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Atitude a tomar

A idade em que a enurese deverá ser considerada um «problema» é o objeto de polémica. Considera-se, no entanto, os 5, 6 anos de idade e/ou a entrada para a escola como um ponto médio de referência para intervir, mas tudo dependendo dos efeitos que se vão acumulando e da maneira como a criança encara o problema. É, portanto, uma questão que começa antes dessa idade. Se os pais e/ou a criança estão preocupados com a situação, recomenda-se que discutam com o médico- assistente da criança. Ler Mais...

Andar

A transição para esta posição, associada ao início da marcha, é ainda um aspeto que preocupa bastante os pais... mas, na maioria das vezes, sem qualquer justificação clínica. Dizem os livros que «a criança começa a andar ao ano». De facto, a maioria das crianças dá os seus primeiros passos por volta dos 12 meses. Há, no entanto, umas que são mais precoces, outras mais tardias, sem que isto esteja associado a algum problema. Para uma criança começar a andar é necessária a conjugação de vários fatores: uns que têm a ver com a criança, outros que têm a ver com o ambiente. Muito sucintamente, os que têm a ver com a criança são o interesse e a necessidade que esta sente pelo andar, bem como a capacidade de o fazer (associada à maturação dos seus sistemas ósteo-muscular e neurológico); os que se relacionam com o ambiente dizem respeito à segurança que a criança sente à sua volta (e o medo que tem ou não tem) e a motivação e estímulo que recebe dos pais e de outras pessoas. Ou seja, se já tiver biologicamente preparada, se sentir vontade e necessidade, se souber que pode andar sem ter medo de cair e se houver um «movimento familiar» à sua volta a incitá-la (sem causar stresse), então a criança começara a andar. Ler Mais...

Acidentes com móveis

A criança tem de se mover num ambiente com mobiliário. E muitas vezes é este que causa o acidente. Algumas situações podem ser evitadas, como evitar toalhas de mesa pendentes, fios de candeeiros ou outros objetos soltos que possam ser puxados ou servir de suporte para a criança se pôr de pé. Todos os móveis, estantes ou prateleiras deverão estar bem fixos à parede de forma a não tombarem sobre a criança se esta se apoiar neles ou tentar trepar. Devem evitar-se móveis de vidro ou com tampos soltos. Outras medidas que podem ser tomadas são:
  • proteger os cantos dos móveis mais agressivos, sobretudo os que se encontram ao nível da cabeça da criança;
  • prender as estantes à parede - uma criança desta idade pode empoleirar-se e fazer a estante cair em cima de si, com todos os objetos e livros que tem;
  • no quarto da criança, evitar quadros pesados com vidro, especialmente sobre a cama da criança ou em locais onde brinca. O melhor dos pregos pode ceder;
  • evitar tapetes desnecessários e fixar os outros ao chão, mas evitando que fiquem com uma folga que possa rasteirar a criança;
  • limitadores de abertura nas gavetas;
  • limitadores de abertura nas janelas;
  • esponjas amortecedoras na parte de dentro das portas, para evitar entalões graves;
  • espreitar regularmente para debaixo dos móveis para detetar eventuais perigos antes da criança o fazer - botões, moedas ou tampas de caneta desaparecidos, tomadas brilhantes desprotegidas, extensões elétricas esquecidas, etc.
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Complicações

As meningites virais, regra geral evoluem bem, sem complicações (desde que a criança seja saudável). As complicações das meningites bacterianas, reduziram-se muito com as melhorias verificadas nos diagnósticos e nos tratamentos. Contudo, pode dizer-se que cerca de 6% dos casos ficam com sequelas - complicações neurológicas, epilepsia, septicemia. As sequelas mais frequentes são da área motora ou da audição. Muitas destas alterações, com destaque para a surdez, podem surgir apenas passados uns meses, pelo que convém os pais de uma criança que teve meningite estarem atentos a possíveis queixas da criança ou a qualquer sinal que possa sugerir um problema. Ler Mais...

Gânglios

Muitos pais ficam preocupados, quando não mesmo em pânico, ao descobrirem que a sua criança tem «gânglios». Pode ser porque, ao lhe darem banho, sentiram esses altos na cabeça ou no pescoço, pode ser ao fazer-lhe uma festa, ao tocar-lhe, ou porque a criança se queixa que lhe dói. Outras vezes os gânglios são acompanhados de outros sintomas: febre, mal-estar, dores de barriga ou de garganta. E, claro, pensa-se muitas vezes o pior, dado que a palavra gânglio está associada a tuberculose, tumores, leucemias, e outras doenças graves. Felizmente, porém, essas situações são raras e os gânglios na criança sejam os normais, sejam aumentados de tamanho correspondem na esmagadora maioria das vezes a situações banais e francamente benignas, quando não mesmo um estado normal da criança, sobretudo nos primeiros anos de vida. Ler Mais...

Ensinar a domar a televisão

Mais importante do que assumir atitudes fundamentalistas, seja de restrição ou de laxismo, mais importante é aprender a usar a televisão. Ficam aqui algumas dicas, que devem ser implementadas sem receio: • limitar o tempo que a criança vê televisão (incluindo DVD's e vídeos); • colocar outros centros de interesse - livros, brinquedos, puzzles, etc. - na sala onde está a televisão, mas bem evidentes, para a criança se entusiasmar por eles; • desligar a televisão durante a refeição - se estiver a dar um programa interessante para qualquer membro da família, então esperar pelo final para jantar ou almoçar; • não ter televisão no quarto da criança; • desligar a televisão quando a criança está noutra atividade; • combinar com a criança que programa ou filme vai ver, e fazer com que seja ela a ligar e a desligar o aparelho; • fazer ver que a televisão é um privilégio e não um direito; • insitituir um dia por semana sem televisão (será bom para toda a família); • ser um bom exemplo, utilizando também moderada e criteriosamente a televisão; • inteirar-se do que a televisão vai passar, nas horas em que a criança irá ver, para saber de que se trata e, também, se vão passar anúncios e promos de filmes violentos ou com cenas impróprias para crianças; • habituar a criança a negociar com os outros membros da família, e não ceder sempre aos seus caprichos ou às suas escolhas, mostrando que os outros também querem ver programas ao seu gosto (ou ouvir música e ter outras actividades sem TV); • estar disponível para explicar alguma coisa que a criança não tenha compreendido ou que lhe cause perplexidade e confusão; • arranjar alternativas engraçadas e criativas. Ler Mais...
Buctnha da crianca | Para Pais.