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A minha barriga é descida portanto deve ser um rapaz?

Isso não é provável! Diz-se que se a barriga é baixa vai ter um rapaz, e se é alta, então vai ter uma menina. A verdade é que a forma da sua barriga provavelmente é determinada pelo músculo e tonicidade uterinos assim como pela posição do seu bebé. Há imensos mitos menina - menino: se tiver as mãos macias vai ter uma rapariga, se tiver as mãos ásperas será um rapaz; se o futuro pai andar nervoso é uma menina, se andar relaxado é um rapaz; se a mãe pegar na chávena de café com as duas mãos é uma menina se pegar pela asa é um rapaz; se tiver o umbigo muito sensível é uma menina, se tiver os pés frios é rapaz... a lista não tem fim! Ler Mais...

O que devo fazer com o piercing do meu umbigo?

Se está grávida e tem um piercing no umbigo, a sua parteira decerto recomendará que retire qualquer peça de metal do seu umbigo durante a gravidez. Algumas mulheres seguem este conselho, mas muitas mulheres não querem arriscar retirar o seu piercing e ter de voltar a colocá-lo depois o bebé nascer, portanto tentam continuar a usar o acessório no umbigo durante a gravidez. Você pode usar um acessório chamado retainer. Devido à popularidade dos piercings no corpo, este foi produzido para ajudar as mulheres grávidas a manterem os seus piercings conforme a sua silhueta vai mudando. São feitos de uma substância macia e flexível chamada PTTE (politetrafluoretileno), em diversas famas, e tem duas bolas acrílicas atarrachadas nas pontas. Há uma grande variedade de tamanhos e estilos para as mulheres escolherem. Como regra geral, deverá escolher um retainer que seja pelo menos 4 mm mais comprido do que o tamanho do acessório que costumava usar. No entanto, como pode imaginar, cada barriga é diferente e sem dúvida irá mudar de tamanho com o progredir da gravidez. O factor importante é que o seu retainer nunca belisque a sua pele - se sentir que o seu retainer lhe está a causar desconforto, então compre um tamanho maior. Ler Mais...

Tratamento do umbigo

O cordão umbilical é cortado logo após o nascimento da criança. A parte que fica agarrada ao umbigo acabará por secar e cair, passados 4 a 10 dias, muitas vezes antes da mãe e o filho saírem da clínica. Se isto não acontecer deve tratar de curá-lo o mais rapidamente possível. Aplique álcool diariamente, cubra com uma compressa de gaze c ponha uma ligadura em volta, que não deverá ficar muito apertada. Nada de receios: a Parteira ou a enfermeira poderão explicar-lhe como se procede. A fralda não deverá nunca chegar à ligadura para que a urina não atinja a ferida. Se, dentro de 12 a 14 dias, o umbigo não estiver curado deve consultar o Pediatra. Ler Mais...

Limpar o nariz

O nariz do bebé é extremamente sensível. Vem preparado para um ar que não é o nosso (sem poluição, com temperaturas e humidade naturais, sem ares condicionados e aquecimentos... enfim, uma realidade de há muitos milhares de anos...), e por isso, até se adaptar, fica inflamado e com secreções. Todos os bebés passam por isto. Deve ter-se muito cuidado ao limpar o nariz do bebé. O nariz é um órgão muito vascularizado, porque uma das suas funções é assegurar um aquecimento do ar, mesmo nos dias frios. As paredes do nariz são formadas por ossos, os cornetos, que são autênticos aquecedores de resistência. É por isso que, quando fazemos um traumatismo nasal, mesmo que pequeno, sangramos logo e o nariz incha. Se se magoar as narinas do bebé com cotonetes ou aspiradores de sucção (que fazem «chupões»), passados alguns minutos em que parece que as coisas melhoram, as narinas vão ficar mais entupidas e o bebé respirará pior, além de se encher de ar quando mama, aumentando os soluços e cólicas. Deve-se utilizar soro fisiológico e, quanto muito, para aquelas secreções que estão mesmo à belinha, pode-se encostar um cotonete e fazer movimentos lentos, circulatórios, para as apanhar. Devagarinho. E nada mais...

