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Como lavar a cabeça do bebé

A cabeça do bebé tem uma área proporcionalmente bastante maior do que a do adulto, em relação ao corpo. E como tem pouco cabelo, está mais exposta a aquecer ou esfriar. É um tocai, por excelência para troca de temperatura e de água com o exterior. Não é preciso grandes rituais para lavar a cabeça de um bebé. Nas primeiras semanas pode usar-se o mesmo Inquieto de lavagem do corpo, mas logo que os pais queiram podem experimentar um champô neutro, dos muitos que existem, e conforme a preferência. A maioria dos champôs para bebés é feita para não picar nos olhos, mas ô sempre incomodativo para o bebé, pelo que devem inclinar a cabeça para trás durante a remoção do champô. Para lavar a cabeça, molha-se com o bebé inclinado para trás, depois aplica-se o champô, numa quantidade pequena, e esfrega-se até fazer espuma, remexendo o cabelo na espuma. Depois, volta-se a enxaguar, tendo o cuidado para que não resvale para a face, o que irrita muito os bebés. Pode usar-se a mão, suavemente, ou utilizar uma esponja macia para espalhar o champô, com movimentos vagarosos. Há bebés que gostam do banho mas odeiam lavar a cabeça - tente cantar-lhe, enquanto coloca a água, para o apaziguar, mas o mais provável é que essa situação dure algum tempo. Mas passa... É importante secar bem a cabeça com a toalha, em movimentos circulares suaves, e terminar a tarefa com um secador, mas muito cuidado: tem que ser um secado fraco, ou colocado na potência mínima, e sempre a agitar. Os secadores podem queimar, se a pessoa se distrair e demorar um pouco mais de tempo a apontar para um determinado sítio. Ler Mais...

E em caso de eletrocussão?

Mesmo com todas as medidas preventivas assinaladas podem ocorrer casos de eletrocussão e é fundamental saber como proceder (se houver várias pessoas em casa, cada uma deverá fazer uma coisa): - é importantíssimo NINGUÉM se precipitar para cima do acidentado pois se a eletricidade ainda está a passar o adulto pode ficar também ele eletrocutado; - cortar a corrente no disjuntor ou afastar a criança da tomada ou do fio TOCAN-DO-LHE APENAS com um objeto não condutor de electricidade (madeira, plástico) para não ser electrocutado também; - começar a reanimar a criança respiração boca-a-boca e massagem cardíaca (vale a pena relembrar aos pais que para cada cinco massagens cardíacas no tórax deverão fazer uma respiração boca-nariz nas crianças pequenas ou boca-a-boca nas maiores). - chamar o 112; - de salientar que as queimaduras por eletricidade são muitas vezes profundas e o aspecto superficial pode parecer menos grave do que realmente é. Ler Mais...

A Praia, de «A» a «Z»

Ir à praia com uma criança desta idade despoleta um misto de sentimentos: alegria, sensação de desafio, receio, curiosidade, cansaço, apreensão, excitação. Afinal, os mesmos sentimentos que a criança terá ao, de repente, olhar para a imensidão da areia e para a imensidão do mar, para o barulho das ondas e para a atracção da espuma, para a confusão das pessoas e para a pletora de cores e sons. Ficam aqui algumas dicas, «de A a Z», para prepararem a ida à praia com os vossos filhos e para que esses momentos sejam os melhores possíveis. Ler Mais...

Amamentar é uma luta. O que estamos a fazer errado?

