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Eu sou muito gulosa – faz mal satisfazer o meu desejo durante a gravidez?

Enquanto que uma gulodice ocasional de doces ou salgadinhos não tem problema, os alimentos processados em geral contém gorduras e açúcares escondidos e fornecem poucos nutrientes: assim é melhor tentar restringir a quantidade de alimentos doces que come. Leia os rótulos e procure alimentos alternativos que contenham menos gordura e açúcar. Assim como irá pensar cuidadosamente em como desmamar e alimentar o seu filho em crescimento, deverá também pensar em cuidar de si da mesma forma. Uma das melhores formas de refrear a sua gulodice é comer com regularidade durante o dia. Isto ajuda a equilibrar os níveis de açúcar no sangue e reduz os desejos de lambarices. Tente não ficar mais de três horas sem comer e, se tiver fome, faça um snack saudável entre as refeições, como um pão de passas, uma sanduíche de queijo fresco, frango ou carne assada, um iogurte magro ou fruta fresca, enlatada ou seca, como uvas passas ou damascos. Tente também beber cerca de dois litros de água por dia, pois a sensação de fome por vezes é desidratação. Se não conseguir deixar de beber bebidas doces, pode tentar adoçantes artificiais, como a sacarina. Não há qualquer indício de que pequenas quantidades desta sejam prejudiciais durante a gravidez ou enquanto se amamenta. Ler Mais...

As tradições populares

No 13 de Junho, celebra-se o Dia de Santo António. Mais adiante o dia de São João, depois o de São Pedro - e mais santos poder-se-iam acrescentar, até ao dia de Todos-os-Santos. Cada dia do calendário tem um ou mais santos e a sua celebração - independentemente de se acreditar ou não e em que grau nos dogmas, preceitos e enigmas da santidade -, é uma boa oportunidade para se festejar. E há aldeias e vilas onde os santos até são de Inverno, como o São Sebastião, por exemplo. Nas vilas e aldeias portuguesas (ou nos bairros das grandes cidades), os santos constituem um óptimo pretexto para organizar festas e procissões, bailaricos e vendas, comer farturas e pão com chouriço, sardinha assada e um copito de vinho. Mais as rifas e os sorteios. São festas com grandes tradições, que mobilizam as aldeias e as comunidades como um todo, e que servem para as pessoas se esquecerem um pouco das maçadas do dia-a-dia e sentirem que a vida não é nem tem de ser apenas um repositório de encrencas e de caras amarradas pelos desgostos de um quotidiano mal vivido e pouco amado. Que dizer, então dos nossos filhos? Será que, com a evolução dos tempos e com as rapidíssimas mudanças ocorridas na sociedade, ao que se somou a normalização televisiva, as festas populares ainda despertam algum entusiasmo? Que sabem os nossos filhos acerca das tradições, dos costumes, das marcas que marcam (perdoe-se o pleonasmo) as comunidades e as pessoas? Que lhes damos a conhecer sobre as origens, as raízes, os porquês de práticas ancestrais que, numa sociedade demasiado séria e que tem de encontrar vantagens económico-financeiras para tudo, podem fugir aos cânones do custo/benefício e às cartilhas do pragmatismo? Quantas vezes, envergonhadamente, os pais como que passam uma esponja sobre as suas proveniências rurais ou paisanas, como se falar disso fosse confessar alguma fraqueza inconfessável ou simplesmente dizer aos filhos que já houve um dia em que a família foi ingenuamente néscia ou culturalmente comunitária. O desenraizamento climático, ambiental, habitacional, mas principalmente social e cultural constitui um dos maiores factores de risco da nossa sociedade. O Homem, sendo  um ser gregário, tem de partilhar vivências, tradições e lendas com os restantes membros da comunidade. Tem de ter sinais de pertença que o identifiquem como um dos membros dessa mesma comunidade. Preferencialmente, esses sinais e marcas deverão estar associados a aspectos festivos e positivos, entre os quais se encontram as festas populares. E os santos, neste aspecto, deram uma ajuda muito boa. Ler Mais...

