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Sinais e sintomas

  • febre (de início súbito, em «picos»»);
  • arrepios;
  • aspeto tóxico (ar gravemente doente);
  • alterações do estado mental;
  • irritabilidade;
  • letargia;
  • ansiedade e agitação;
  • má resposta a estímulos;
  • coma;
  • choque;
  • pele fria;
  • palidez;
  • cianose;
  • sinais na pele (hemorragias) – petéquias («picadas de alfinete»), equimoses («nódoas negras), gangrena (por falta de oxigenação).
O exame aponta para o diagnóstico embora, muitas vezes, a ausência das lesões da pele possa atrasar o diagnóstico. Por vezes há sinais e sintomas das doenças associadas (meningite, epiglotite, pneumonia, celulite, artrite ou outros). Os testes que se efetuam incluem a hemocultura, a punção lombar, a análise das lesões da pele, análises ao sangue (designadamente para ver como está a coagulação a funcionar), etc. Uma septicemia exige imediato internamento hospitalar, numa unidade de cuidados intensivos ou de infeciologia especializada. O choque séptico tem uma mortalidade muito elevada (superior a 50%), estando muito dependente da precocidade do início do tratamento e da sua adequação. Ler Mais...

Como atuar perante maus-tratos?

É prioritário defender e proteger a criança, designadamente a sua vida e saúde, tendo em conta que mesmo os casos aparentemente «suaves» podem, rápida e inesperadamente, aumentar de gravidade, pondo em risco a integridade física e psicológica da criança. A proteção da criança passa sempre pela garantia do seu melhor interesse. Neste sentido, para além da sua proteção, a recuperação da família deverá ser um passo e um objetivo essencial, por muito que choque às vezes o público em geral, mas uma atuação firme de denúncia e de inaceitabilidade deste tipo de comportamentos não é incompatível com uma visão mais a longo prazo e de envolvimento da família, mesmo que os abusadores devam sempre ser denunciados pela prática destes crimes. Os maus-tratos físicos são agressões à integridade física da criança e podem deixar sequelas físicas e psicológicas. A tipologia das lesões é variável, desde nódoas negras, fraturas, queimaduras (líquidos, água, cigarros, metais, etc.), a feridas e lacerações ou lesões externas e internas, podendo atingir a pele, os órgãos internos ou os olhos, crânio, genitais, abdómen, boca, nariz e orelhas. São comuns as lesões intracranianas, designadamente as lesões oculares, muitas vezes isoladas e, portanto, mais impercetíveis, como na chamada «síndroma do abanão do bebé», em que a criança é violentamente abanada pelos ombros, podendo daí resultar hemorragias retinianas graves ou lesões cerebrais com consequências nefastas. Ler Mais...

Sinais de Alarme

A esmagadora maioria dos pais é muito competente ao lidar com as doenças dos filhos. Embora se assista a uma fase de diminuição da autoconfiança e de uma excessiva dependência dos profissionais – e reconhecendo que em situações de dúvida mais vale pecar por «excesso» do que por «defeito» - a maioria dos pais está apta a resolver as situações mais comuns e mais banais, sem entrar em stresse e sabendo quando recorrer aos serviços e à ajuda dos profissionais sem exagerar num ou noutro sentido. Os serviços telefónicos (Saúde 24 - «Dói-dói, Trim-trim»), e o médico-assistente serão complementos excelentes, para retirar alguma dúvida remanescente. Quais os sinais de urgência? É importante saber quais os sinais e sintomas que devem levar a criança imediatamente ao médico:
  • sonolência demasiada sem razão aparente, prostração;
  • hipotonia (moleza exagerada, sem força no corpo);
  • convulsões;
  • choro prolongado de dor, com características de grito ou gemido;
  • febre alta (superior a 40°C rectal ou 39°C axilar) há mais de 3 dias completos;
  • dores de cabeça que interrompem as brincadeiras ou que acordam durante a noite;
  • cianose (a criança ficar arroxeada);
  • dificuldade intensa a respirar;
  • vómitos que não passam e não permitem alimentar;
  • sinais de desidratação - olhos encovados, fontanela deprimida, pele com perda de elasticidade (especialmente na barriga), sede intensa, boca seca, urinar pouco (menor número de fraldas molhadas do que o costume);
  • aparecimento em catadupa e de forma crescente de pequenas hemorragias na pele (pressionando com um vidro, como um copo, elas não desaparecem) ou de nódoas negras.
Se não houver qualquer destes sinais ou sintomas, mas existir a combinação de dois ou mais dos sinais e sintomas que se listam seguidamente, então a criança deverá ser levada ao médico dentro das 24 horas seguintes:
  • sibilância a respirar («pieira»);
  • tosse intensa, seca ou com secreções;
  • irritabilidade;
  • vómitos;
  • diarreia;
  • lesões cutâneas generalizadas (exantemas, borbulhas, babas);
  • febre acima de 40,5° rectal ou 39,5° axilar.
Sublinhando sempre que, em caso de dúvida, é preferível a criança ser observada de imediato por um médico. Ler Mais...