Embora amamentar seja suposto ser um processo natural, para algumas mães e bebés pode ser um desafio. Há algumas diretrizes básicas para a ajudar a relaxar, a si e ao seu bebé, e para fazê-lo agarrar como deve ser. Primeiro, tente não forçar o mamilo para dentro da boca do bebé. Em vez disso, espere que o seu bebé se incline para o mamilo. Para isso acontecer, o seu bebé deverá estar voltado para si com a cabeça, os ombros e o corpo numa linha direita. O lábio inferior do bebé deverá estar por baixo do seu mamilo. Para acalmar o seu bebé deverá acariciar o lábio dele com o seu mamilo ou espremer umas gotas de leite para os lábios dele. Se o bebé quiser mamar, abrirá a boca para receber o mamilo. Se isso acontecer, encoste-o mais a si para que ele possa agarrar bem o mamilo e a aréola (a parte mais escura da pele à volta do mamilo). Logo que ele esteja na posição correta, você não deverá poder ver o seu mamilo, só uma pequena área da aréola. Também se deverá sentir confortável. Embora não deva levar o seu mamilo de encontro ao seu bebé, pode puxá-lo contra o seio para que a boca dele toque no mamilo e seja encorajado a abri-la. Evite inclinar-se para a frente, pois isso pode causar-lhe dores nas costas e pode forçar uma má técnica de amamentação. Há sinais de que o seu bebé está a agarrar corretamente. O lábio inferior deverá estar dobrado para trás, o queixo a tocar o seio, a boca bem aberta, a sua aréola deve ser mais visível acima do lábio superior do que por baixo do lábio inferior e o ritmo de sucção deve ser em sucções longas e profundas. Ler Mais...

Importância dos dentes de leite

É muito importante que os dentes de leite permaneçam na boca até chegar a altura de caírem naturalmente. Os dentes de leite são importantes porque ajudam: • Na manutenção de uma boa nutrição, ao permitirem uma boa mastigação; • No desenvolvimento correto da tala e da linguagem; • Na erupção dos dentes permanentes pois «guardam» o espaço necessário para estes erupcionarem corretamente; • A ter um sorriso bonito que dá à criança uma maior aceitação social, melhorando a sua autoestima e autoimagem. Frequentemente subestimam-se as cáries nos dentes de leite e os pais acham que, como o dente vai «cair» não vale a pena tratá-lo, mas tudo depende da idade da criança e do dente afetado. Todavia, por exemplo, os molares de leite vão permanecer na boca até cerca dos 11-12 anos, mesmo que a mudança de dentes se inicie aos 5-6 anos. Assim, se estes dentes apresentarem uma cárie, não é lógico que esta não seja tratada porque o dente ainda vai estar na boca cerca de mais 7 a 8 anos. Ler Mais...

Corpos estranhos

Levar tudo à boca é uma «mania», até aos 3 anos, e por vezes até mais tarde. Ao sentir o objeto na boca, especialmente se for arredondado e deslizante, a tendência é para engolir, mas dado não se tratar de um alimento, pode causar engasgamento e ir para a árvore respiratória. Alguns objetos, como as pilhas elétricas tipo «botão», podem causar graves problemas gástricos. A sua semelhança com pastilhas agrava a tendência para as meter na boca. Os brinquedos também podem ser uma fonte comum de sufocação: balões (que desinsuflam e aumentam o movimento de fora para dentro da boca), moedas ou partes de brinquedos menores do que uma moeda de 2€. Do mesmo modo, alimentos que sejam pequenos, arredondados (amendoins, pistachos, avelãs, frutos secos para aperitivos, uvas. cenouras cruas, passas, pastilhas elásticas ou outras, bocados de carne, pipocas, presunto, etc.) têm uma enorme probabilidade de resvalar para a parte posterior da boca, provocando um movimento involuntário (próprio da imaturidade da criança) de inspiração, fazendo com que o corpo estranho vá para a árvore respiratória. Do mesmo modo, há que ter em atenção o tamanho dos pedaços de alimentos que se cortam, à refeição. Outras vezes, o corpo estranho é deglutido ou introduzido no nariz ou nos ouvidos, pela tendência que a criança tem, antes dos 3-4 anos, de experimentar o seu próprio corpo (feijões, moedas, missangas, anéis, brincos, clips, pregos e parafusos, etc.). Ler Mais...
Bebe espuma boca | Para Pais.