Ir (e vir) da praia

O ir e o vir da praia podem transformar-se numa tortura se feitos em más condições: horas de fila, automóvel hiperaquecido, ambiente de irritabilidade, ou com as crianças cansadas. Para as crianças pequenas, o excesso de calor pode levar à desidratação. Às vezes mais vale mudar os planos e se for dia de grande trânsito, passear na cidade ou no campo são opções porventura mais sensatas. Pensem também que, sobretudo quando se volta da praia, as crianças estão física e emocionalmente cansadas, provavelmente não dormiram a sesta, estão moídas do sol e dos banhos, e o percurso da areia até ao carro pode ser doloroso. Fazem birras, sentam-se, não querem acompanhar o passo dos adultos, choram se têm de ir ao vosso lado, choram se os pais as deixam para trás. Não vociferem e acompanhem o seu ritmo - de nada adianta estar a tentar que se despachem. A luz é intensa, o calor também e estão esbodegadas. E ao chegar ao carro não vão provavelmente cumprir todas as regras de tirarem a areia dos pés ou colocarem uma toalha por baixo do rabo se estiverem molhadas. São muito pequeninas... Ler Mais...

Principais causas de perturbações da linguagem

Dada a complexidade da linguagem, que vai desde o ouvir o que se diz até poder expressar a resposta ou os sentimentos, e tudo o que, desde o ouvido ao sistema fonatório, passando pelas várias áreas cerebrais, está envolvido neste sistema, as causas de uma perturbação da linguagem podem ser múltiplas e variadas. O que mais interessará aos pais é saber quando será recomendável debater o assun- to com o médico-assistente, para eventuais exames e investigações. Os pais são os melhores detectores de problemas na linguagem, mas para isso têm de estar atentos e, por exemplo, como recomenda a Sociedade Portuguesa de Neurologia Pediátrica, ficarem alerta se a criança: •não pairar consoantes e vogais aos 8 meses e não apontar aos 12 meses; •não disser nenhuma palavra aos 16 meses, •não fizer expressões de duas palavras aos 2 anos e não construir frases aos 3 anos; •linguagem incompreensível para os pais aos 2 anos e para estranhos aos 3 anos; •«falar por falar» e não «para comunicar» aos 2 anos; •não contar uma história (resumida e com incorrecções, claro) aos 3 anos; •defeitos na articulação das palavras aos 5 anos; •suspeita de regressão da linguagem em qualquer idade, ressalvando que pode haver períodos de paragem, em que a criança deixa de dizer algumas coisas, mas porque está a absorver outras e a integrá-las, para depois retomar o fio à meada. Ler Mais...

Receio que o meu marido não volte a achar-me atraente. Estou a ser paranóica?

A imagem pode ser um grande problema para uma mulher grávida e muitas preocupam-se por não serem atraentes para os seus companheiros nas últimas fases da gravidez. Esta preocupação é em geral infundada e tem mais a ver com os seus próprios sentimentos sobre o aumento de tamanho. Guardar as ansiedades para si pode fazê-las parecer maiores do que realmente são, portanto fale com o seu marido sobre os seus problemas e explique-lhe como se sente. De pode estar longe de saber o que você sente. Como não é o seu marido que carrega o bebé, ele pode não entender totalmente as exigências físicas da gravidez. Informá-lo acerca das alterações pelas quais o seu corpo está a passar pode ajudá-lo a entender o processo da gravidez e a estar mais bem preparado para lhe dar apoio quando você mais precisar. Na verdade, alguns homens até acham as suas companheiras mais atraentes durante a gravidez, mas você não saberá isso a menos que falem um com o outro sobre a mudança da sua silhueta. Se estiver preocupada em aumentar muito de peso na gravidez, faça por ter uma alimentação saudável e equilibrada e faça algum exercício leve diariamente. Mesmo que seja uma pequena caminhada ou natação, ajudá-la-á a manter-se tonificada e flexível, o que ajudará à sua confiança assim como a preparar-se para o parto. Ler Mais...

