicação exclusiva entre eles e que só eles compreendem. A incidência de partos múltiplos aumenta de acordo com factores familiares, mas supostamente apenas nos chamados «gémeos irmãos» ou «falsos» (heterozigóticos) e não nos «gémeos idênticos» ou «verdadeiros» (homozigóticos), ao contrário do que se poderia à primeira vista pensar. Mas esta aparente falta de lógica comprende-se bem, se não, reparem: os gémeos verdadeiros aparecem pelo seguinte fenómeno: um óvulo fecundado por um espermatozóide separa-se duas vezes, logo no início das divisões celulares, dando origem a dois seres perfeitamente iguais em termos de material genético. São os gémeos verdadeiros, iguais, e que têm uma composição genética igual, embora o ambiente intra e extra-uterino possam fazer com que não sejam fisicamente «fotocópias»* exactas. Este fenómeno é muito raro e episódico ou seja, pode acontecer a qualquer pessoa e a tendência para ele acontecer não depende de factores hereditários. Assim, os gémeos «verdadeiros*», ou «iguais», podem surgir em qualquer gravidez de qualquer pessoa. Outra coisa é a ovulação dupla que faz com que, no mesmo ciclo menstrual, se libertem dois óvulos que serão fecundados por dois espermatozóides diferentes. Assim, formam-se dois bebés, com dois sacos amnióticos («bolsa de águas»), e duas placentas, embora possa haver fusão das placentas e, na altura do parto, surgir uma só, como no caso dos gémeos «verdadeiros». Mas o que acontece aqui é gerarem-se duas crianças «de uma vez só» - são geneticamente como irmãos, e tal como irmãos podem ser mais ou menos parecidos fisicamente. O facto de terem a mesma idade e o mesmo tamanho (e estarem frequentemente vestidos de igual) faz com que a tendência para os achar parecidos seja maior, quando estão lado a lado. Mas é mais uma ilusão. O material genético que carregam tem as semelhanças de qualquer outro par de irmãos. E a única coisa comum é terem vivido «debaixo do mesmo tecto» durante nove meses, nesse «TO» chamado útero. Como a tendência para ovulação dupla é hereditária, isso explica as famílias com altíssimas incidências de gravidezes gemelares espontâneas (não estamos a falar das gravidezes induzidas por fertilização in vitro (FIV) ou outras formas de assistência). Essa herança «para ter gémeos»» interessa se for da parte da família da mãe dos bebés, mas para chegar a esta pode vir da família da sua própria mãe ou do seu próprio pai. Por vezes há mulheres que têm gémeos em ambas as famílias - a probabilidade aumenta muito. O facto de o pai do bebé atual ter gémeos na família não altera muito as coisas. Por sua vez, uma mulher que seja, ela própria, gémea falsa (heterozigótica), tem uma probabilidade cinco vezes maior de ter gémeos. Por outro lado, parece não se confirmar a noção de que a gemelaridade «salte»» uma geração. E depois de ter gémeos falsos, a probabilidade de ter novamente gémeos numa próxima gravidez é superior a 30%... o que já representa, pelo menos, um «arrepio na espinha»»... Ler Mais...
Cebo no piriquito | Para Pais.