Resultados para: "as maores cherecas do mundo"

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Linguagem

Para além de tudo o que está referido no capítulo da linguagem, vale a pena sublinhar, neste resumo das competências da criança, o que os adultos por vezes classificam de «egoísmo», mas que não tem a ver com o que moralmente existe nesta classificação, mas sim com a não distinção entre o próprio e os outros, o pessoal e o social, o subjetivo e o objetivo. O discurso serve para acertar o mundo segundo a bitola do próprio, dando-lhe o toque pessoal, mesmo com deturpação dos factos, e colocando-o no umbigo do mundo, o que o securiza e ainda está inferente à omnipotência em que viveu. Ler Mais...

Desenvolver o sentido da justiça e do pensamento ético

A ética é o sentido do bem e do mal, independentemente das leis e da polícia. As crianças começam cedo a desenvolver o sentido ético, pelo que vêm, vivenciam e pelo que lhes toca a elas próprias. Depois de ouvir uns quantos «nãos» e uns quantos «sins», uns cartões amarelos e vermelhos, semáforos verdes e de outras cores, começam a perceber que a sua ânsia de dominar o mundo e escravizar todos tem (imites, não apenas impostos pelo mundo físico, mas pelas próprias relações interpessoais, quer do lado dos outros, quer igualmente do seu próprio lado. Até sentir que «eu era incapaz de...».Daí a importância da coerência entre o que os pais dizem e fazem, e a transmissão de juízos éticos sobre os atos (mais do que sobre as pessoas). Ler Mais...

Até aos 2 anos

Pode-se dizer que a inteligência é fundamentalmente prática - a criança expressa-se através da linguagem (eixo fundamental da comunicação, mas não apenas verbal, também através da expressão corporal, olhares, etc), com alguma economia diz «água» porque sabe que isso será entendido como «eu quero água». É a fase ao «umbiguismo» « e da omnipotência infantil. Os pais são os seus «braços armados» e a criança chega, através desse (e de outros) braços, ao que quer. Sente-se bastante segura porque nada lhe falta e as ameaças externas parecem mais do que controladas. É também uma idade em que está sempre com um adulto presente, o que lhe inspira confiança. Entretanto, vai adquirindo informação e conhecimentos, experimentando o mundo e analisando os diversos caminhos que segue, recebendo aplausos ou admoestações, vendo os sentidos proibidos, obrigatórios ou opcionais, e percebendo as regras do jogo, bem como a relativa rigidez das relações com o mundo físico, em comparação com a enorme flexibilidade das relações interpessoais. Ler Mais...

O desenvolvimento do conceito de género

À medida que as crianças crescem, apercebem-se que algumas pessoas são homens e as outras mulheres. E que, entre elas, há meninos e meninas. E a identificação começa com o estudo do seu próprio corpo e com a comparação com os outros, reconhecendo dois tipos anatómicos diferentes. Nelas e nos pais e irmãos, ou nas pessoas em geral. A determinada altura começam a usar com mais propriedade o masculino e o feminino, sendo corrigidos quando erram e melhor percebendo que há diferenças, entre o gato e a gata, entre o primo e a prima, embora se surpreendam um pouco porque é que existe uma cadeira e não um cadeiro, um piano e não uma piaria, ou porque é que a companheira do Sol se chama Lua e que a «mulher» do cavalo não é a cavala. Mesmo com estas confusões e ambiguidades, há uma progressiva compreensão do mundo em duas versões, e aos 2 anos e picos já gozam com as situações: «Tenho aqui um pipi.... Ah, ah, ah. É pilinha. Pipi têm as meninas.» A diferenciação por género é uma das primeiras categorizações que as crianças fazem, e que dividirá o mundo em múltiplas classes e conjuntos, passando pelas formas, cores, tamanhos, etc. Ler Mais...

Ansiedade da separação

Diz-se haver uma «ansiedade de separação» quando uma criança fica perturbada no momento em que se separa dos pais ou dos cuidadores mais chegados. Acontece geralmente a partir dos 6-8 meses de idade e dura até cerca dos três anos. Por vezes esta fase pode prolongar-se quando houve um episódio traumático de separação anterior. Se não assume contornos exagerados ou até patológicos, como acontece com a maioria das crianças, a ansiedade da separação é uma forma de a criança se agarrar ao que sente como seguro, num mundo que a ameaça, passando logo que cresça e se aperceba que «não precisa de andar com o "Credo na boca"», porque o mundo, afinal, ainda é um lugar bastante tranquilo. A ansiedade de separação representa também um sinal de que o bebé desenvolveu vínculos suficientemente fortes com algumas pessoas (geralmente, os pais) e que não encara a separação dado que não a consegue ainda abstrair e viver interiormente sem o estímulo da presença física como um evento agradável, securizante ou sem risco. A convicção dos pais (ou a falta dela!) no momento da despedida, a repetição dos eventos, a devida preparação dos mesmos e a progressiva aprendizagem do «carregar os nossos e vivê-los, dentro de nós», levará a que a criança aceite, com uma crescente tranquilidade, a separação física dos seus queridos. Ler Mais...

Amigos representam segurança

Para a criança de 4-5 anos, um amigo é uma segurança, um recurso e um apoio nas brincadeiras, na descoberta do mundo e na vida relacional. Os amigos servem para balizar os valores éticos, ajudando a descobrir as suas potencialidades e as suas limitações. Ter amigos é uma coisa que deverá perdurar pela vida toda e mais vale poucos e bons do que muitos e «assim-assim». Ler Mais...
As maores cherecas do mundo | Para Pais.