A questão do umbigo

O umbigo é um local do corpo com um significado muito especial na representação humana, física e mental, por ser a prova da ligação intima e biológica, entre a mãe e o filho, a qual se traduz por uma relação de enorme dependência - por isso se utiliza a frase cortar o cordão umbilical», não apenas para o ato concreto em si, durante o parto, mas para todas as situações em que alguém, que depende de outrem ou de qualquer contexto, decide autonomizar-se dessa ligação. É pelo cordão umbilical que o embrião e o feto se alimentam. Quando o bebé nasce há que cortar o cordão para que o cérebro do bebé sinta a falta de oxigénio e ordene a expansão dos pulmões - é o primeiro choro do bebé. Os choros seguintes servirão para continuar a expandir os pulmões. O cordão umbilical é composto por três vasos sanguíneos, e depois de cortado é clampado com uma espécie de mola, para que não saia sangue. Com o tempo, o resto do cordão sofre um processo de -necrose asséptica», ou seja, morre sem se infecta. É por isso que perde aquele aspeto «gordo» e azulado, e começa a ficar preto e seco. O dia em que o umbigo cai é muito variável - mas geralmente é entre o 5.° e o 10.° dia, podendo contudo ser mais cedo ou mais tarde sem que isso tenha qualquer significa do patológico. Quando o cordão umbilical cai fica a sua cicatriz, a que chamamos umbigo.

«Os cuidados a ter com o cordão resumem-se a deixa-lo sacar e a evitar a infeção.»

Atualmente pensa-se que a melhor maneira de evitar a contaminação e infeção bacteriana é deixar o cordão ao ar (não o tapar nem enfaixar), lavá-lo desde o primeiro dia (banho total) e aplicar álcool a 70°. Por vezes recomenda-se a aplicação de um anti-séptico. Quando o cordão cai, pode sair um pouco de sangue, durante uns dias, pelo umbigo - não há problema, desde que seja apenas uma pequena quantidade. O umbigo não fica logo com o aspeto definitivo - podem existir hérnias que geralmente se reduzem ao fim do primeiro ano, e podem ficar manchas acastanhadas que desaparecem com os meses. Ler Mais...

Quando devo pôr o meu bebé de barriga para baixo?

Mesmo um recém-nascido pode passar algum tempo de barriga para baixo quando estiver acordado para ajudar a fortalecer o pescoço e os ombros e para ajudar a controlar a cabeça. É importante que o seu bebé não passe o tempo todo deitado de costas, pois com o passar do tempo pode deformar a cabeça e "achatá-la" num dos lados. Quando for mais velho, deitá-lo de barriga ajudá-lo-á a aprender a gatinhar. Supervisione-o durante "o tempo de barriga para baixo" e esteja pronta para ajudar se ele se cansar ou ficar frustrado; irá gradualmente ficando mais forte. Contudo, nunca ponha o seu bebé de barriga para baixo para dormir, pois isso pode aumentar o risco de morte súbita. Ler Mais...

A Barriga e as ancas

A inspeção do abdómen pode mostrar aspetos diferentes do normal, na forma ou lesões visíveis (por exemplo, se o umbigo ou a cicatriz umbilical, se o cordão já caiu está infetado, se existem hérnias umbilicais ou outras, um pouco acima, centrais, chamadas «hérnias de linha branca»). A palpação abdominal pode revelar, logo à partida, uma barriga dura, provavelmente cheia de ar, a que o toque e a percussão completam, mostrando um som de tambor, tão comum. Avalia-se também eventuais aumentos de tamanho dos órgãos intra-abdominais fígado, rins, baço, ou a existência de massas. Podem existir hérnias inguinais, bem diferentes das umbilicais pela sua situação (junto aos testículos ou na zona equivalente, na rapariga) e pelos cuidados a ter (as umbilicais não estrangulam, pelo que não necessitam de uma abordagem urgente, ao contrário das inguinais, que têm que ser avaliadas por um cirurgião). Os médicos palpam também as virilhas para avaliarem os pulsos femorais, ou seja, para ver se o sangue circula bem para as extremidades inferiores. A anca deve ser sempre objeto de avaliação, para detetar uma situação comum a instabilidade ou displasia da anca, que, em alguns casos, pode ser mesmo uma luxação congénita. Daí os médicos fazerem uma manobra, a que se dá o nome de Ortolani-Barlow, e que permite ver se a relação entre os ossos da bacia e o fémur é normal. A displasia da anca tem que ser diagnosticada e eventualmente tratada precocemente. Ler Mais...
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