Resultados para: "brincando na xotinha da filha"

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Doenças infecciosas

Para além das parasitoses transmitidas por cães e gatos (e que são muito frequentes da a necessidade de desparasitar os animais regularmente e de os fazer ver por um veterinário), há outras doenças infecciosas transmitidas pelos animais de estimação, como por exemplo a doença da arranhadela do gato. Os gatos e os cães, em certa medida, podem eles mesmos ter doenças do pêlo, como a tinha, ou tumores, entre outras), pelo que convém levar de imediato ao veterinário um animal que está doente, e perguntar ao médico se existe algum perigo para a criança. As tartarugas podem transmitir, por exemplo, salmonelas, e os pássaros também têm parasitas nas penas ou outros micróbios eventualmente transmissíveis. Há quase meio século que se sabe que as tartarugas podem transmitir salmonelas, não tendo elas a doença mas sendo uma fonte de infecção para os humanos e as salmonelas são responsáveis por doenças graves, como a febre tifóide ou paratifóide, diarreias e gastroenterites. As salmonelas passam para as tartarugas através de outros animais ou pelos ovos delas. A partir das fezes das tartarugas, os seres humanos contaminam-se, sobretudo se não houver uma cuidadosa lavagem de mãos. Nas cozinhas onde se lavam as bacias das tartarugas, também se pode dar a contaminação dos alimentos. Há várias medidas a tomar, relativamente a estes animais e à maneira de cuidar deles: • lavar as mãos, utilizando uma escova de unhas, depois de mexer no animal; • supervisionar as crianças nas tarefas de cuidar das tartarugas; • cuidar bem da sua higiene, de preferência com luvas dessas de plástico; • não lavar as bacias das tartarugas na cozinha mas sim no bidé e limpar cuidadosamente todos os locais sujos; • identificar situações de doença precocemente. Tudo isto são aspectos que podem contribuir para a diminuição do risco de salmonelose apanhada das tartarugas. E, brincando, brincando, os outros animais também transmitem parasitas e microorganismos, são responsáveis por alergias, causam acidentes... a começar pelos animais humanos que somos nós e que somos as maiores fontes de infeção para os nossos filhos... Se vai adquirir um animal, veja bem qual o temperamento e tenha um tempo de teste para entender como é que ele vai reagir no contexto novo; faça um exame veterinário completo; evite animais exóticos, como salamandras, cobras, iguanas, dado que, para além do preço, têm necessidades e ritmos que não se coadunam com um animal de estimação para crianças. Ler Mais...

A minha filha tem oito anos. Ela irá dar-se bem com o novo bebé ou é uma diferença de idades muito grande?

Não há diferença de idades certa ou errada entre irmãos por vezes, conforme vão estando juntos, tem mais a ver com as suas personalidades do que com a diferença de idade. Embora, sem dúvida, mesmo tendo interesses independentes, ela provavelmente deve estar muito excitada com a perspectiva de um novo bebé. Ler Mais...

Pontos a considerar

  • o sentimento de pena relativamente aos intervenientes do processo, com especial ênfase para o filho ou filha e, principalmente para os netos. Por muito que se saiba que as crianças envolvidas em divórcios não têm, só pelo facto, um futuro pior do que as outras, também sabemos que em muitos casos o processo não é tranquilo e, para os avós, não é fácil aceitar as guerras e conflitos em que as crianças são puxadas e empurradas ou utilizadas como trunfo na manipulação dos sentimentos, dos afetos, e até dos aspetos práticos (dinheiro, fins-de-semana, etc.);
  • o trabalho que, geralmente, cai em cima dos avós, dado que o filho ou filha ficam mais sozinhos e tendem a apoiar-se nos respetivos pais (o que é natural), especialmente para coisas do dia-a-dia (ir buscar as crianças, dar-lhes jantar, tratar de roupa, etc.);
  • a «vergonha» social;
  • o recreio de que, ficando os netos com algum dos pais, que os avós do lado «contrário» deixem de ver os netos - isso acontece com uma enorme frequência, o que vai contra os interesses da criança. Ao divorciarem-se, os pais não podem, mesmo que o desejem, riscar do mapa a família do ex-cônjuge. Usar as proibições e limitações dos contactos com a família alargada do outro progenitor vai contra o que a Convenção sobre os Direitos da Criança estabelece e é moralmente reprovável,
  • a tentação de «dizer mal» do outro ou da outra, que na nossa versão de pais «fizeram mal» aos nossos filhos. E quantas vezes os netos acabam por ouvir frases e comentários sobre os seus pais, que agridem a imagem que devem ter deles e em nada ajudam - se é isso que os avós pretendem - a fazer com que eles os amem mais.
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O meu companheiro ainda não sente que tenha criado laços com a nossa filha. O que é que ele pode fazer?

