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Genu valgum

A maioria das crianças tem uma tendência, que já vem da posição intra-uterina, de juntar os joelhos, encurvar a tíbia e voltar a juntar os dedos grandes dos pés. A esta situação chama-se genu valgum (pernas canejas), e revela-se especialmente cerca dos 4 anos. É importante promover medidas que possam ajudar a formar ossos alinhados, como sentar à chinês (pernas cruzadas à frente) e evitar posições viciosas (como sentar com as pernas para trás ou debaixo do rabo). Em alguns casos poderá ser necessário estimular alguns tipos de atividade física e desaconselhar outros, e nos casos mais graves usar talas de correção, para dormir. Ler Mais...

Quanto tempo demoram as ecografias?

O tempo que demora uma ecografia depende da causa da ecografia e da experiência do técnico. Durante a ecografia de data, feita cerca das 10-14 semanas, o técnico faz algumas medições básicas. Isso inclui a medida do cimo da cabeça até ao rabo, conhecida por comprimento crânio-caudal, utilizada para calcular quantas semanas o seu bebé tem e portanto a data prevista para o parto. Esta ecografia pode demorar cerca de 20-30 minutos. A ecografia da translucência da nuca, durante a qual o técnico mede a quantidade de líquido atrás do pescoço do bebé, demora cerca de 20 minutos. As ecografias de anomalias, feitas entre as 18 e as 22 semanas, são ecografias detalhadas que demoram cerca de 40 minutos. Nessas ecografias, o técnico mede o bebé e verifica o seu desenvolvimento físico e estrutural. Examina o tamanho e a posição da placenta e mede o líquido amniótico à volta do bebé. Se, durante a gravidez, a sua parteira tiver alguma preocupação sobre o crescimento ou o bem-estar do bebé deverá enviá-la a um obstetra que pode mandar fazer outra ecografia. Esta servirá para identificar um problema específico, como uma preocupação com o crescimento do bebé, por isso pode levar mais algum tempo. Será feita em forma de ecografia Doppler, a qual mede o fluxo de sangue no útero, placenta e cordão umbilical e pode ajudar a identificar problemas de crescimento no bebé. Este procedimento demora em geral 30 minutos. Ler Mais...

Pé plano «pé chato»

A maioria dos bebés nasce com o pé plano, e o arco plantar irá crescendo ao longo dos 3 primeiros anos de vida. Em algumas crianças, resultando sobretudo de herança genética, o arco plantar não se forma ou é muito reduzido. Diz-se então que a criança tem pé plano, mais frequentemente conhecido como pé chato. Quando pousa o pé, a criança coloca os calcanhares para dentro. Salvo graus muito elevados de pé chato, não é necessário nada de especial, a não ser o uso de sapatos formativos (não são ortopédicos!) e sentar-se sempre com as pernas cruzadas à frente e não debaixo do rabo. A intervenção ortopédica deve ser reservada para quando a criança cai muito ou tem dores depois de andar algum tempo, com desgaste atípico dos sapatos. Em caso de tratamento, este deve começar aos 3 anos. O pé chato tem uma tendência familiar. Ler Mais...

Micose das fraldas

Nas crianças que ainda usam fralda, é vulgar aparecer lesões de vermelhidão intensa e «assadura», com distribuição em «borboleta», na região genital e anal, podendo causar ferida e até sangrar. Estas lesões devem-se à infeção por fungos, geralmente na sequência de irritação, para a qual vários fatores podem contribuir: fricção e maceração, alergia às fraldas, contacto prolongado com a urina ou as fezes (escassa mudança de fraldas), alergia aos cremes ou ao sabonete e produtos de limpeza. Além das pomadas com vitamina A e óxido de zinco, é necessário colocar também uma pomada com antifúngico, para lá de mudar as fraldas com maior frequência e lavar suavemente com água tépida e sabão neutro. A medida mais eficaz seria deixar as crianças de «rabo ao léu», dado que o ambiente escuro, húmido e quente das fraldas favorece o crescimento dos fungos. No entanto, esta medida é infelizmente inviável na maior parte do ano e dos contextos. Ler Mais...

Dermatite das fraldas

É vulgar aparecer nos bebés pequenos, lesões de vermelhidão e «assadura» na região genital e anal. Estas lesões devem-se geralmente a irritação, para a qual vários fatores podem contribuir: fricção e maceração, alergia às fraldas, contacto prolongado com a urina ou as fezes (escassa mudança de fraldas), alergia aos cremes ou ao sabonete e produtos de limpeza, podendo infectar-se secundariamente por bactérias ou por fungos, etc... Os pais conhecem já muitos cremes que podem aplicar, a maioria das vezes à base de vitamina A e óxido de zinco, e que resolvem o problema, sobretudo se houver o cuidado de mudar as fraldas com alguma frequência e lavar suavemente com água tépida e sabão neutro. As fraldas com plástico oclusivo não deverão ser usadas nesta altura - são preferíveis as fraldas descartáveis. Por vezes a pele infecta-se com fungos e fica então muito encarnada, podendo até pelar e fazer autênticas feridas. Nessa altura é necessário aplicar um creme antifúngico, existindo vários no mercado Se não passar ou se a lesão for muito grave, então deve consultar-se o médico assistente, para ver se não há já bactérias envolvidas na ferida e, se assim for, a necessitar de tratamentos locais com antibióticos. A medida mais eficaz: deixar os bebés de «rabo ao léu», apesar de inviável na maior parte do ano e dos contextos... Ler Mais...
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