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A colheita de Vilo Coriónico (CVC) pode causar aborto?

A colheita de Vilo coriónico (CVC) é outro teste de diagnóstico utilizado para se determinar se um bebé tem síndroma de Down. Infelizmente, como com outros testes invasivos, acarreta um risco de aborto de cerca de 1,5-2 %, com o risco a ir reduzindo de dia para dia. Os hospitais maiores, que fazem mais de 100 CVC por ano, podem ter médias de risco menores devido a oportunidade que os médicos têm de aperfeiçoar as suas capacidades para fazer este exame. Ler Mais...

Conselho sobre de como explicar a gente tão pequena os sentimentos de gente tão grande

É importante valorizar os aspetos positivos do outro progenitor, mesmo que custe. A imagem que o filho deve ter de ambos os pais deve ser positiva - mesmo que, passados alguns anos e aumentando a maturidade, comecem a surgir ideias claras sobre cada um deles e afetos maiores ou menores em relação a cada um deles. A ânsia de «fazer justiça» - muito entusiasmada pelos familiares de cada lado - é inútil. Não só porque força a criança a ter de optar, o que considera uma traição ao outro, mas porque não é com essa pressão que se ganha razão ou apoio. A seu tempo, mais tarde, a criança já adulta analisará tudo e fará os seus próprios juízos. Tudo o que for feito nesta idade, 1-5 anos, para obter o «voto do júri» é uma agressão. Que os pais saibam estar, nestas alturas dramáticas da vida familiar, à altura dos filhos. Ler Mais...

O normal é muito variável

A genética humana tem uma caraterística: a chamada «normalidade» tem limites muito amplos – basta vermos os adultos e ver que cada um tem o seu tamanho, a sua forma, a sua cor. Não podemos, pois, criar expectativas «exigindo» determinados padrões de crescimento - há, sim, que proporcionar à criança o ambiente físico, emocional e afetivo para que possa atingir o seu potencial de crescimento. Sermos altos ou baixos não é pois uma questão de acaso, depende de três fatores: A «herança» genética recebida dos pais – e se há mais ou menos probabilidades de ser alto ou baixo conforme o padrão familiar maioritário, não se pode dizer individual- mente se isso vai acontecer. Pais baixos podem ter filhos muito altos ou o contrário; Os meses passados no útero materno – o ambiente pré-natal pode favorecer o crescimento ou, pelo contrário, atrasá-lo e fazer com que a criança nasça com um comprimento pequeno. Mas se a criança foi programada para ser grande e não existirem fatores de doença associada, pode recuperar. Do mesmo modo, há crianças que nascem grandes e depois evoluem para percentis menores. O ambiente após o nascimento - entendendo a palavra ambiente no seu sentido mais lato. Ler Mais...

Outras medidas sobre animais de estimação

Se escolherem uma tartaruga, um lagarto, uma salamandra, uma lagartixa, uma rã, um peixe...os riscos de alergia serão muito menores, dado que não têm pêlo. O pior é que estes bichos são muito pouco simpáticos e não correspondem ao que se pretende de um animal doméstico e de companhia - quem faria festas na salamandra ou levaria o lagarto para a cama? Por isso, e partindo do princípio que a escolha recai sobre um animal «tradicional», para além do que já foi dito, é importante adotar mais algumas medidas:
  • manter o animal o mais possível fora de casa.
  • dentro de casa, limitar o número de compartimentos onde ele pode entrar - designadamente, evitar que entre no quarto da criança.
  • não deixar que a criança durma com o animal na mesma cama ou no mesmo quarto.
  • evitar colchões, edredões e travesseiros de penas de aves (porque também acumulam ácaros).
  • usar um aspirador de alta potência, com filtro adequado, para evitar a acumulação de pêlos.
  • lavar o animal regularmente.
  • ensiná-lo a fazer as suas necessidades em locais onde a criança não tenha acesso.
  • levá-lo ao veterinário e seguir todas as indicações, designadamente vacinação e desparasitação.
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O perigo

Uma coisa é o risco, outra o perigo, e se o primeiro tem de ser controlado, o segundo tem de ser abolido. Entender os comportamentos das crianças deste grupo etário é essencial, tal como é demonstrado no caso em seguida apresentado -, se a diretora tivesse pensado que, em primeiro lugar, estavam as crianças e não quisesse simplesmente agradar aos pais, teria concluído que trepar e descobrir - se calhar no contexto de um jogo de aventura estilo Tarzan - seria sempre o objetivo do Martim e dos amigos. Conversar com eles estabelecer algumas regras para o jogo e criar as condições para que, se a probabilidade de cair se tornasse realidade, as suas; consequências fossem muito menores e termos de lesões, teria sido bem mais eficaz. As condutas de ensaio ou comportamento; experimentais das crianças são benéficas. Só experimentando o limite é que se o conhece. E, às vezes, por desejo da vertigem, ação da adrenalina ou, simplesmente, por um erro de cálculo, pode passar-se o limite, com as respetivas consequências - neste caso, cair da árvore. Cabe aos adultos mostrar como se pode antever o limite antes de se estar em cima dele ou mesmo depois de o ter passado, mas também lhes cabe prever as probabilidades de desenlace negativo e reduzir as hipóteses de perigo, se o risco se concretizar. Ler Mais...
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