Resultados para: "balanite infantil como tratar em casa"

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Balanite

Chama-se balanite à inflamação ou infeção da glande, que é a zona que está debaixo do prepúcio (pele da pilinha). Pode ocorrer em qualquer idade. O aspeto é de uma pilinha com a ponta inchada, vermelha, com corrimento que pode ter várias cores: branco, amarelado ou esverdeado, mas que é geralmente espesso. Por vezes há queixa de dor ao fazer xixi. A balanite é muito comum - na idade das fraldas, há fatores que podem aumentar a frequência da infeção, como o ambiente quente, húmido e escuro da região genital, com a proximidade das fezes. A fimose (aperto da pilinha) é outro fator que ajuda. O tratamento da balanite assenta na aplicação de uma pomada com antibiótico durante 4 ou 5 dias, e limpeza (depois de passar a fase de maior inchaço). Em casos de repetição, ou naqueles em que a criança fica com dificuldade a fazer xixi, poderá ser necessária a circuncisão. Ler Mais...

A empresa anda a falar em excesso de pessoal – podem despedir-me quando estou em licença de parto?

O seu empregador estará a quebrar a lei se considerar que você está a mais porque está grávida ou em licença de parto. Este é um exemplo de discriminação sexual, uma vez que não podem tratar um homem da mesma forma. No entanto, se a razão for legítima e não estiver relacionada com a sua gravidez, e se não a estiverem a tratar com menos vantagens porque está grávida, então isso é permitido. Ler Mais...

Os espaços exteriores de recreio

Em meio urbano, a dificuldade em ter espaços suficientemente grandes para albergar as «explosões energéticas» das crianças neste grupo etário do 1 aos 5, e de arranjar ambientes onde possam trepar, subir, cair, balançar-se, correr e até brigar pelo mesmo espaço sem causar distúrbios, originou o aparecimento do parque infantil. E, cada vez mais, as crianças pensam em parques infantis como o espaço da brincadeira que lhes é vedada em casa. Para as crianças que vivem em meio urbano ou «urbanizado», o parque infantil representa cada vez mais o único espaço de jogo privilegiado e mais prevalente, porque os próprios jardins infantis são cada vez mais infantis do que jardins. O desafio é grande, a todos os níveis, mas um é ponto de honra: brincar em segurança e brincar com qualidade, mas como para brincar com qualidade, só é possível se houver segurança e vice-versa, vemos que está tudo interligado. Ler Mais...

Mais vale prevenir que tratar

Tratar uma criança obesa é um problema de dimensões inesperadas, pois, na maioria das vezes, envolve também todos os que a rodeiam. Além disso, sujeitar uma criança a uma restrição alimentar é uma «punição» sobretudo porque lhe é extremamente difícil fugir às pressões da propaganda alimentar que os meios de comunicação lhe transmitem e à pressão social a que está sujeita. Portanto, tratar a obesidade infantil implica ultrapassar todos estes obstáculos, reduzir a ingestão calórica e aumentar o exercício físico. Tentar outras vias é expor a criança a riscos que podem ter graves consequências A obesidade infantil constitui atualmente, um problema de Saúde Pública, na medida em que a prevalência tem vindo a aumentar mundialmente. Dados portugueses apontam para cerca de 20% de crianças obesas. Não são «gordinhas», são mesmo obesas, e a obesidade é uma doença. Quase um quinto das crianças portuguesas está doente Daqui se compreende facilmente a importância da sua prevenção. O desenvolvimento de crianças com estilos e opções de vida saudáveis, que aprendam a gostar de si próprias e a cuidar do seu corpo, para que assim se transformem em adultos felizes com hábitos de vida saudáveis depende sobretudo dos pais e educadores. Muitas das doenças que constituem importantes problemas de Saúde Pública estão de alguma forma relacionadas com a obesidade, como a diabetes, a tensão arterial elevada, as doenças cardiovasculares e as respiratórias, entre outras. Para além disso, a obesidade tem influência negativa sobre fatores protetores, como a prática de exercício físico e o simples andar a pé, por exemplo. É por isso que o problema é grave. É grave agora e será muito mais grave no futuro, com o que se antevê, se as gerações mais novas continuarem a repetir ou até agravarem os erros que se cometem hoje. A prevenção faz-se já na infância. Os fatores de risco evitam-se combatem-se desde os primeiros dias. Os fatores protetores e os bons hábitos alimentares promovem-se sempre, a partir do nascimento. Está nas nossas mãos permitir o desenvolvimento de pessoas saudáveis, sem o risco de obesidade. Está nas vossas mãos. E é altura de nos consciencializarmos disto, sem estar sempre a arranjar desculpas para o nosso desleixo ou a dizer que não tomamos cuidados alimentares porque «temos pena dos coitadinhos». Coitadinhos serão eles, realmente, se os deixarmos engordar e vierem a sofrer das piores doenças, de insuficiências várias, de problemas de autoestima e de virem a ter mais probabilidades de serem infelizes, com uma péssima qualidade de vida física e psicológica. O verdadeiro amor aos filhos é promover a sua saúde e o seu crescimento, e não dar cabo deles. Ler Mais...

As festas de anos nas escolas…

As festas de anos nas escolas tornaram-se quase obrigatórias. Com a crescente dificuldade em arranjar espaços onde albergar vinte e tal crianças, no sábado mais próximo do dia de anos, muitos pais conseguem transferir a festa para a escola. É portanto habitual as crianças levarem um bolo de anos, e isso não teria nada de mal, dado que o abuso de doces só corresponderia a uma refeição, e justificava-se com um momento de consagração pessoal. No entanto, os inefáveis pacotinhos de doces, que vão gerar problemas na casa dos outros meninos, são de evitar Não há qualquer razão para o fazer, assim como quando há festas em casa ou num restaurante não se dá a cada pessoa um saco com comida. Se pensarmos em vinte crianças e admitirmos que os doces durarão quatro dias, teremos oitenta dias de excesso de consumo de açúcar. Mais tudo o resto que se come em casa, fará aumentar a obesidade infantil e contribuir para a diabetes e para a cárie dentária. Não creio que seja a melhor maneira de comemorar o aniversário de alguém. Ler Mais...

Animais de Estimação

Animais é como chapéus, há muitos... e de entre eles, os que convivem connosco, desde os ácaros aos gatos, desde as baratas aos periquitos, passando pelas pulgas, cães, canários ou peixes de aquário. Ter animais «domésticos» é um hábito para muita gente e há casas onde o animal faz parte integrante da família. Não se pode generalizar se é bom ou se é mau ter animais em casa cada caso é um caso, ou cada casa é uma casa... mas há no entanto vários elementos a ter em conta na decisão de «ter ou não ter animal», como sejam as condições de habitação (casas sem jardim, com poucos quartos e de reduzidas dimensões aumentam a promiscuidade entre o animal e os seres humanos) ou o tempo e as pessoas disponíveis para tratar deles. Por outro lado, sabe-se que os animais domésticos podem ser agentes e veículos de doenças e de situações desagradáveis, para além do eventual cheiro a pêlo molhado, necessidades feitas em cima dos sofás e outras coisas no género. Que problemas poderão trazer, do ponto de vista da saúde do bebé? É uma pergunta que muitos pais colocam. Há três áreas principais a considerar: 1. alergias; 2. acidentes; 3. parasitoses e doenças infeciosas. Ler Mais...
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