O que causa a fibrose quística?

A fibrose quística é, como foi referido, uma doença hereditária, como um modo de transmissão recessivo, ou seja, para que um indivíduo manifeste a doença é necessário herdar dois genes doentes, um do pai, outro da mãe. Todas as crianças, para as diversas características, recebem genes dos dois progenitores. Toda a gente, mesmo as pessoas aparentemente saudáveis, têm pelo menos seis genes doentes, só que eles não se manifestam porque são recessivos, ou seja, necessitam, para se expressar em doenças ou sintomas, de encontrar outro gene igualmente doente, para essa mesma doença. Se uma criança herdar um gene doente, não manifesta doença, apenas será um portador dela. Se, pelo contrário, ambos os pais tiverem o gene doente, as probabilidades de ter doença são de 1:4, e de ser portador de 1:2, em 1:4 dos casos, a criança não herdará nenhum gene e, portanto, não será nem portador nem doente. Em termos gerais, o defeito que existe na fibrose quística, e que justifica os diversos sintomas, é um mau funcionamento das células com funções de secreção, particularmente as de secreção externa - brônquios, pâncreas, mas também a pele e os aparelhos digestivo e reprodutivo. Existe um problema relativamente à passagem do cloro das células, parte dele na forma de cloreto de sódio, o que vai provocar um aumento da espessura das secreções, com entupimentos e disfunções a vários níveis:
  • ao nível do aparelho respiratório surgem os sintomas mais graves e mais frequentes. As secreções brônquicas ficam muito espessas e tornam-se difíceis de eliminar, enchendo os brônquios e condicionando o aparecimento de infeções respiratórias de repetição, por bactérias cada vez mais resistentes e agressivas. Por outro lado, o aparelho ciliar, que ajuda à limpeza dos brônquios, não funciona inteiramente e vai-se também degradando com a agressão constante pelos micróbios e pela própria situação. As próprias bactérias, apanhadas no muco, mas não expulsas, ganham espaço e alimentos para proliferarem, ao nível dos pulmões;
  • as secreções nasais são também elas espessas e podem surgir pólipos no nariz e nos seios perinasais, o que contribui para uma situação de sinusite crónica e para, nessas secreções estagnadas, que são um bom meio de cultura para as bactérias, crescerem micróbios agressivos;
  • ao nível do tubo digestivo, o pâncreas vê os seus canais entupidos, o que leva a que segregue enzimas em quantidade insuficiente, condicionando uma digestão insuficiente dos alimentos, principalmente das gorduras, que são as substâncias que mais precisam das enzimas pancreáticas - aparecem então fezes abundantes, gordurosas e de cheiro fétido. Esta má absorção dos alimentos explica porque é que, nestas crianças, embora se mantenha o apetite elas sejam habitualmente mal nutridas e tenham problemas em ganhar peso;
  • ao nível das glândulas sudoríparas (suor) há produção excessiva de cloro e de sódio. Em caso de aumento de sudação (por exemplo em dias de calor, com a febre, etc.) pode por vezes surgir desidratação;
  • todas as secreções acabam por ser atingidas, incluindo o esperma, o que pode contribuir para uma baixa de fertilidade.
Embora a maioria dos sintomas se vá instalando vagarosamente, e alguns deles sejam mesmo tardios, é possível fazer o diagnóstico com relativa precocidade, mas tudo depende do ritmo e tipo de aparecimento dos sintomas e de como são (ou não) contextualizados. Em regra, o diagnóstico faz-se por volta dos 3 anos de idade. O diagnóstico da fibrose quística tem evoluído ao longo dos anos. As formas de apresentação, a gravidade e a evolução clínica da doença são variáveis. Em cerca de 15% dos recém-nascidos afetados manifesta-se por oclusão intestinal ao nascer pois o mecónio (fezes negras, características dos bebés nos primeiros dias de vida) é de si já espesso - nestes casos o diagnóstico é feito muito cedo. As infeções respiratórias começam cedo, de forma repetida, associando-se frequentemente a um número elevado de dejeções diárias, com cheiro fétido, e a um certo atraso no crescimento, com cruzamento constante das curvas de percentagem do peso e da altura, apesar do apetite conservado. Obviamente que se as infeções respiratórias forem graves e frequentes, o crescimento é afetado sem serem necessárias mais razões. Conforme se referiu, a quantidade de cloreto de sódio no suor está alterada - a pele dos bebés fica por vezes «salgada». E neste facto que se baseia o diagnóstico através da chamada «prova do suor». Contudo, como esta prova pode ter um grau de erro, é sempre conveniente confirmar o diagnóstico por métodos de análise do ADN, o que veio permitir também identificar a doença no feto e identificar os portadores saudáveis do gene doente. Cerca de uma em cada 30 pessoas tem esse gene doente, sem o saber, e quando tem um filho de outra pessoa com o gene doente, a probabilidade de esse filho ter a doença é de um para quatro. Ler Mais...

