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Batatas fritas e bolas de berlim?

Ainda há disso? Digo, ainda há senhoras vestidas de branco que andam a vendar batatas fritas e bolas-de-berlim pela praia? Provavelmente não. Como o lince da Malcata, são «espécies em vias de extinção». Actualmente estes produtos são mais estandardizados e vendem-se nas lojas e cafés. Embora façam parte do imaginário da praia, não esqueçamos que as batatas fritas, os donuts e produtos similares são fonte de hidratos de carbono, gorduras e calorias... e pouco mais. Os cremes dos bolos, por seu lado, podem estar na origem de diarreias e gastroenterites. De qualquer maneira, não é razão para os fazer desaparecer, mas apenas para tomar cuidado. Se as crianças comerem muitas coisas dessas, os pais não se podem queixar de que não comem nada às refeições. Ler Mais...

Doença celíaca

Em Portugal, cerca de 35 crianças nascem, todos os anos, com intolerância ao glúten. Ou seja, têm uma característica genética que faz com que o seu corpo não aceite uma fatia de pão, um bolo, uma pizza ou algumas bolachas. São os chamados «celíacos», bebés com «doença celíaca» ou «intolerância genética ao glúten». O glúten é uma parte destes cereais que contém uma proteína: a gliadina, da qual se faz o pão. É a gliadina que permite que o pão (e os bolos e bolachas) cresçam. É por isso que, no pão de milho, há que colocar sempre alguma farinha de trigo, para que ele cresça. Os sintomas de doença celíaca podem aparecer em qualquer momento da vida, e nos bebés pequenos manifesta-se em estreita associação com a introdução de alimentos com farinhas (que começa aos 4-6 meses de idade), geralmente por má progressão de peso, crises de diarreia, irritabilidade, perda do tónus dos músculos e, posteriormente, sintomas e sinais que resultam de não serem absorvidos diversos elementos essenciais ao bebé: ferro, zinco, vitaminas, etc. O tratamento é para a vida toda o que significa ser necessário assegurar bons hábitos e incorporar estas especificações alimentares nos hábitos e na «pessoa» da criança. Ler Mais...

Queijo, requeijão e natas

O queijo vem do leite concentrado e sujeito a fermentação por fungos e bactérias que lhe conferem o... cheiro a queijo. O teor de gordura no queijo é muito elevado, embora já existam queijos light que deverão sempre constituir a opção. Por cada 100 gramas, a gordura anda à volta de 20 a 40 gramas, desde 19 no Camembert a 32 no Serra. O queijo fresco tem 24, as mesmas que o flamengo, mas dado que «não sabe a queijo», muitos pais ignoram que tem a mesma quantidade de gordura. Pode dar-se queijo às crianças - como o sabor e o cheiro são muito acentuados, umas adoram outras detestam. Desde que não façam alergias e que as quantidades sejam simbólicas não há qualquer problema em dar queijo. O requeijão é menos calórico e tem um sabor mais neutro. Às vezes é uma boa solução para as fases de pouco apetite ou de doença. As natas têm muita gordura - cerca de 40 gramas por 100 gramas. Embora as crianças não comam natas, há que pensar duas vezes antes de adicionar natas aos bolos e molhos, bem como pensar na que vai nos gelados. É sempre bom limitar as quantidades deste produto, quanto mais não seja para a criança não crescer com o hábito de adicionar natas na culinária ou de comer gelados a granel. Ler Mais...

Uma estratégia para não aumentar

Há duas maneiras de não aumentar ou até perder peso: comer disciplinadamente e fazer exercício. Em relação ao primeiro, é simples: • Reduzir o consumo de fritos, ou até aboli-los, inclusivamente aqueles que parecem «menos fritos», como os folhados, os donuts e outras coisas semelhantes, para além das batatas fritas, pastéis e coisas semelhantes; • Não misturar gorduras com hidratos de carbono (que erro monumental é pensar que um bolo de arroz ou um queque não engordam...). Mais vale um pão com doce do que um pão com manteiga, porque doce e doce são melhores que doces e gorduras; quanto a gelados, se não se conseguir limitar, então é melhor comer os que têm só açúcar e não têm natas; • Diminuir o consumo de açúcares - doces, caramelos, pastilhas, chocolates, refrigerantes, colas, bolos com creme, etc. - mas se tiver «fome de doces», comer então um «doce a cem por cento» (marmelada, gelado «da fila de baixo» do cartaz, etc.); • Evitar os molhos (inevitavelmente comidos com pão, que por sua vez «pede» mais molho); • Reduzir os hidratos de carbono (muito arroz, massas e batatada); • E, sobretudo, não estar muito tempo sem comer e «enganar a fome» comendo várias vezes ao dia, pequenas refeições equilibradas. O vosso filho quer comer? Tem fome? Então dêem-lhe carne, peixe, legumes, fruta...que beba leite, coma iogurtes, que se entretenha com pastilhas SEM açúcar (depois dos 4 anos de idade), quanto muito que beba colas de baixas calorias, enfim, as opções são muitas. E, caros pais, compete-vos ter em casas adoçantes para adoçar as bebidas e comprar produtos de baixo teor calórico. Ler Mais...

Eletricidade

A eletricidade mata. Além das queimaduras que pode causas – profundas e muito tensas, dado que penetra através da pele para os órgãos internos a eletricidade pode causar electrocução, ou seja, morte por paragem cardíaca, se atingir o coração em determinados momentos do ciclo cardíaco. É impossível proteger todos os pontos de saída de eletricidade (caso contrário não seria necessário têrmo-la em casa). A instalação de um disjuntor de segurança é mandatória, caso algo aconteça. Depois, para além disso, há que proteger os pontos de saída (tomadas, fichas triplas, etc.), vigiar os fios espalhados pelo chão, ver se o material elétrico se vai deteriorando com o uso ou limpezas, e desligar a corrente localmente, sempre que não seja necessária. Convém recordar que eletricidade e água não combinam - todos os eletrodomésticos e tomadas situadas na casa de banho, na cozinha ou até mesmo na garagem devem estar resguardados de eventuais salpicos ou encharcamentos. Os eletrodomésticos são muito apelativos. Rodam, giram, fazem barulhos, e é deles que saem coisas engraçadas, designadamente bolos e outros alimentos. E têm botões. A vontade de mexer é grande, até cerca dos 3 anos, e a vontade de os usar também, a partir dessa idade. Não deixem, contudo, a criança mexer ou servir-se de eletrodomésticos antes dos 6 anos, e sempre com vigilância. Podem, aos 4-5 anos, ir mostrando para que servem, mas paralelamente referir que podem ser perigosos. Depois de utilizar os aparelhos, não os deixem ligados ou por arrumar. Desliguem-nos da tomada, enrolem o fio e não os deixem ao alcance das crianças. Lembrem-se que nunca se deve mexer em aparelhos elétricos com as mãos húmidas, mesmo em situações tão simples como acender uma luz num interruptor, e ensinem isso às crianças, até porque, com a pressa com que sempre andam, enxugam as mãos a correr, ficando húmidas. Ler Mais...
Bolos de prequito | Para Pais.