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Pão integral ou pão branco?

Num dado momento da história, o pão branco começou a ser consumido pelas classes sociais mais favorecidas, como forma de se «separarem» das classes mais pobres Poderia ser muito «nobre», mas tratava-se de um monumental erro nutritivo. Infelizmente a moda pegou e o consumo de pão branco estendeu-se a todas as pessoas. No processo de refinamento do pão perdem-se fibras e alguns nutrientes importantes para o equilíbrio da criança. A digestão do integral é mais lenta, dando mais saciedade, e a fibra faz funcionar melhor o intestino. Portanto, embora o pão branco seja eventualmente mais agradável e de mais fácil digestão, o pão integral tem elementos nutritivos importantes que o branco perdeu, e que são protetores em relação à saúde. Tem, pois, de se valorizar o pão integral, mas também não é caso de se exorcizar o branco, dado que o consumo de pão (seja qual for) é muito, importante e, se bem mastigado, poderá diminuir o consumo de doces. Ler Mais...

O que significa um trabalho de parto pré-termo?

Pré-termo significa que o bebé nasce algumas semanas antes do previsto. Enquanto só uma pequena percentagem de bebés nasce no dia em que realmente se espera, prever exatamente quando será o parto é completamente impossível. A maioria das mulheres tem os seus bebés entre as 37 e as 42 semanas de gravidez. A data prevista (DPP ou data provável do parto) é calculada às 40 semanas. Tecnicamente, qualquer bebé nascido antes de completar as 37 semanas de gravidez é considerado prematuro, mas quanto mais perto da DPP o seu bebé nascer, menos problemas terá em adaptar-se à vida fora do útero. Ler Mais...

Como é feita?

A ecografia transmite ondas de som de alta frequência através do útero que e ecoam no bebé. Os seus ecos são convertidos em imagem. Os ecos maiores referem-se aos tecidos mais densos como os ossos que aparecem na imagem do ecrã a branco, enquanto que os tecidos moles são uma mancha cinzenta. Os espaços cheios de liquido como o estômago, a bexiga, os vasos sanguíneos e o líquido amniótico que envolve o bebé não devolvem as ondas de som e assim aparecem a preto. É a diferença entre ecos e cores que possibilita a interpretação das imagens. Ler Mais...

Sou modelo e estou preocupada em ficar com estrias. Há alguma coisa que possa fazer para as evitar?

Compreendo a sua preocupação, em especial porque a sua aparência afecta o seu trabalho. Julga-se que as estrias, também chamadas striae gravidarum, estão mais relacionadas com o colagénio e a elastina contidos na sua pele, do que com o expandir da sua barriga. Ocorrem quando as camadas de colagénio da pele esticam, em zonas de depósito de gorduras como nos seios, no abdómen e nas coxas. Infelizmente, não há comprimidos, cremes ou loções mágicas que possam influenciar o facto de ter ou não estrias, ou, se tiver, qual a sua gravidade, embora fazer exercício regular possa ajudar a manter um peso ideal na gravidez e assim a minimizar as probabilidades do aparecimento de estrias. Tire algum conforto do facto de que embora as marcas possam ser vermelhas e pálidas durante a gravidez, nos meses seguintes ao parto perdem a cor, tomando-se de um branco prateado e menos óbvias. Ler Mais...