Dores de cabeça

As dores de cabeça são uma situação muito comum nas crianças: entre metade e dois terços referem tê-las pelo menos uma vez por mês. Assim, numa criança, uma dor de cabeça não deve ser considerada de imediato uma doença, mas pode ser um indicador de que «algo está mal». Embora na maior parte dos casos estas dores sejam esporádicas e ligeiras, causam muitas vezes preocupação e ansiedade, além de poderem afetar o dia-a-dia das crianças e dos adolescentes. As dores de cabeça nas crianças são fundamentalmente causadas por:
  • doenças - desde infeções respiratórias banais (gripe, faringite, amigdalite) a alergias, (febre dos fenos, sinusite), passando por muitas outras situações, a maioria discretas e passageiras; praticamente todas as doenças podem manifestar-se por ou ser acompanhadas de dores de cabeça. Um episódio isolado só muito raramente é sintoma de doença preocupante; os casos de infeções graves (como a meningite) ou de tumores cranianos acompanham-se geralmente de outros sinais e sintomas. No entanto, se a dor for extremamente intensa e/ou se não passar em alguns dias, é conveniente consultar o médico. A hipertensão arterial isolada, embora rara na infância e na adolescência, pode também manifestar-se apenas por dores de cabeça (fortes, latejantes e repetidas);
  • cárie dentária, especialmente se houver abcessos, ou os problemas de desalinha- mento dos maxilares, por exemplo, podem ser também causa de dor de cabeça; o mesmo acontece no que respeita às perturbações do ouvido, com destaque para as otites e para os chamados barotraumatismos (causados pela pressão ao mergulhar por exemplo em piscinas ou no mar). Nas crianças mais velhas, a sinusite pode ser uma causa frequente de dor de cabeça, mas acompanha-se geralmente de outros sintomas (nariz entupido, «ranho», tosse predominantemente noturna, etc.).
  • curiosamente, a primeira situação que vem à cabeça quando se fala de dores na dita é a falta de visão. Mas a baixa da visão, acreditem, só muito raramente é que é causa de dor de cabeça prolongada e crónica,
  • «saltar» refeições - pois é...essa coisa de não tomar certas refeições - seja por esquecimento, seja por que se está a fazer birra - é um erro crasso pois além de não ser método de emagrecimento ainda se podem arranjar problemas, nomeadamente dores de cabeça. Muitas crianças levantam-se de manhã com o tempo contado (ou melhor, mal contado) e saem de casa sem tomar o pequeno-almoço. É um erro! O pequeno-almoço, depois de um jejum noturno que é quase sempre superior a 10 horas, é essencial para repor os níveis de açúcar no sangue. Se estes baixam muito, diminui o rendimento intelectual (e o escolar), faltam as forças físicas e aparece irritabilidade, má disposição e...dores de cabeça. O mesmo acontece se se estiver sem comer muitas horas à tarde, mas é mais comum ser o pequeno-almoço a refeição sacrificada;
  • dormir pouco - outra causa bastante frequente. Cada pessoa tem o seu ritmo de sono e a necessidade em horas de sono varia muito conforme as pessoas e as idades. A maior parte das crianças precisa de dormir, e precisa de dormir em alturas do dia que muitas vezes não são as mais adequadas à organização da vida (durante o fim da manhã, por exemplo). Os horários dos estabelecimentos escolares não se compadecem com as necessidades e exigências biológicas. Por este motivo, muitas crianças acabam por dormir pouco, acordando com dores de cabeça que se mantêm durante grande parte do dia;
