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Micose das fraldas

Nas crianças que ainda usam fralda, é vulgar aparecer lesões de vermelhidão intensa e «assadura», com distribuição em «borboleta», na região genital e anal, podendo causar ferida e até sangrar. Estas lesões devem-se à infeção por fungos, geralmente na sequência de irritação, para a qual vários fatores podem contribuir: fricção e maceração, alergia às fraldas, contacto prolongado com a urina ou as fezes (escassa mudança de fraldas), alergia aos cremes ou ao sabonete e produtos de limpeza. Além das pomadas com vitamina A e óxido de zinco, é necessário colocar também uma pomada com antifúngico, para lá de mudar as fraldas com maior frequência e lavar suavemente com água tépida e sabão neutro. A medida mais eficaz seria deixar as crianças de «rabo ao léu», dado que o ambiente escuro, húmido e quente das fraldas favorece o crescimento dos fungos. No entanto, esta medida é infelizmente inviável na maior parte do ano e dos contextos. Ler Mais...

Eritema das fraldas

É vulgar aparecerem, até a criança deixar de usar fraldas, lesões de vermelhidão e -assadura» na região genital e anal. Estas lesões devem-se a irritação, para a qual vários factores podem contribuir: fricção e maceração, alergia às fraldas, contacto prolongado com a urina ou as fezes (escassa mudança de fraldas), alergia aos cremes ou ao sabonete e produtos de limpeza, podendo infetar-se secundariamente por bactérias ou por fungos. Os pais conhecem já muitos cremes que podem aplicar, a maioria das vezes à base de vitamina A e óxido de zinco, e que resolvem o assunto sobretudo se houver o cuidado de mudar as fraldas com alguma frequência e lavar suavemente com água tépida e sabão neutro. As fraldas com plástico oclusivo não deverão ser usadas nesta altura - são preferíveis as fraldas descartáveis. Por vezes a pele infeta-se com fungos e fica então muito vermelha, podendo até pelar e fazer autênticas feridas. Nessa altura é necessário aplicar um creme antifúngico), existindo vários no mercado. Se não passar ou se a lesão for muito grave, então deve consultar-se o médico-assistente. Ler Mais...

Dermatite das fraldas

É vulgar aparecer nos bebés pequenos, lesões de vermelhidão e «assadura» na região genital e anal. Estas lesões devem-se geralmente a irritação, para a qual vários fatores podem contribuir: fricção e maceração, alergia às fraldas, contacto prolongado com a urina ou as fezes (escassa mudança de fraldas), alergia aos cremes ou ao sabonete e produtos de limpeza, podendo infectar-se secundariamente por bactérias ou por fungos, etc... Os pais conhecem já muitos cremes que podem aplicar, a maioria das vezes à base de vitamina A e óxido de zinco, e que resolvem o problema, sobretudo se houver o cuidado de mudar as fraldas com alguma frequência e lavar suavemente com água tépida e sabão neutro. As fraldas com plástico oclusivo não deverão ser usadas nesta altura - são preferíveis as fraldas descartáveis. Por vezes a pele infecta-se com fungos e fica então muito encarnada, podendo até pelar e fazer autênticas feridas. Nessa altura é necessário aplicar um creme antifúngico, existindo vários no mercado Se não passar ou se a lesão for muito grave, então deve consultar-se o médico assistente, para ver se não há já bactérias envolvidas na ferida e, se assim for, a necessitar de tratamentos locais com antibióticos. A medida mais eficaz: deixar os bebés de «rabo ao léu», apesar de inviável na maior parte do ano e dos contextos... Ler Mais...

Parasitoses intestinais

Há diversos parasitas que podem infecta a criança - os helmintas (oxiúros, áscaris, ténia) e os protozoários {giardia, criptosporidium, amibas). Enquanto os primeiros são compostos por muitas células, mas não se podem geralmente multiplicar no ser humano, necessitando de hospedeiros intermediários para as suas várias fases, os segundos têm apenas uma célula e podem multiplicar-se. Os mais comuns são os oxiúros, transmitidos pelo cão (e em menor grau pelo gato). Mesmo desparasitando os animais, podem subsistir parasitas e, depois de uma criança ser infetada, pode passar a infeção a outras, através das fezes (sobretudo se não houver uma correta lavagem de mãos pelas crianças e educadoras). Os sintomas mais frequentes são:
  • dor de barriga, localizada junto ao umbigo, não muito forte, recorrente, sem qualquer fator desencadeador;
  • comichão no rabinho, sobretudo à noite;
  • infeção urinária;
  • assadura na zona genital;
  • mau dormir (com os olhos entreabertos);
  • bruxismo (ranger de dentes);
  • manchas na pele com carácter alérgico (nas áscaris);
  • diarreia ou alternância de diarreia e fezes pastosas (giardia, amibas);
  • náuseas e vómitos;
  • perda de peso e mau crescimento (giardia, oxiúros);
  • cansaço;
  • anemia.
Perante uma suspeita, pode realizar-se um exame das fezes ou, em alguns casos, do sangue, para constatar a presença do parasita. Quando as suspeitas são fortes de ser um oxiúro (associado a fatores epidemiológicos, como a criança ter um cão), uma solução pode ser começar o tratamento e aguardar a evolução. Os medicamentos são anti-helmintas. No caso dos protozoários, a diarreia pode ser crónica e forte, necessitando de outros cuidados. Ler Mais...

