Resultados para: "borbulhas no olho"

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E o medrar?

Por volta do fim do primeiro mês aparecem na cara do bebé umas borbulhas a que as pessoas costumam chamar «o medranço». Medrar significa crescer. E era um sinal de boa sorte um sinal de que o bebé tinha ultrapassado a fase de maior risco de doença grave ou morte. A chegada destas borbulhas era um bom sinal: «Medrou!» Crê-se que são reacções naturais da pele que, depois de estar envolvida no líquido amniótico, quentinho e sem alergéneos, de repente começa a ser bombardeada com todo o tipo de agressões térmicas, químicas, físicas, etc. Nunca pensamos que a pele é um órgão como outro qualquer e que precisa de proteção. Talvez por isso a agridamos tanto, todos os dias... Ler Mais...

«Olho negro» (contusão)

O olho negro não corresponde geralmente a uma lesão grave. No entanto, se o trauma foi violento, pode haver lesão óssea ou das estruturas internas do olho. Devem aplicar-se compressas frias ou material gelado (mas não gelo diretamente) de modo intermitente - 5 minutos sim, 10 minutos não. Se houver dor, apenas o paracetamol está indicado. Se a lesão for ligeira, há no entanto que ter em atenção o conforto da criança ao dormir, designadamente o encostar do olho à almofada que pode aumentara dor e o inchaço. Os sinais de alarme são: aumento da vermelhidão, secreções ou pus, dor persistente, alterações da visão ou sinais de que o globo ocular possa estar lesado. As crianças que usam óculos podem ser lesadas pelos estilhaços de vidro. Neste caso devem ser imediatamente levadas ao serviço de urgência, sem que os pais tentem retirar qualquer fragmento. Ler Mais...

Conselho sobre acidentes oculares

Incline a criança sobre o lavatório, com o olho virado para baixo, puxe com suavidade e sem pressas a pálpebra inferior, peça à criança para abrir o olho (para isso tem de a acalmar e dizer que vai tudo passar), e lave com água morna (quente, nunca! e fria faz retrair a criança) ou soro fisiológico, durante cerca de 15 minutos, interrompendo de 5 em 5 para ver se já está tudo bem. Se ao fim desse tempo a ir a um serviço de urgência. Ler Mais...

Celulite de órbita

A celulite da orbita é uma situação grave, embora tratável, e que exprime a infeção dos tecidos «moles» à volta do olho. É geralmente unilateral e revela-se por dor ocular, inchaço das pálpebras que rapidamente alastra à região à volta do olho, de cor muito encarniçada, podendo acompanhar-se de febre e mal-estar. A origem da infeção pode ser um arranhão, uma picada de inseto ou um terçolho, a partir dos quais a pele e os tecidos «moles» vão sendo progressivamente contaminados. A celulite da órbita é uma situação que deve ser imediatamente tratada, obrigando em muitos casos a internamento, dada a eventual extensão ao interior da órbita e do cérebro. No entanto, não há razão para os pais ficarem assustados, desde que se faça o diagnóstico, porque é tratável com antibióticos (mesmo que por vezes só por via endovenosa). O diagnóstico é feito pela observação e TAC ou ressonância magnética. Ler Mais...

Estrabismo e ambliopia

Diz-se que uma criança tem estrabismo quando existe um problema na fusão cerebral das duas imagens que provêm dos dois olhos. Na criança sem problemas, essas duas imagens são transformadas numa só, a nível do cérebro. Na criança com estrabismo isso não acontece e o cérebro, num esforço para corrigir essa mensagem luminosa dupla, faz com que os músculos de um dos olhos o entorte, de forma a poder fundir as duas imagens numa só. É este mecanismo corretor dos músculos oculares, por ordem do cérebro, que faz com que a criança tenha os olhos tortos. Nesta fase ainda a situação é corrigível. Se o estrabismo não for tratado - e é importante que o seja a partir do primeiro ano de vida -, o cérebro irá cansar-se desse esforço e optará por ignorar a imagem que vem do olho doente, não a processando e servindo-se apenas da imagem que vem do olho saudável. A criança melhora esteticamente, os olhos ficam menos tortos (porque os músculos já não precisam de o entortar, ou seja, de fazer correção) mas isso corresponderá à perda da visão no olho doente - a situação a que se chama «ambliopia» e que já é, na maioria dos casos, irreversível. Neste caso, melhoria estética é muitas vezes um sinal de má evolução. Qualquer suspeita de estrabismo deverá ser referida pelos pais, observada pelo médico-assistente e, se essas suspeitas se mantiverem, a criança deverá ser observada por um oftalmologista. Ler Mais...

A higiene dos olhos

É fácil um bebé desenvolver uma conjuntivite, dado que o canal lacrimal, que fica no canto nasal do olho e drena as lágrimas e as secreções até ao nariz, é pequeno e entope com frequência. A limpeza dos olhos deve ser feita com soro fisiológico, numa compressa (uma para cada olho) e no sentido nariz-orelha. Embora em muitas maternidades se aconselhe o contrário, os pais verão que não faz sentido estar a «pegar» nas secreções na ponta externa do olhos e empurrá-las, compactando-as, para o sítio onde, precisamente, não deve haver «engarrafamentos*. Talvez por isso tantos bebés tenham conjuntivite. Por outro lado, há bebés que nascem com um aperto fisiológico do canal Lacrimal (dacriostenose) e que, por causa disso, têm conjuntivites frequentes. Se estas forem constantes ou se não melhorarem até cerca dos 9 meses, provavelmente terão que levar o bebé a um oftalmologista, para fazer a dilatação do canal. Ler Mais...
Borbulhas no olho | Para Pais.