Elementos fundamentais para levar na mochila

Para além das bolas, baldes, pá e outros utensílios simplesmente fundamentais para um dia bem passado é preciso não esquecer: O creme protetor Um outro aspecto que é de importância fundamental e que não devem deixar passar ao lado é, claro, o creme protetor. Já viram, caros bebés, algum filme passado em praias paradisíacas em que os atores não se besuntem com cremes? Aquela cena do galã a encher de creme as costas da atriz principal debaixo dos olhos invejosos da atriz secundária é por demais conhecida... e vocês não são menos do que eles. Exijam creme! Não o creme bronzeador, que para frangos de churrasco não têm vocês jeito. Não! Creme protector - grau «não sei quantos» (muito, o máximo, de uma marca qualquer, pelo menos fator 50). Não se esqueçam - e não é só para aplicar na cara, que vocês fazem também topless, bottomless e todos os «lesses», e a vossa pele ainda não está «endurecida pelos azares da vida». De qualquer forma, não convém que os pais vos exponham ao sol direto, pelo menos até começarem a gatinhar e serem vocês mesmos a tomarem esse «comportamento de risco». Um bebé à sombra (salvo quando vai tomar um banho) é um bebé mais feliz. Água Outra regra - a água. Mas... com tanta água ali, porque é que os pais a hão-de levar de casa? É intrigante, não é? O problema é precisamente esse. A presença daquela água toda faz sede é que aquela é salgada e os ventos que sopram ficam também salgados, mais o calor, mais a areia, tudo isso faz sede, mesmo que não esteja um dia de fornalha. E aquela água faz ainda mais sede. Chamem a atenção dos vossos pais antes de sair de casa, para ter a certeza de que eles levam o biberão de água. A água não precisa de ser fervida mas cuidado, em algumas praias a água é pouco própria para criançada da vossa idade se calhar mais vale comprar uma garrafa de água mineral. Quanto a esta questão a da água poderá haver diferenças de opinião entre os vossos pais e os pais do bebé do toldo ao lado. Cada cabeça sua sentença, e depois metem-se os familiares ao barulho... Ponham ordem na companhia, digam às avós que, relativamente a vocês elas são ambas avós e não «mãe e sogra», e pronto. Assumam-se cientistas e expliquem que os bebés precisam de água e que, em condições normais (ou seja, sem calor em demasia e saudáveis), a quantidade de líquidos que bebem na alimentação normal chega para equilibrar o que perdem. Se estas perdas estiverem aumentadas (calor, febre, diarreia, respiração acelerada por febre ou por infecções respiratórias, vómitos, etc.) há que aumentar também a quantidade de líquidos que vos oferecem. Por outro lado, quanto mais pequenos vocês são, mais sensíveis são a alterações deste equilíbrio e mais rapidamente se desidratam, até porque, proporcionalmente, têm mais água do que os adultos. Em conclusão: se estiver um dia muito quente (ou se houver algum sintoma dos que já foram mencionados), os vossos pais procederão ajuizadamente se vos oferecerem água nos intervalos das refeições. Vocês decidirão se querem ou não, partindo do princípio que não estão em greve da sede ou tão doentes que já nem conseguem beber. Comida Quanto às refeições, já viram que os adultos se contentam com qualquer coisa, comem a «desoras», e depois alguns querem obrigar-vos a ter o mesmo apetite todos os dias, comer a mesma quantidade, o mesmo inefável «puré de legumes» com a carne triturada mais a papa de fruta, mais não sei o quê ? Ensinem aos vossos pais um verbo muito bonito: «Sim-pli-fi-car». Defendam a qualidade dos produtos que vos dão, mas exijam respeito pelas férias, pelas variações naturais do vosso apetite e pela paciência dos vizinhos de praia, que dão em doidos com cenas de bebés aos berros a não quererem comer e mães aos berros porque querem dar de comer aos tais bebés que não querem comer. Se são ainda amamentados, a vossa mãe que não se coíba de vos dar de mamar na praia. Qual é o problema? Ler Mais...
Atraz da orelhinha do bb ta assada | Para Pais.