Resultados para: "barriga com ganglios inchados"

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Gânglios

Muitos pais ficam preocupados, quando não mesmo em pânico, ao descobrirem que a sua criança tem «gânglios». Pode ser porque, ao lhe darem banho, sentiram esses altos na cabeça ou no pescoço, pode ser ao fazer-lhe uma festa, ao tocar-lhe, ou porque a criança se queixa que lhe dói. Outras vezes os gânglios são acompanhados de outros sintomas: febre, mal-estar, dores de barriga ou de garganta. E, claro, pensa-se muitas vezes o pior, dado que a palavra gânglio está associada a tuberculose, tumores, leucemias, e outras doenças graves. Felizmente, porém, essas situações são raras e os gânglios na criança sejam os normais, sejam aumentados de tamanho correspondem na esmagadora maioria das vezes a situações banais e francamente benignas, quando não mesmo um estado normal da criança, sobretudo nos primeiros anos de vida. Ler Mais...

Causas mais comuns

Sendo os gânglios os filtros do sistema linfático, as causas mais comuns são as doenças infeciosas, geralmente banais e que atingem as crianças a partir do primeiro ano de vida. As crianças que andam permanentemente «ranhosas» (com os adenoides grandes), ou que têm otites e amigdalites frequentes, quase sempre têm os gânglios do pescoço ou aqueles que se situam debaixo da mandíbula ou junto às orelhas aumentados. Por vezes os gânglios aumentam na sequência de pequenas feridas em locais pouco visíveis (por exemplo no couro cabeludo). As crianças alérgicas podem também ter gânglios aumentados, sobretudo se têm eczema ou dermatites. Claro está que algumas doenças mais graves, como certas doenças hematológicas ou até tumores, podem levar ao aumento dos gânglios, mas geralmente há também uma quebra do estado geral e outros sintomas e sinais de maior gravidade. Ler Mais...

Gânglios

Muitos pais ficam preocupados, quando não mesmo em pânico, ao descobrirem que a sua criança tem «gânglios». Pode ser porque, ao lhe darem banho, sentiram esses altos na cabeça ou no pescoço, pode ser ao fazer-lhe uma festa, ao tocar-lhe, ou porque a criança se queixa que lhe dói. Outras vezes os gânglios são acompanhados de outros sintomas: febre, mal-estar, dores de barriga ou de garganta. E, claro, pensa-se muitas vezes o pior, dado que a palavra «gânglio» está associada a tuberculose, a tumores, leucemias, e outras doenças graves. Felizmente, porém, essas situações são raras e o encontrarem-se gânglios na criança - sejam os normais, sejam aumentados de tamanho -, corresponde na maioria das vezes a situações banais e francamente benignas, quando não mesmo um estado normal da criança, sobretudo nos primeiros anos de vida. Os gânglios (ou mais corretamente «gânglios linfáticos») são órgãos que fazem parte do sistema linfático, sistema este essencial para a defesa contra as infeções e as inflamações, ou qualquer ataque de agentes exteriores e interiores. Assim, a função dos gânglios linfáticos e do sistema linfático em geral, é atuarem como filtro ou barreira, retendo as substâncias consideradas nocivas ou reagindo especificamente através de processos imunológicos à presença de produtos estranhos. Outra função dos gânglios linfáticos é a produção de anticorpos, tão necessários durante toda a vida, mas particularmente na idade infantil. Os gânglios linfáticos agrupam-se regionalmente (tipo «cachos»), e drenam áreas anatomicamente bem definidas. Nas crianças, a importância dos gânglios linfáticos é enorme, dada a relativa imaturidade dos restantes mecanismos de defesa. Em relação ao adulto, o tecido linfático existe em quantidade superior, aumentando progressivamente até à puberdade, altura em que sofre uma involução. É assim normal e natural encontrarem-se gânglios na criança, sobretudo nas crianças mais magras embora em algumas mais «redondas» os gânglios possam ser superficiais e, portanto, acessíveis ao contacto com as nossas mãos, especialmente no pescoço, na axila e na região das virilhas. Estes gânglios são geralmente de pequeno tamanho, pouco consistentes, sem sinais inflamatórios, bem móveis e indolores. A percentagem de crianças saudáveis desta idade em quem os gânglios linfáticos são palpáveis é superior a cerca 90% para os da virilha e do pescoço. Ler Mais...

Os meus pés continuam inchados depois do parto – é normal?

Os pés e as pernas inchados são um efeito desagradável da gravidez. Depois do parto a pressão nas suas veias diminui e o fluxo de sangue volta ao normal, portanto o excesso de fluido já não é empurrado para os tecidos. O fluido extra que o seu corpo recolheu será expelido e portanto de início poderá urinar muito. Isso pode demorar algum tempo e o inchaço pode perdurar durante pelo menos uma semana, o que é normal. Pode aliviar o inchaço descansando deitada para o seu lado esquerdo, sentando-se com as pernas erguidas, bebendo muita água, urinando muitas vezes, esticando as pernas e os pés, não ficando de pé muito tempo, fazendo exercício moderado, como caminhar, e comendo de forma saudável. Ler Mais...

Ouvi dizer que por vezes os órgãos genitais estão muito inchados. Porquê?

As hormonas produzidas pelo seu corpo na gravidez, nomeadamente o estrogénio e a progesterona, atravessam a placenta e assim estão presentes no bebé durante a gravidez e logo após o parto. Um dos efeitos secundários destas hormonas pode ser órgãos genitais inchados tanto nos rapazes como nas raparigas recém-nascidos. Nas raparigas, o inchaço pode ser acompanhado por um vermelhão da pele e algumas podem ter uma descarga vaginal. Como os níveis de hormonas baixam, a descarga pode conter uma pequena quantidade de sangue, mas tudo isso é normal. Os níveis de hormonas podem também inchar os seios tanto dos rapazes como das raparigas. Depois do parto, os inchaços e as descargas estabilizam rapidamente, pois o bebé não produz hormonas e os níveis descem para zero na primeira semana. Ler Mais...

Amigdalite

Toda a gente já ouviu falar das amígdalas. Mais, provavelmente já toda a gente passou por uma situação parecida como a do Rui (no caso em seguida descrito): febre alta, dor a engolir, mal-estar, inchaço dos gânglios que ficam por baixo da boca, mau hálito, dor de cabeça e na barriga, falta de apetite e rouquidão. Ou seja, já praticamente todos nós experimentámos os sintomas e sinais de uma amigdalite, ou do seu componente mais chegado, a faringite. As amigdalites e as faringites são doenças que costumam aparecer mais em crianças de idade pré-escolar e escolar, altura em que as amígdalas têm uma dimensão ainda grande. Ler Mais...
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