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Convidar os amigos para casa

Por volta dos 5 anos (antes disso é mais complicado) já poderá ser bom convidar um amigo para passar a tarde e eventualmente dormir para o dia seguinte. Esta prática, que deverá depois ser ampliada durante o 1 0 ciclo, não deve ser recusada, porque representa mais um espaço de partilha, e também de orgulho da criança que convida. Claro que o convidado tem de estar habituado a sair e sentir-se confiante para não chorar de noite (embora se tenha de encarar a hipótese de, à última hora, querer ir dormir a casa, e portanto ter um plano para o levar, se for mesmo necessário), dar-se bem com o vosso filho (para não passarem o dia em competição e quezília) e não ter comportamentos regressivos na alimentação, ou risco de alguma crise de asma ou outra doença. As crianças desta idade vibram com os «acampamentos», pelo que fazer a cama de um deles num colchão, no chão, é prático e dá a ideia de aventura. Dar-lhes uma lanterna e deixá-los rir e conversar é boa ideia. Já que é um sábado ou véspera de feriado, e tratando-se de um caso excepcional, sejam tolerantes. Com o tempo, o vosso filho também será convidado. É bom. E estimulem-no a ir, mesmo que se sintam «sós e abandonados». Se ele quiser, deixem-no exercitar a autonomia, mesmo que tenham de gizar um plano B, para o caso de as coisas darem para o torto. Ler Mais...

Receita…mas não médica

Imaginem um caldeirão, daqueles grandes, pretos, com três pernas, que vão diretamente ao fogo. Atirem-lhe lá para dentro um quilo de ansiedade, dois de isolamento, cem gramas de maior longevidade, três quartos de gerações cada vez mais próximas em idades e estilos de vida, mas também dois pés de gerações mais longínquas em distâncias reais.

Um telefone, quatro telemóveis e uma pitada de e-mail.  E ainda todas as revistas sobre pais e bebés, desde o número um.

Seguidamente, deixem ferver e juntem cento e cinquenta gramas de falta de tempo com duas réstias de complexos de culpa e a mesma quantidade de tentativas de compensação. Quatro dúzias de inexperiência com outras tantas de tentativa de meter o bedelho, cinco pitadas de instabilidade do poder parental duas mãos-cheias de dúvidas e uma equipa inteira de profissionais de saúde que nunca estão onde ou quando são necessários, e que falam sempre de coisas que não são prioritárias.

Tempere-se com a imposição social de ser pais perfeitos, e adicione-se, q.b., a obrigação de ser cidadão perfeito, conjugue perfeito, amante perfeito, tísica e psicologicamente perfeito, intelectualmente perfeito e ainda pagador de impostos a horas, honesto e bem-educado.

Termine-se juntando o isolamento dos mais velhos, a falta de projeto de vida da terceira idade, ponham-se todos os filhos que as avós não tiveram, mas que gostariam de ter tido, decore-se com telenovelas a granel, concursos onde se engolem sapos, futebol e reality shows, apresentadoras bacocas e locutores que se esganiçam (mesmo para nos dizer que «hoje não aconteceu nada!»).

Mexa-se tudo com uma enorme colher de pau - aprovada pela União Europeia – e sirva-se de preferência num apartamento onde o espaço vital não dá para viver, numa definição perfeita do que são «conceitos de vida letais».

A prestações e com juros, tal como o carro, as férias, os fatos, e se calhar o amor, entre filas de automóveis e de hipermercados, variando criativamente entre 40 horas de trabalho semanais, monotonamente iguais, uma reforma que tem tanto de inativa como de retribuição económica miserável, e a consideração nostálgica e fisiologicamente difícil de engolir, que os nossos filhos já têm filhos...

