Resultados para: "bolhas brancas no calcanhar"

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A carne vermelha alimenta mais que a branca?

A diferença entre as carnes e vísceras vermelhas, em relação às brancas, é o seu maior conteúdo de ferro. Todas as carnes têm quantidades variáveis, mas sempre importantes, deste mineral. Ainda por cima, o ferro dos produtos animais é melhor absorvido e utilizado do que o ferro de origem vegetal. Em relação às proteínas, vitaminas e minerais, não existem grandes diferenças entre a carne vermelha e a carne branca. 0 seu conteúdo em gordura saturada e colesterol é muito semelhante. A principal diferença no valor nutritivo destes alimentos refere-se, pois, ao conteúdo em ferro, pelo que não existe justificação para afirmar que as carnes vermelhas são melhores do que as brancas. O fundamental é que sejam carnes de confiança, no que toca à higiene, doenças, produtos adicionados nas rações ou administrados aos animais. Ler Mais...

Doença da boca-mão-pé

A doença boca-mão-pé ocorre sobretudo cerca dos 4-5 anos, e pode ser causada por uma grande variedade de vírus, mais frequentemente um que se chama coxsackie. A doença não costuma ser grave e as crianças recuperam numa semana. Os sintomas começam por febre ligeira, perda de apetite e mal-estar geral. Segue-se o aparecimento de aftas dolorosas na boca, sobretudo na parte interior das bochechas e gengivas, e manchas nas palmas das mãos e plantas dos pés, que depois evoluem para nódulos e bolhas. A doença é contagiosa através das secreções nasais, saliva e líquido das bolhas, durante pelo menos uma semana depois do início da doença. Perante estes sintomas a criança deverá ser observada pelo médico-assistente. O risco maior consiste na desidratação provocada pela não ingestão de líquidos em quantidade suficiente, atendendo à dificuldade em engolir e à falta de apetite. A alimentação deve ser baseada em líquidos e pastosos, frios e de sabor neutro (gelados, por exemplo). Não há tratamento específico, mas é preciso dar todos os medicamentos necessários para o conforto da criança, e os pais não se devem surpreender se ela emagrecer – passada a doença, o apetite virá, e em força. É conveniente evitar o contacto com mulheres grávidas. Ler Mais...

Dar um gabinete…

Nestes dois casos, a solução foi idêntica, mas a origem dos casos distinta. O João queria dar largas à sua imaginação e criatividade, entusiasmado com um brinquedo novo, ainda por cima cheio de cores. Para que é que servem canetas de 48 cores se não para pintar? E há tela mais apetecível que quatro paredes brancas? No segundo caso passava-se o contrário. A Emília não tinha alternativa aos DVD's. Sem nada de novo para fazer, qual a escolha? É precisamente disto que se trata: alternativas. Não se pode exigir de uma criança uma mudança de comportamento sem lhe propor algo que seja suficientemente interessante. Outras razões, como as paredes da sala terem de estar brancas (para uma criança será muito mais engraçado vê-las às cores) ou ver-se muitos DVD's fazer mal aos olhos, não são, na óptica de crianças desta idade, suficientemente apelativas e sólidas. Ninguém, seja com que idade for, muda um comportamento se não tiver uma alternativa, e não entender que o que lhe é proposto é melhor, a curto ou a longo prazo, para si ou para os outros. A vontade do João em pintar teve de ser organizada e balizada. A dedicação da Emília a uma actividade pôde ser canalizada para algo mais construtivo e imaginativo. Por outro lado, ter o seu cantinho de trabalho, no espaço comum ou dos adultos, também é estimulante, não apenas pela companhia que os pais fazem (estão presentes, tiram dúvidas, pode-se mostrar o que se fez), mas por as crianças sentirem que acederam ao território dos «mais velhos». Um jogo para os pais Cada um agarra numa folha de papel e numa caneta. E têm cinco minutos para escrever dez (vá lá, pode ser cinco) brincadeiras/jogos de que os vossos filhos gostam mais, e outros tantos que detestam. No final, troquem as folhas e leiam. Espantem-se. E troquem impressões, não apenas para saber porque é que o outro escolheu determinadas coisas, mas para combinarem os próximos passos a dar. Ler Mais...

