Resultados para: "barulho na hernia inguinal"

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Hidrocelo

O hidrocelo é a acumulação de líquido à volta dos testículos, nas bolsas escrotais. Muitas crianças nascem com um certo grau de hidrocelo, que depois vai-se absorvendo. Noutras o hidrocelo mantém-se ou aumenta, e noutras ainda, tem períodos de intensidade muito variável. Chega por vezes a parecer pedra. O hidrocelo não provoca dor, mas pode ser desconfortável e causar receio na criança. Se o escroto estiver muito encarnado, quente e inchado, com dor violenta, pode ter havido uma torção do cordão espermático, que segura o testículo, e é uma emergência médica. Alguns hidrocelos estão associados a hérnia inguinal. Se a tendência é não passar ou agravar-se, a criança deverá ser examinada por um cirurgião pediatra. Quando tudo se resolver, também é bom ver se não ficou alguma hérnia residual - a ecografia pode permitir esse diagnóstico. Ler Mais...

O que é o hidrocelo?

Muitos rapazes nascem com hidrocelo. Trata-se de uma acumulação indolor de líquido dentro das bolsas escrotais. Embora desconfortável à vista dos pais, o hidrocelo não é doloroso nem perigoso. A razão para esta acumulação tem a ver com o facto de os testículos migrarem da cavidade abdominal para o escroto, e com eles migrar um espaço virtual que geralmente se fecha aos dois anos de vida. Havendo esse espaço, pode encherse de fluido, dando origem a um hidrocelo. Este líquido pode não comunicar com o abdómen e o líquido fica no escroto, sendo absorvido lentamente, nos primeiros meses de vida. Outro tipo de hidrocelo é aquele que esconde uma hérnia inguinal e fica situado mais alto do que o anterior, ou seja, na parte mais superior do escroto. É sempre necessário confirmar se existe hérnia porque a solução para a hérnia pode ter que ser cirúrgica. O terceiro tipo é o hidrocelo comunicante, em que o líquido se move para cima e para baixo, pelo que a bolsa escrotal aumenta e diminui. Por vezes pode ter uma consistência quase de pedra, exigindo também a observação por um cirurgião pediatra. A maioria dos hidrocelos não comunicantes não necessita de qualquer tratamento. Os que têm hérnia associada poderão precisar de cirurgia. Geralmente espera-se até aos dois anos de idade para fazer uma avaliação definitiva, isto se não houver qualquer indicação para uma intervenção mais precoce. Ler Mais...

Genitais

O que é um testículo não-descido? Diz-se que uma criança tem «testículo não-descido» quando um ou ambos os testículos não se encontram na sua posição normal no escroto. Trata-se de uma das anomalias congénitas mais comuns nos bebés do sexo masculino, sendo a perturbação da diferenciação sexual mais frequente. A situação é bilateral em 10 a 25% dos casos, e na maioria das crianças ocorre isoladamente, embora possa fazer parte de algumas síndromas malformativas. É frequente a associação com hidrocelo e hérnia inguinal. Dentro do termo «testículo não-descido» englobam-se diversas situações: paragem na descida normal (75% dos casos), obstrução mecânica à descida normal (20-25%), testículo migrando para outro local (etopia testicular 2-3%) e ausência total do testículo (agenesia muito rara). Há uma estreita relação da incidência de testículo não-descido com a idade gestacional e, consequentemente, com o peso à nascença. Ao nascer, 30 a 100% dos prematuros (dependendo da idade gestacional) e cerca de 4 a 5% dos recém-nascidos de termo têm um ou ambos os testículos não descidos. Aos 3 meses esse valor é de cerca de 1,5%. E aos 12 meses, momento crucial para tomar atitudes, é de cerca de 0,8%. Ler Mais...