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Criar rotinas

É essencial criar rotinas, porque o próprio elemento repetitivo é inerente à securização. Saber o que se vai passar a seguir ajuda a prever o futuro e tranquilizar, porque a seguir ao A vem o B, e por aí fora.... e antes de chegar ao Z já estamos a dormir. Tentem, quanto possível: • adotar uma rotina diária (que pode e deve ser quebrada de vez em quando); • fixar uma hora de deitar que tome em conta fatores a que não se pode fugir, como a hora a que os pais chegam a casa, hora de jantar, etc; • não deixar a televisão ser um factor relevante para marcar horários - aliás, a televisão não deve fazer parte da vida das crianças depois do início do telejornal; • começar os pormenores de rotina cerca de meia a uma hora antes de a criança se ir deitar e manter a ordem com que se faz as coisas; • deitar a criança e assegurar que o clima é de paz (se a criança vai para a cama no meio de discussões dos pais, de barulho da TV ou de grande confusão, dificilmente dormirá porque, ou está interessada no que se passa, nomeadamente nas guerras entre os progenitores, ou o barulho não a deixa dormir, ou fica angustiada, sobretudo se pressente violência no ar; • uma vez a criança deitada, não ficar demasiado tempo com ela. As histórias e as cantigas devem ocorrer, ou antes de se deitar ou já na cama, mas prevendo que só excepcionalmente se contará ou cantará mais uma - a partir de certo tempo, quanto maior a permanência, pior e mais difícil será a separação; • ao despedirem-se da criança, os pais dizerem dizer sempre o mesmo: «Boa noite, dorme bem, está aqui o... (e dizem o nome do boneco que é o seu «delegado»). Não se devem ter demasiadas regras - para poder dar azo a alguma espontaneidade, mas manter a rotina de um beijo ou um mimo - sempre o mesmo. Esta rotina deverá ser usada também a meio da noite, quando a criança acorda; • se a criança se escapar da cama e aparecer por exemplo à porta da sala, apanhá-la o mais cedo possível, fazer uma expressão de desagrado, usar um tom de voz que não dê margem para dúvidas (não é berrar, pois isso é interpretado pela criança como falta de autoridade e acaba por ser um excelente argumento para vitimização) e voltar a pô-la na cama; • ignorar os primeiros apelos vindos da cama, respondendo com um «ó-ó!>», «schiu!», «dorme», em tom afectivo. Se todavia sentirem que o vosso filho está a entrar em desespero, terão de ir ao pé dele para o apoiar e dar mimo; • se, com o stresse, a criança vomitar - ótima maneira de pôr a família em alvoroço e esquema de manipulação muito utilizado -, deve-se limpar, mas sem demasiado alarido e, sobretudo, evitando o contacto olhos-nos-olhos com a criança; • se os vizinhos se queixarem, pior para eles... mas. se querem manter uma boa vizinhança, antes de serem eles a referir o barulho noturno que vem da vossa casa, sejam vocês a pedir-lhes desculpa pelas «toiradas» da vossa criança - esta jogada de antecipação desarma qualquer pessoa • por último, é fundamental que ambos os pais cheguem a um acordo em relação à estratégia a seguir. Se a criança descobre que há desavenças entre os pais há-de explorá-las até à exaustão, fazendo alianças com o progenitor que está mais perto de ceder ao seus caprichos e utilizando isso para desafiar o outro.   Ler Mais...

A «quinta doença» – O que é a quinta doença?

A quinta doença é também chamada eritema infeccioso, e é uma doença causada por um vírus - o chamado «parvovírus B19». O nome «parvovírus» significa «pequeno vírus». Dentro dos parvovírus este pertence à classe B e é o número 19. O parvovírus humano B19 afecta os glóbulos vermelhos e causa uma erupção na pele (exantema) que geralmente não tem grande gravidade. No entanto, os estudos mais recentes têm encontrado um ou outro caso em que as coisas não se passam assim tão bem, como veremos. Ler Mais...