Estou com 35 semanas de gravidez e tenho cãibras terríveis nas pernas. O que posso fazer?

As cãibras nas pernas, quando os músculos das pernas têm um espasmo doloroso, são comuns na gravidez, em particular à noite, e acontecem devido à pressão do útero nos nervos pélvicos. Isto em geral resolve-se por si, logo que sai da cama e usa o músculo. Contudo, se a dor não desaparece e não há qualquer vermelhão ou inchaço na perna, deve consultar o seu médico com urgência para eliminar a possibilidade de um coágulo. Para reduzir a frequência das cãibras ou a sua intensidade, beba muita água para prevenir a desidratação e faça alongamentos de pernas e exercícios com os tornozelos, primeiro rodando o calcanhar e depois curvando os dedos dos pés, antes de ir para a cama. Exercícios leves, como caminhar ou nadar, também podem ajudar, e pedir ao seu companheiro, amigos ou familiares para lhe massajar as pernas em particular os músculos da barriga da perna, pode melhorar a circulação. Alguns estudos sugerem que tornar suplementos de magnésio reduz a frequência das cãibras, mas por agora são inconclusivos. Ler Mais...

A gravidade das queimaduras

As queimaduras podem dividir-se em três tipos, conforme a lesão que causam - a resposta terapêutica difere muito de umas para outras:
  • primeiro grau - causadas habitualmente por um contacto breve com o calor (ou mais prolongado, mas com fontes de calor mais vagas, como o sol), causam vermelhidão, dor e um pouco de inchaço no local;
  • segundo grau - mais graves, resultam em bolhas (flitenas) e grande vermelhidão, com dor intensa;
  • terceiro grau - profundas, com lesão e destruição dos tecidos, podendo não causar dor porque os nervos sensitivos ficam queimados (a queimadura por eletricidade pode causar lesão interna sem nenhuma alteração à superfície).
As queimaduras podem pôr em causa a vida ou deixar sequelas físicas e psicológicas que, frequentemente, exigem múltiplas intervenções cirúrgicas e internamentos. A taxa de hospitalização é, aliás, muito elevada e as queimaduras são o grupo de lesões acidentais que maior duração de internamento têm, para além de um enorme sofrimento. À ação do calor junta-se, frequentemente, a libertação de gases e de fumos que podem causar intoxicações e lesões gravíssimas da árvore respiratória - muitas das vítimas de incêndios morrem devido a problemas respiratórios e não pelo fogo em si. Ler Mais...

As batas brancas

A bata branca é um dos símbolos do poder e da sabedoria médica. A par do estetoscópio, que surge sempre em qualquer representação de um médico, dos bonecos de cerâmica às telenovelas. E ainda há quem as use, mesmo quando nada justifica esse vestuário que é de distanciamento, quando não há razões de proteção. As crianças pouco querem saber do poder médico, e o que as impressiona é a bata, até poderem ter reações de medo, pânico e quase de fobia, a que se apelidou de «síndroma da bata branca» - agitação excessiva, choro compulsivo e medo. As crianças que já passaram por vários internamentos estão em maior risco de terem estas reações. No entanto, não deve ser confundida esta síndroma com a reação ao estranho e a sensação de vulnerabilidade, normal e natural numa criança entre o ano e os 3 anos. São coisas diferentes. Pessoalmente, nunca usei bata, a não ser no hospital, e em muitos dos departamentos a contragosto, por não encontrar nenhuma justificação. Aliás, sabe-se que, bacteriologicamente, as batas (sobretudo se andam dos consultórios para os hospitais) têm micróbios mais resistentes do que a roupa normal. Ler Mais...
Bolhas brancas no calcanhar | Para Pais.