  • stresse - excesso de trabalho na escola e de atividades fora da escola; discussões frequentes com os pais; ansiedade...tudo isto pode causar dores de cabeça, geralmente descritas como se fosse uma «fita apertada à volta da cabeça», em ambos os lados e por vezes à frente e atrás;
  • enxaquecas - a ideia de que as enxaquecas só surgem nas pessoas «velhas» é errada - as crianças também têm enxaquecas. Geralmente aparecem só de um lado, acompanhadas de esvaimento ou vertigem, com enjoo ou vómito, e frequentemente com sintomas sensoriais (luzes, sons, cheiros). Se há alguém na família com enxaquecas a probabilidade de as ter é maior. A descrição é de como se alguém estivesse a bater com um martelo, sincopadamente, dentro da cabeça. Mais raramente, o espasmo vascular associado a certas formas de enxaqueca pode provocar sintomas parecidos com os de um acidente vascular cerebral;
  • traumatismos cranianos - mesmo não sendo violentos, podem causar dor de cabeça mantida durante uns dias ou semanas. Se for o caso, a criança deverá ser observada;
  • televisão e ecrãs a mais;
  • alguns medicamentos;
  • viagens longas de carro;
  • causa psicogénica, associada à depressão. As dores de cabeça, neste contexto, equiparam-se a outros sintomas designados por «equivalentes depressivos», como a falta de energia, baixa de apetite, dores de estômago, perda de interesse pelas atividades do dia-a-dia, andar «embezerrado», problemas de sono (acordar muitas vezes durante a noite ou acordar muito cedo) e dificuldades de concentração, entre outras.
Nas crianças desta idade, e quando já sabem dizer o que sentem, as dores de cabeça expressam-se por «tensão» sensação de constante pressão, como se tivesse uma cinta a apertar, e constrição. A maior parte das dores de cabeça correspondem a uma causa muito concreta e passam quando a mesma é corrigida. Os casos graves são felizmente raros, mas não convém aligeirar a situação, sobretudo se não se encontra uma causa definida e/ou se as dores são fortes, perturbam ou impedem a atividade normal ou se são muito frequentes (mais de uma por semana), ou então quando fazem a criança acordar de noite. Outra razão para ser observada por um médico é pura e simplesmente a criança estar preocupada com a questão. De qualquer forma, e além do que foi dito, é conveniente consultar o médico-assistente nos seguintes casos:
  • existência de um episódio de traumatismo craniano;
  • convulsões ou desmaios;
  • vómitos (salvo no caso da enxaqueca, depois de ter sido já diagnosticada como tal); dores que fazem a criança acordar a meio da noite;
  • dores que se acompanham de visão turva, pontos negros na visão (como se fossem pequenas «moscas» a esvoaçar de encontro a uma parede branca), zumbidos nos ouvidos ou outras alterações visuais;
  • se houver outros sintomas como rigidez da nuca, dores de dentes, aparecimento de lesões cutâneas em forma de cabeça de alfinete ou nódoas negras etc.
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Bocentas negras | Para Pais.