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Avós bem estruturados: alegria, confidência e transgressão

Os avós - e consequentemente a casa dos avós - são, para a criança, um espaço de alegria, porque geralmente acontecem lá coisas boas e engraçadas, de liberdade (podem não comer a sopa toda), de transgressão (o chocolate que sai do bolso do avô, com um ar sorrateiro) e isso ajuda a criar um clima de confidência que, mais tarde, poderá ser muito útil. Quantos adolescentes não confiam preferencialmente aos avós problemas e questões que, com os pais, se sentem inibidos de verbalizar? Essa confiança, tão sublinhada para esse grupo etário, não aparece de repente, pelo contrário, tem de ser acarinhada desde sempre. Ler Mais...

«Meu gordinho, meu tesouro»

Quando a criança está bem, come com apetite, tem um aspeto bonito e todos na família se sentem satisfeitos É um costume muito refundido tomar como barómetro do estado de saúde, um apetite mais ou menos voraz e as consequentes formas -redondas-. «Gordinho e anafado», a fazer as delícias da família As sim, a ideia de que uma criança possa estar a comer de forma exagerada ou de que o seu peso esteja a entrar em valores potencialmente nocivos para a saúde está longo de passar pela cabeça de quem quer que seja. Os avós gostam dos seus netos gordinhos, com refegos e dobrinhas nas pernas e nos braços; exibindo-os como se de tesouros se tratassem e dizendo com orgulho «Meu gordinho, meu tesouro» Acham que a melhor forma de mostrarem que gostam deles é enchê-los de doces, gelados, fritos... e se por mero acaso a criança deixa um resto no prato porque já se sente satisfeita, soa a frase preferida de alguns pais e avós: «Come tudo até ao fim: se papares tudo, dou-te um doce» ou então a preocupação imediatamente expressada aos pais, e depois aos médicos: «Não precisará ele de umas vitaminas?!» Os avós acham-nos sempre magrinhos, mesmo que as roupas lhes marquem as coxas roliças e os refegos saiam em catadupas pela fralda da camisa. «Magrinhos»... é o que estão... e se calhar até precisam de «umas vitaminas»... E mesmo sem nos deixarmos embalar pelas modas que nos apresentam padrões de magreza incompatíveis com os tempos e com os costumes (e com as coisas boas que há para comer) a situação, pode dizer-se, não é agradável, ou seja. a tendência para o excesso de peso e para a obesidade começa a ser evidente. Ler Mais...

Falar é parte de comunicar

A fala é parte da linguagem e a linguagem parte da comunicação. Comunicamos notícias boas e notícias menos boas. Trocamos ideias, apoiamos-nos nos outros para nos aperfeiçoarmos. É claro que as crianças, como as pessoas em geral, comunicam de muitas outras formas - a linguagem verbal é uma das muitas formas de entendimento e comunicação. É pois necessário os pais estarem disponíveis: para falarem com os filhos, para os escutarem, para apreenderem o que eles querem transmitir, para conhecerem a sua linguagem, mas também para «falarem» com os filhos através do tacto, das carícias, do mimo. Como são muitos os mecanismos envolvidos na fala: audição, processamento cerebral, funções neurológicas, funcionamento dos músculos, articulações, laringe e faringe, língua, dentes, etc., pode haver diversas razões para uma criança não falar. A estes factores acresce a necessidade de um ambiente afectivo. Ler Mais...

Frutas e legumes

Deve comer pelo menos cinco porções de fruta e legumes por dia, em especial legumes de folhas verdes, ricos em ferro. Estes fornecem vitaminas essenciais e minerais e fibras, que ajudam a digestão e previnem a prisão de ventre. O ideal é comê-los pouco cozidos ou crus. Os congelados, os enlatados e os frutos e legumes secos são boas opções. Ler Mais...

«Nenhuma mãe é melhor ao pior por amamentar ao não o seu bebé.»

Os estudos realizados em Portugal mostram que 99% das mães querem dar o seu leite aos filhos, mas só o devem fazer enquanto quiserem, enquanto for uma experiência boa e reconfortante. Quem não quer, não pode ou não consegue dar de mamar tem alternativas igualmente boas. Não deve é culpabilizar-se, recriminar-se ou sentir-se infeliz ou frustrada. Em primeiro lugar, porque seria injusto, em segundo lugar, porque tem outras escolhas e, finalmente, porque seria mau para o restante desempenho da maternidade. Ler Mais...

Perde-se um dente por cada bebé?

A gravidez não tem que arruinar os seus dentes. Havia algumas bases para este mito quando as deficiências nutricionais faziam com que as mulheres não tivessem cálcio suficiente para suportar as necessidades de um bebé antes de nascer. O cálcio é vital para todas as mulheres e a sua parteira ou o seu médico devem recomendar-lhe um suplemento de cálcio. Os alimentos que são boas fontes de cálcio incluem: lacticínios, legumes de folhas verdes sardinhas enlatadas com espinha, tofu fortificado e sumo de fruta fresca. Marque uma consulta e diga ao seu dentista que está grávida. Ler Mais...
Avos boas | Para Pais.