Tipos de vírus e vacina de gripe

Há três tipos de vírus da gripe: A, B e C. Este último dá uma doença muito leve e nem sequer se fabrica vacina para ele, tal a sua inocuidade. Os vírus A são os responsáveis pelas epidemias e surtos que todos os anos se estendem a nível mundial. Os vírus A dividem-se em vários subtipos, de acordo com duas das suas proteínas, designadas por hemaglutinina (H) e neuraminidade (N). Daí os vírus A serem distinguidos pela conjugação destas duas. Há 16 variantes N e 9 variantes H, o que dá múltiplas combinações possíveis. Os que habitualmente surgem nos seres humanos são os H1N1, H1N2 e H3N2. Como estas proteínas mudam facilmente, o vírus da gripe muda também praticamente todos os anos, embora algumas estirpes se mantenham em atividade durante vários anos seguidos. Estas mutações anuais do vírus explicam porque é que em alguns anos a gripe é mais agressiva e mais expansiva. Todos os anos é fabricada uma vacina (diferente da do ano anterior) que permite aos vacinados fabricarem anticorpos «atualizados» contra o vírus da gripe desse ano. As mudanças mais radicais são abruptas e geram vírus mais agressivos - a possibilidade de pandemia é muito maior. Ler Mais...

Vacinas

O Programa Nacional de Vacinação (PNV) teve início em 1965. O nosso País foi um dos primeiros a ter um programa estruturado e as campanhas de vacinação então realizadas, a que se seguiram iniciativas mais sedimentadas no tempo e alargadas à rede de centros de saúde, subsistemas e medicina privada, permitiram um aumento importante das taxas de vacinação, com diminuição muito acentuada do número de casos de doenças infeciosas evitáveis pela vacinação, bem como dos casos de internamento e mortalidade. O PNV é periodicamente revisto, quer no que toca às vacinas incluídas, quer em relação às verdadeiras e falsas contraindicações, tipo de vacina, associações vacinais, técnicas e vias de administração, cadeia do frio e conservação das vacinas, monitorização das reações secundárias. As vacinas são uma preocupação dos pais. E Portugal tem altas taxas de vacinação, mas é necessário estarmos cientes de que não se pode abrandar o processo, sob pena de algumas das doenças que estão controladas regressarem. As vacinas a fazer neste grupo etário, de acordo com a última revisão do PNV (2006) são:
  • aos 15 meses – 1.ª dose da VASPR (vacina anti sarampo, papeira e rubéola) e 3.a e última dose da vacina anti meningite C;
  • aos 18-23 meses (melhor cerca dos 18) - vacina DTP/Hib (anti-difteria, tosse convulsa e tétano, e anti-Haemophilus influenza tipo b);
  • aos 5 anos - vacina DTP (anti-difteria, tosse convulsa e tétano), 4a e última dose de vacina anti poliomielite e 2 a e última dose da VASPR.
Paralelamente ao PNV, há outras vacinas recomendáveis, a debater com o médico-assistente:
  • vacina anti varicela, que pode ser feita a partir dos 14 meses, numa dose única;
  • vacina antipneumocócica heptavalente, que protege da meningite e da septicemia causada por sete estirpes deste agente.
NÃO contraindicam a vacinação:
  • doenças benignas, tais como infeções das vias respiratórias superiores ou diarreias, exceto na fase aguda, enquanto há febre (nem sequer é uma contraindicação, mas mais uma medida de bom senso);
  • alergia, asma ou outras manifestações atópicas, febre dos fenos ou rinites alérgicas;
  • antecedentes familiares de convulsões;
  • tratamento com antibióticos, incluindo no decurso da terapêutica;
  • terapêutica com corticosteroides em doses baixas ou por períodos curtos, ou ainda esteroides por via tópica ou inalatória;
  • doenças crónicas cardíacas, pulmonares, renais ou hepáticas;
  • doenças neurológicas não evolutivas, tais como paralisia cerebral e síndroma de Down.
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