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O que é um nado-morto?

Um nado-morto é quando um bebé morre no útero depois de 24 semanas de gestação, antes de nascer. Perder um bebé é muito diferente das outras perdas, o que se deve em parte ao facto de hoje em dia, com as tecnologias existentes e os avanços dos cuidados de saúde, não se julgar possível perder um bebé. O contraste cruel entre nascimento e morte, e o não se ficar com recordações físicas dessa personagem com quem criámos laços durante a gravidez e que tanto ansiávamos conhecer é muito difícil de compreender. Muitas vezes os pais procuram respostas para coisas inexplicáveis e isso pode, por vezes, atrasar todo o processo de luto. O mais importante para os casais que vivem tal perda é não ficar a pensar nos ses, nos mas e nos talvez e lembrarem-se de que não tiveram culpa. Ler Mais...

Tenho lúpus – como é que isso vai alterar os meus cuidados durante a gravidez?

O lúpus é uma doença auto-imune que causa inflamação nas articulações dos ossos, no sangue, rins, e pele e os doentes por vezes descobrem que os sintomas se agravam devido a certos acontecimentos. A doença é mais comum nas mulheres do que nos homens, em especial nas mulheres em idade de dar à luz. Algumas mulheres acham que a gravidez agrava o lúpus, provavelmente devido às alterações hormonais que ocorrem, enquanto que outras acham que a gravidez alivia os sintomas. Como o lúpus pode afectar o feto, aumentando o risco de nado-morto aborto, trabalho de parto pré-termo e crescimento lento, a sua gravidez será vigiada de muito perto, em especial quando se medir a sua tensão arterial e analisar a urina. Contudo, a probabilidade é que venha a ter uma gravidez e um bebé completamente saudáveis. Pode contactar a Associação de Doentes com Lúpus para apoio e informação. Ler Mais...

Quando devo pôr o meu bebé de barriga para baixo?

Mesmo um recém-nascido pode passar algum tempo de barriga para baixo quando estiver acordado para ajudar a fortalecer o pescoço e os ombros e para ajudar a controlar a cabeça. É importante que o seu bebé não passe o tempo todo deitado de costas, pois com o passar do tempo pode deformar a cabeça e "achatá-la" num dos lados. Quando for mais velho, deitá-lo de barriga ajudá-lo-á a aprender a gatinhar. Supervisione-o durante "o tempo de barriga para baixo" e esteja pronta para ajudar se ele se cansar ou ficar frustrado; irá gradualmente ficando mais forte. Contudo, nunca ponha o seu bebé de barriga para baixo para dormir, pois isso pode aumentar o risco de morte súbita. Ler Mais...

Como se manifesta

Os sintomas de uma pneumonia bacteriana aparecem subitamente e podem incluir dor torácica, febre, arrepios, dificuldade respiratória e aumento da frequência cardíaca. Quando surgem estes sintomas, há que suspeitar de uma pneumonia. São sinais de gravidade, mesmo de emergência médica, incluem febre muito alta, cor da pele arroxeada, prostração, confusão mental. Se com a tosse vier pus ou sangue, deve levar-se a criança imediatamente à urgência. Quando a pneumonia é nos lobos inferiores, um dos sintomas dominantes pode ser a dor na barriga que, juntamente com a febre, os vómitos e a prostração simulam frequentemente apendicite aguda. As pneumonias causadas pelo Mycoplasma são um pouco diferentes, mais parecidas com a gripe, com cansaço, febre não muito alta, dores de garganta e diarreia. A tosse é seca e repetida, e prolonga-se durante semanas. Ler Mais...

Dores de barriga

Dói-me a barriga» é uma queixa muito frequente, nas crianças entre o 2 e os 5 anos. E como a dor é algo de subjetivo, é sempre difícil aos pais conseguirem ter uma dimensão real da situação. É sempre importante pensar nas questões que levantei acima, e que dizem respeito a qualquer dor. No entanto, a ausência de outros sintomas ou sinais, por exemplo, não significa que a dor seja leve ou irrelevante, ou de origem psicológica e emocional. Na maioria dos casos, as dores de barriga não traduzem nenhuma doença grave. Algumas dores são mesmo fisiológicas, correspondendo a movimentos mais intensos do intestino, que funciona por contrações (designadas por movimentos peristálticos) que fazem com que o conteúdo fecal avance de uns segmentos para os outros. O estômago também é um músculo e ao contrair-se pode provocar dor. Outro aspeto a ter em conta é se as dores de barriga são comuns ou não. Algumas crianças têm movimentos peristálticos fortes, que têm exclusivamente a ver com a maneira de funcionar do tubo digestivo (assim como algumas são mais obstipadas e outras menos). Uma dor de barriga numa criança que nunca se queixa pode ter um significado diferente de uma dor numa que é «presa» e que todos os dias se queixa antes de ir à casa de banho. Se a dor for forte, violenta, em jejum, se aparece em «ondas» de agravamento e relativa acalmia, com diarreia ou vómitos contínuos, febre alta, sangue nas fezes ou desidratação, quebra do estado geral e progressivo agravamento, há que levar a criança ao médico imediatamente (ver Apendicite, Gastroenterite, Helicobacter, Invaginação intestinal, Obstipação). Enquanto se espera pela evolução, quando não há sintomas ou sinais de gravidade, pode dar-se paracetamol ou antiespasmódico. No entanto, há que ter cuidado para não se mascarar o quadro, quer dando antibióticos (se for uma apendicite, por exemplo, adia-se o diagnóstico, com efeitos nocivos), quer anulando a dor que é, afinal, um sinal importante para avaliar o quadro. Ler Mais...

Sintomas e sinais de alarme

Em primeiro lugar, há que saber quais os sinais e sintomas que devem levar a criança IMEDIATAMENTE ao médico: - convulsões - cianose (a criança ficar arroxeada) - dificuldade a respirar (vêem-se as costelas a ir para dentro, e as «asas» do nariz a abrir. A criança tem «fome de ar», piora ou faz muito barulho a respirar) - choro prolongado, grito (diferente do choro forte) ou gemido - sonolência demasiada sem razão aparente - prostração -não responde a estímulos como sorrir -recusa repetida de mamar (em crianças pequenas) -hipotonia (moleza exagerada, sem força no corpo - segurando-se pela barriga, costas para cima, parece um «boneco de trapos») -dores de cabeça que interrompem as brincadeiras ou que acordam durante a noite - febre alta (superior a 40°C rectal ou 39,5°C axilar) há mais de 3 dias completos; -sinais de desidratação olhos encovados, fontanela deprimida, pele com perda de elasticidade (especialmente na barriga), sede intensa, boca seca, urinar pouco (menos número de fraldas molhadas do que o costume). Se não houver qualquer destes sintomas mas existir a combinação de dois ou mais dos sinais e sintomas que se listam seguidamente, então a criança deverá ser levada ao médico dentro das 24 HORAS seguintes: - sibilância a respirar (pieira) - tosse muito incomodativa - irritabilidade - vómitos - diarreia intensa - lesões cutâneas generalizadas (exantemas, borbulhas, babas) - febre mantida acima de 40° rectal ou 39,5° axilar Em caso de dúvida, é preferível a criança ser observada de imediato por um médico. Ler Mais...
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