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Conselho sobre sinais que podem levar a suspeitar

O que NAO deve NEM pode acontecer... Muitas vezes, os adultos sentem-se irritados e frustrados, ou carregados de stresse, e o seu limiar de paciência é muito baixo. A criança começa a chorar, ou a implicar, ou pura simplesmente a requerer a atenção dos pais. Outras vezes está a fazer asneiras atrás de asneiras, e as outras formas de a manter sossegada não parecem funcionar. Os adultos sacodem então a criança, com o propósito de a fazer calar. Se se sentirem próximo de uma situação destas, respirem fundo e contem até dez. E quando estiverem mais calmos ensaiem outra estratégia de a fazer parar, nem que seja segurar debaixo do braço, como quem transporta um pacote. Tentem lembrar-se que se trata de uma criança indefesa, e que sacudi-la, além de não ensinar coisíssima nenhuma, pode ter consequências gravíssimas. Em último caso, chamem alguém que vos ajude a lidar com a situação e não tenham medo de admitir que chegaram ao fim do vosso limite de paciência - não é pecado! Peçam ajuda, antes que alguém a tenha de pedir para o vosso filho. Ler Mais...

O que é que quer dizer “rebentar as águas”?

As "águas" são o líquido amniótico que se encontra no saco membranoso que envolve e protege o seu bebé no útero. Geralmente, estas membranas rebentam ou rasgam próximo do fim da primeira fase do trabalho de parto. Isso significa que, no início, o líquido ainda continua a amortecer a cabeça do bebé e a evitar um contacto direto com o colo do útero, ajudando-a a lidar com a dor, mas eventualmente, a pressão obriga as membranas a rebentar, libertando assim o líquido amniótico que jorra através da vagina. Ler Mais...

A curiosidade de comparar o desenvolvimento

Quem lida dia-a-dia com crianças tem curiosidade e interesse natural em saber se o desenvolvimento do seu filho é normal. Esta necessidade aumenta ainda mais se houve, na família ou no círculo mais próximo de amigos, uma experiência anterior de crianças com perturbações do desenvolvimento. Uma das situações em que mais frequentemente se levantam dúvidas é quando existe um «atraso» relativamente a um ou outro parâmetro do desenvolvimento como o sorrir, o sentar, o gatinhar, o falar ou o andar. É então que começam as comparações, as medições, a aflição. Na maior parte dos casos em vão. É indiscutível que são os pais quem mais cedo detecta alterações do desenvolvimento dos seus filhos. É natural. São os pais que passam mais tempo com eles, que os conhecem melhor, que sabem como ninguém quando é que eles não estão «no dia deles». No entanto, os educadores estão também numa «linha de fogo» para detectarem alguma perturbação, já que estão muitas horas com as crianças, e em actividades várias que permitem explorar as aptidões físicas, sensoriais e intelectuais da criança. Sublinhe-se, contudo, que muitas das preocupações relativamente ao desenvolvimento da criança são infundadas e não correspondem, na realidade, a nenhum problema. Ler Mais...

Meningites «más» e outras «menos más»

É uma forma de colocar a questão. Com o evoluir da ciência entendeu-se que «há meningites e meningites». Tudo depende do micróbio causador, idade da criança, defesas imunitárias, gravidade da infeção, evolução clínica, resposta ao tratamento e (também) de fatores mais aleatórios como a sorte (ou o azar) de cada um. De qualquer modo, há diferenças fundamentais entre as meningites bacterianas e as meningites assépticas ou virais. A maioria das meningites são provocadas por vírus e aparecem por epidemias, no pico do Verão e do Inverno. Contudo, em muitos dos casos, nunca se chega a encontrar o micróbio causador - também não se procura até à exaustão, já que estas meningites são benignas, a criança melhora e não há necessidade de, para bem da criança, continuar a procurar o agente. As meningites bacterianas são causadas pelos seguintes micróbios: o meningococo e o pneumococo As meninges infetam-se, na maioria dos casos, através do sangue: os micróbios saem de um ponto de infeção inicial, onde muitas vezes estão durante algum tempo sem causar quaisquer sintomas - o nariz, a garganta, as vias respiratórias, os intestinos ou a pele - e, através do sangue, penetram no espaço meníngeo. Noutros casos, mais raros, a infeção faz-se diretamente, a partir de um foco infecioso que fica próximo: otite não tratada, infeção do globo ocular, ou quando um traumatismo craniano abre uma via de entrada. Ler Mais...

Fazer um intervalo partilhar os biberões com o seu companheiro

Um dos pontos mais vantajosos da alimentação a biberão é que qualquer pessoa pode alimentar o seu bebé, permitindo-lhe sair ou descansar. Envolver o seu companheiro no aleitamento é uma ótima forma de o ajudar a criar laços e a sentir-se próximo do bebé. Partilhar as horas de alimentação dá-lhe tempo livre e podem fazer turnos para a noite. Se estiver a mudar do peito para o biberão, poderá ser mais fácil ter mais alguém para dar o biberão ao seu bebé, pois o bebé poderá rejeitar o biberão dado por si, preferindo ser amamentado. Ler Mais...

O que fazer perante uma convulsão febril?

Quando ocorre o primeiro episódio, é difícil saber se é uma convulsão febril ou uma convulsão com febre integrada numa outra situação. De qualquer forma, o essencial é não entrar em pânico. Além de eventuais consequências das próprias convulsões e da situação que as origina quando se trata de convulsões não-febris, o maior risco imediato é a sufocação por aspiração do conteúdo do vómito. Assim, embora não esteja em causa a recomendação de que se leve a criança ao serviço de urgência mais próximo, ela deve ser posicionada de modo a que se vomitar - o que acontece com frequência - não corra o risco de se sufocar com os alimentos que vomitou, nomeadamente durante o transporte para o serviço de urgência. Deitá-la de bruços ou de lado é a melhor atitude. Outro aspeto importante é baixar a temperatura. Não nos podemos esquecer que muitas das convulsões febris aparecem durante a subida da febre e que, portanto, podem ainda não ter dado nada à criança para baixar a temperatura. Convém pôr imediatamente um supositório de um antipirético. Se a criança está em plena convulsão não se deve tentar dar nada a beber porque aumenta o risco de sufocação. Por outro lado, embora seja importante evitar mordeduras da língua introduzindo um objeto tipo espátula na boca, há que ter cuidado para não o fazer de modo intempestivo, para não causar lesões e para a própria pessoa que o faz não ser mordida. Ao chegar ao serviço de urgência deve dizer-se que a criança está com convulsão, para não esperar na sala de espera e poder ser assistida de imediato. Ler Mais...
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