Embora frequentemente os pais anseiem por um contacto mais chegado aos seus bebés, o criar laços, para os pais, ocorre com frequência numa altura diferente, em parte porque eles não têm o contacto inicial da amamentação. Como resultado, alguns homens acham que assim como a confiança da companheira vai crescendo, o mesmo acontece com a incerteza deles sobre o relacionamento com o bebé. Como nota positiva, os homens hoje em dia têm tendência a passar bastante mais tempo com os seus filhos do que os pais das gerações passadas. Fale com o seu companheiro sobre o que ele gostaria de fazer com a vossa filha. É bom que os pais percebam que criar laços com os seus bebés não é uma questão de ser outra mãe e, em muitos casos, os pais partilham atividades diferentes com os filhos e desenvolvem uma relação própria e única, oferecendo qualidades de pai que a mãe não pode providenciar. Ambos os pais beneficiam imenso quando se podem apoiar e encorajar um ao outro. As atividades para criar laços desde cedo, em que você pode encorajar o seu companheiro a envolver-se, incluem dar o biberão ao bebé (dar os biberões de uma noite pode ajudar a dar-lhe a si algum descanso); mudar as fraldas; dar banho e massajar o bebé; sair para passear com um porta-bebés ou um carrinho de bebé; ou simplesmente apiedar algum tempo de brincadeira com o bebé. Criar laços é uma experiência pessoal e complexa, que leva tempo. Desde que se esteja a ir de encontro às necessidades básicas do bebé, ele não sofrerá se de início os laços não forem fortes. Se ainda estiver preocupada peça conselho ao seu médico. Ler Mais...

Evoluções da fala na criança

É muito difícil dizer como é que o vosso filho ou filha vai falar, com que ritmo e com que velocidade. Uma coisa pode-se dizer: haverá períodos de maiores demonstrações (o que não significa maiores aquisições), outros de quase estagnação. Se comparar o desenvolvimento entre crianças é inadequado, então no que se refere à linguagem as coisas ainda são piores. Ao começar o segundo ano de vida, em média, as crianças dizem algumas palavras como por exemplo «mamã», «papá», «não», «cão», «água», «dá», bem ou mal pronunciadas. A capacidade de aprendizagem, associada ao interesse e à necessidade progressiva (e também ao gozo do saber e do sucesso), faz com que, entre os 18 meses e os 5 anos, as crianças aprendam uma média de nove palavras por dia. Depois de conseguirem expressar alguns sentimentos, nomear objetos e pedir coisas, as crianças começam a formar frases, mesmo que muito reduzidas, mas com uma entoação que revela o sentimento e o objetivo. Os irmãos mais novos têm um esquema geralmente diferente. Mais do que combinar palavras em frases mais complexas, têm tendência a pairar em padrões e toadas equivalentes aos dos das frases dos adultos. Ou seja fazem discursos e comícios, tagarelam e ralham como um adulto, embora não se entenda nada do que dizem - ao fim de uns tempos o discurso já é inteligível. Ler Mais...

Mais vale uma estratégia coerente e sustentada do que uma solução inventada na farmácia

Os medicamentos só devem ser utilizados por prescrição médica, mesmo que a prima, o vizinho ou a filha do colega se tenham dado bem com eles. Se o objectivo é induzir o sono e reforçar a segurança, ter-se-ão que usar fármacos que actuem no sistema nervoso central, sedando-o. Estando o cérebro da criança em pleno desenvolvimento, o uso de medicamentos pode ter outras implicações que devem ser equacionadas caso a caso. De qualquer modo, os medicamentos não corrigem o problema, quanto muito dão tréguas para que os pais e filhos se recomponham... até à batalha seguinte. A melatonina, hormona do sono, começa a ser uma arma utilizável para conseguir reprogramar o despertador biológico, mas tem indicações precisas e falha muitas vezes. Se a criança chora ou chama durante a noite, e se não consegue adormecer, embalada pelo próprio choro, então teremos de acalmá-la. A simples presença dos pais é apaziguadora, pelo que não há necessidade de fazer demasiados estímulos - centra-se o apoio na referência ao objecto de transição e não se acendem luzes, fala-se alto ou fazem demasiados estímulos táteis. Os desabafos dos pais, embora naturais, não devem ser ditos no quarto da criança (estilo: «Que inferno», «Não aguento mais», «Não vês que amanhã tenho trabalho»...). Ler Mais...
Brincando na xotinha da filha | Para Pais.