Para evitar os malefícios do Sol

As radiações ultravioletas, que provavelmente teremos de rebatizar de «ultraviolentas», constituem um perigo maior para as crianças, principalmente pela sua ação aguda e cumulativa sobre a pele, e cumulativa sobre os olhos. A camada de ozono que nos defende da passagem dos perigosos raios ultravioletas está a minguar, atingindo em algumas zonas dimensões francamente inimagináveis. De ano para ano, a zona atingida por esse «buraco» é cada vez maior, incluindo mais e mais países e afetando mais e mais cidadãos. Há precauções a tomar que podem evitar muitas maçadas e doenças futuras:
  • evitar as horas de maior calor, luminosidade e vento;
  • colocar sempre um creme de elevada proteção, em todo o corpo da criança, superior a grau 40 - quanto mais clara e sardenta a pele e mais ruivos os cabelos, maior deve ser o fator. Verificar regularmente se o creme não desapareceu com as brincadeiras e com os banhos, pois nesse caso terá de colocar mais;
  • não colocar a criança dentro de barracas ou em ambientes que condensem o calor, designadamente à hora da sesta;
  • levar sempre água (ou outros líquidos, de preferência não muito açucarados porque acabam por fazer mais sede) e ir oferecendo de tempos a tempos;
  • não complicar as refeições. Levar comida de casa pode ser pior do que comprar qual- quer coisa no local - não se esqueça de que os alimentos se estragam facilmente ao calor e que as crianças, na praia, não ligam muito à comida e contentam-se com qualquer coisa;
  • vestir de acordo com a temperatura. Se estiver calor e não houver vento, pode despir as crianças mais pequeninas e que usam fralda, para que não entre areia para os genitais: se isso acontecer, os resultados são piores: areia, urina e calor dentro de uma fralda é assadura (quase) garantida;
  • se notam que a criança está a ficar cansada ou encarnada («afogueada»), isso significa que são horas de sair da praia;
  • é recomendável o uso de chapéu, de preferência arejado, de abas largas, e que proteja o rosto e as orelhas. As radiações solares que se apanham nos primeiros anos de vida são determinantes para o aparecimento de cancros da pele e para o envelhecimento precoce dos tecidos cutâneos. Atenção pois às crianças. Ter bom senso aprende-se desde pequenino;
  • é indispensável o uso de óculos de proteção solar, insistindo com a criança e fazendo-lhe ver que ganha com essa proteção, ao ser menos agredida pela luz. A proteção deve começar aos 2 meses de idade;
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Algumas questões práticas

- Não é preciso colocar sempre creme quando muda a fralda. Tal como foi referido, só é necessário se o bebé estiver assado, se for uma das alturas do dia em que o faz ou se tiver feito cocó. O pó de talco, tão utilizado antigamente, não é conveniente. O pó, com o xixi e a ação da fralda, pode fazer uma mistura que assa a pele do bebé. - Um bebé saudável faz o xixi que deve, mas deverá desconfiar se passarem mais de 3 mudas de fraldas (3 refeições) e não tiver molhado nenhuma. - Quando detetar manchas avermelhadas na fralda do bebé, deve ter antes de mais, calma. Na larga maioria dos casos trata-se de uma de duas coisas: uns cristais de urato que existem na urina do bebé e que dão um tom avermelhado, ou uma reação de certas polpas de fraldas com algumas urinas. Fica uma mancha vermelha-alaranjada na fralda, diferente do vermelho-vivo do sangue. No entanto, se desconfiar que algo está mal, contacte o médico assistente. - Se passar muito tempo entre duas mudas, ou se estiver calor, forma-se mais amoníaco e o cheiro das fraldes de xixi do bebé pode ser mesmo mau... Como sempre, veja se o bebé tem algum sintoma, ou se é apenas essa a questão. - O ambiente dentro da fralda - quente, escuro e húmido - ó muito propício ao desenvolvimento de fungos e de outros microrganismos, tanto mais se o bebé tiver feito coco. Se deixar muito tempo a fralda por mudar, o mais provável é que o bebé venha a desenvolver uma assadura. DSC_0154 - Não há grandes diferenças entre as fraldas para rapaz e para menina. As «fraldas para rapariga» têm mais polpa absorvente entre as pernas, enquanto «para rapazes» têm mais à frente, pensando no local onde o jato urinário se dirige. Mas na prática, a polpa é tão absorvente que apanha todo o xixi. - Acontece frequentemente nas primeiras semanas de vida, as fezes terem diferentes cores e texturas. Depois do mecónio, que é espesso e negro, o que é normal é tornarem-se mais amarelas e, quando um bebé é amamentado, por exemplo, as fezes -molham- a fralda e deixam no meio umas tampas ou grânulos amarelados; a cor amarela ou verde tem a ver corri o tempo de permanência das fezes dentro do intestino e na transformação de um produto, que ô a bilirrubina (amarelo, que dá a cor à icterícia) noutro pro duto chamado biliverdina (que evidentemente, é de cor verde); os bebés que fazem muitas vezes ao dia têm as fezes mais amareladas, os que fazem uma vez têm geralmente as fezes esverdeadas; passado algum tempo, sobre tudo quando o bebé começa a comer legumes e frutos, as fezes ficam mais acastanhadas; por vezes pode haver muco ou bolhas nas fezes, sem que isso signifique algo de especial; as fezes dos bebés amamentados são tendencialmente mais líquidas do que as dos bebés alimentados a biberão, mas cada caso é um caso. Ler Mais...
Assadura na pepeca | Para Pais.