Hérnias

Uma hérnia é uma saliência, arredondada, que resulta quando um tecido subcutâneo é fraco, permitindo ao órgão subjacente que saia um pouco através desse espaço. Para além do efeito estético, o grande problema das hérnias (sobretudo as inguinais) é poderem estrangular, ou seja, o intestino sai pela parede enfraquecida, mas depois tem dificuldade em regredir, sobretudo se o anel da hérnia estiver fibroso e duro. Neste caso, o intestino fica apertado e pode necrosar e causar uma emergência médica, com rápida deterioração do estado geral. As hérnias mais frequentes são as umbilicais e as da linha branca (por cima do umbigo) e as inguinais, que migram para dentro do escroto, seguindo o caminho normal do testículo. À medida que a criança cresce, a pressão abdominal desce (por menos episódios de choro e menos gases intestinais) e a hérnia começa geralmente a ficar pequena, desaparecendo na maioria dos casos. As hérnias de linha branca são por vezes compridas e apresentam-se como uma protuberância alongada, para cima do umbigo. Diminuem e desaparecem com a tonificação dos músculos da barriga. As hérnias inguinais podem ser mais complicadas. O primeiro sintoma costuma ser um alto, que os pais confundem amiúde com um gânglio, na região interior da coxa. É duro, pode causar dor, e colocando o dedo sente-se se a criança tossir. Por vezes é possível empurrar para dentro e ouve-se um som de gorgolejo. As hérnias têm tendência a sair quando a criança faz esforço (obstipação, birra, gases, choro intenso). Perante o achado de uma hérnia, é conveniente consultar um cirurgião pediatra, para ter um ponto de partida para encarar eventual correção cirúrgica. As hérnias umbilicais nunca estrangulam e a sua correção faz-se pelos 5 anos, e apenas por razões estéticas. Ler Mais...

Quais são as causas?

As causas do testículo não-descido não se encontram ainda completamente esclarecidas. Em algumas crianças, o processo de descida do testículo pode prolongar-se pelas primeiras semanas de vida, pelo que a existência de testículo não-descido nesta idade poderá corresponder a uma fase transitória normal da migração testicular. A partir dos 12 meses é muito rara a descida espontânea do testículo. Algumas situações têm sido associadas a um aumento significativo da incidência de testículo não-descido: ser primeiro filho, a mãe ter menos de 20 anos, parto pélvico, baixo peso ao nascer e hérnia inguinal. Uma situação que interessa referir por ser a mais importante no diagnóstico diferencial do testículo não-descido é o chamado «testículo retráctil» (ou em «ascensor»), em que o órgão é puxado para fora do escroto por acção reflexa de um músculo, o cremaster. Este reflexo é ativo sobretudo entre os 2.° e 7.° anos de vida, com o máximo aos 5-6 anos. Assusta os pais, que de repente vêem que o testículo «desapareceu», mas se palparem o escroto da criança, com as mãos quentes, quando ela está a dormir, puxando devagarinho de cima para baixo, vão reparar que os testículos estão lá. Se eles estavam em baixo ao ano de idade, sem margem para dúvidas, então mesmo que desapareçam mais tarde é uma situação de testículo retráctil. Por isso é que importante que os pais confiram com o médico assistente se ele registou no Boletim de Saúde Infantil e Juvenil do bebé se os testículos estavam ou não nas bolsas escrotais, quando fez os exames no primeiro ano de vida. É possível que alguns dos casos de crianças mais velhas, nomeadamente alguns dos submetidos a intervenção cirúrgica (neste caso desnecessária), sejam casos de testículos retracteis cujo diagnóstico diferencial não foi feito adequadamente, muitas vezes por falta de registo no Boletim de Saúde. Ler Mais...

A Praia, de «A» a «Z»

Ir à praia com uma criança desta idade despoleta um misto de sentimentos: alegria, sensação de desafio, receio, curiosidade, cansaço, apreensão, excitação. Afinal, os mesmos sentimentos que a criança terá ao, de repente, olhar para a imensidão da areia e para a imensidão do mar, para o barulho das ondas e para a atracção da espuma, para a confusão das pessoas e para a pletora de cores e sons. Ficam aqui algumas dicas, «de A a Z», para prepararem a ida à praia com os vossos filhos e para que esses momentos sejam os melhores possíveis. Ler Mais...
Barulho na hernia inguinal | Para Pais.