Assim que nasce, o bebé é capaz de ver

As capacidades sensoriais do bebé têm sido alvo de crescente interesse. No que respeita à visão, por exemplo, sabe-se que praticamente todos os bebés são capazes de seguir com os olhos objetos de cor viva. Apesar de poder haver ainda uma certa dessincronização dos movimentos oculares, a criança é capaz, desde os primeiros dias de vida, de encontrar o objeto que se desloca e, inclusivamente, de movimentar a cabeça para melhor seguir o objeto. Esta actividade exige a atenção completa do bebé e implica a existência de mecanismos de controlo complexos. Demonstrou-se, de igual modo, que os bebés fixavam mais longamente um alvo, desde os primeiros dias de vida, desde que fosse desenhado o esboço de um rosto humano ou círculos concêntricos de uma cor única prova evidente de que conseguem distinguir uma superfície estruturada de uma não-estruturada. Foi, inclusivamente, sugerido que os bebés, a avaliar pelo tempo em que se mantêm a fixar a imagem, terão um certo prazer neste exercício. O que poderá justificar o que apelidamos de «desinteresse» do bebé pelo que vê ao longe, tem a ver com o facto de o bebé não ter, quando nasce, memórias com as quais possa «acertar» e «comparar» o que está a ver. Assim sendo, o significado da maioria das coisas é, ainda, incerto e desconhecido. Por outro lado, a discriminação dos pormenores de um objecto ou de uma cena exige uma grande atenção e uma observação demorada e analítica, o que é ainda difícil para um bebé pequeno, que se cansa facilmente com os estímulos a que ainda tem que se habituar. Sabe-se, de igual modo, que um bebé consegue ver nítido a uma distância de um palmo (cerca de 20 cm) que é, afinal, nem mais nem menos do que a distância natural entre a face da mãe e a sua, quando está ao colo ou a mamar. A natureza realmente não se engana. A evolução da visão vai-se fazendo gradualmente, e quer o tempo que o bebé aguenta a olhar para as coisas, quer a atenção que lhes dedica e o significado que o seu cérebro já lhes consegue atribuir fazem com que, a partir de cerca dos quatro meses, a capacidade de ver com nitidez seja já praticamente total. Desta forma, é indiscutivelmente importante investir na interacção precoce entre pais e filhos, e no jogo sensorial entre ambos (sem cair, obviamente, na estimulação exagerada ou na «exigência» de performances). Um recém-nascido interessa-se, em primeiro lugar, pelos contornos e pelas fronteiras entre as cores, e o seu gosto em olhar formas com vários ângulos atesta a vontade de apreender o máximo de informa- ções. Gosta das cores contrastadas, dos objetos de médio tamanho em que a luz se reflecte e, de preferência, de forma ovoide. Por outro lado, prefere a face humana à sua representação em desenhos. Durante o primeiro mês de vida, a criança sabe distinguir o rosto da mãe e do pai do das outras pessoas, e reage de forma diferente às diversas expressões que a mãe faz. Se ela sorrir, a criança fica calma ou até sorri. Se a mãe ficar impassível ou fizer uma cara zangada, a criança fica, primeiro, parada à espera; depois, faz uma expressão triste e chora. A capacidade de imitação é bastante grande: se os pais deitarem a língua de fora, demoradamente, o recém-nascido vai tentar fazê-lo também, abrindo a boca, fazendo movimentos com a língua e conseguindo, muitas vezes, deitá-la de fora também. Fá-lo-á mais rápida e eficazmente se for sendo aplaudido e elogiado pelos seus progressos. Até cerca dos quatro meses, os bebés vêm a preto e branco, em tons de cinzento. Depois ganharão progressivamente os elementos (cones) que lhe permitirão conferir, segundo as três tonalidades principais (azul, verde e encarnado), a imensa paleta de cores dos objetos. Ler Mais...

O que é o colostro?

O colostro, normalmente chamado o primeiro leite, é uma substância aguada branco-amarelada produzida pelos seios para os primeiros dias. A maioria das mulheres não dá conta dele até depois do parto, embora comece a ser produzido logo às 20 semanas de gravidez e pode pingar durante a gravidez. Embora o colostro não seja abundante, tem uma grande concentração de nutrientes. É elevado em proteínas e vitamina K e também contém anticorpos e glóbulos brancos para proteger o seu bebé contra as infeções. O colostro ajuda o seu bebé a expelir as secreções e forra o estômago com uma camada protetora que ajuda na luta contra substâncias estranhas, como bactérias no organismo. Também se julga que o colostro ajuda a evitar alergias. Ler Mais...
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