Resultados para: "ardencia na cesaria"

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Fiz uma episiotomia e tenho imenso medo de ir à casa de banho. Pode aconselhar-me?

Muitas mulheres que fizeram um corte ou rasgaram a zona do períneo sentem desconforto durante algum tempo depois do parto. Podem ter também alguma dor ou "ardência" quando urinam ou defecam, mas isso só durará alguns dias. Verter água quente sobre essa zona quando urina ajuda, pois isso ajuda a diluir a urina e a reduzir a sensação de ardência causada pelo ácido da urina. Se a sua sanita for junto ao chuveiro poderá utilizar o telefone do chuveiro na sanita. Sem dúvida que um bidé é o ideal embora muita gente não tenha. Beber muitos liquides também ajudará a diluir a sua urina. É normal que os seus intestinos não funcionem durante um dia ou dois depois do parto. Muitas mulheres sentem-se ansiosas a primeira vez que os intestinos funcionam, mas é pouco provável que isso danifique os seus pontos. Contudo, se ficar com prisão de ventre, isso poderá causar desconforto. Assegure-se de que bebe muita água e come fruta e legumes frescos para ajudar a evitar isso. Se vir que continua com prisão de ventre, a sua parteira poderá dar-lhe um laxante suave se necessário. Ler Mais...

Birras de provocação

Primeiro ponto: o Pedro já perdeu o seu sentido de omnipotência e tem receio de ser abandonado. E quando já ouviu os pais dizerem-lhe: «Estou farto de ti!» - ou, mesmo não tendo ouvido, já pressentiu que isso poderá (na cabeça dele, claro) acontecer -, tem medo de que o façam sair de casa, para um mundo onde (ele bem sabe!) não sobrevive- ria. E não gostarem dele será o pontapé de saída...para a saída. Segundo ponto: o Pedro tem já muito desenvolvido o seu sentido ético. Sabe distinguir o bem do mal, e se faz asneiras é porque é isso mesmo que quer fazer. Terceiro ponto: o Pedro descobriu que tem duas versões: uma boa e outra «menos boa». Descobriu, afinal, a condição humana, mais outro «peso-pesado» que tem de assumir. Quarto ponto: o Pedro não sabe se consegue controlar a versão «má», a tal que lhe garante «cama e roupa lavada», está já assente, e com ela o amor dos pais. Quinto ponto: o Pedro tem medo de ser mau, de «acordar mau», porque não sabe como é que estas coisas se controlam. E se tal acontecer, os pais não gostarão dele, e daí a porem-no na rua será um ápice. Sexto ponto: Perante esta dúvida angustiante, o Pedro tem de se testar, a ele e aos pais. Como o amor dos pais já é um dado adquirido, para a versão «boa», vai então experimentar a outra versão, a «má». Para ver o que dá...antes que a situação escape ao seu controlo e as coisas aconteçam sem travão. Sétimo ponto: o Pedro tem de ser educado dentro das regras e dos limites estabelecidos pelos pais. Mas há que ter a arte e o cuidado de distinguir a pessoa dos seus atos. Se estes podem ser passíveis de elogio e prémio, ou censura e castigo, já a pessoa tem de ser sempre reafirmada como objetos de amor. Seja qual for a versão que esteja «em vigor». Oitavo ponto: não é muitas vezes o que fazemos, mas é quando se deve mais fazer: na fase da asneira e da versão «má», que é afinal quando surgem as dúvidas se os pais gostam ou não dela, há que dar afeto e garantir à criança (portanto, à pessoa) que se gosta dela, que o amor nunca estará em causa. Dizer «Gosto de ti. És querido!- e só depois, debruçamo-nos sobre o ato, e então condenarmos e castigarmos se for esse o caso. Este, o ato. Não aquela, a criança. Com esta estratégia, o Pedro deixará de ter dúvidas sobre o amor dos pais. Sabe que será sempre desejado e querido (do verbo «querer), mesmo que a tecla carregue na versão «má». Tiram-lhe toneladas de cima. E verá que consegue, gradualmente, controlar a parte «má», sendo cada vez mais «querido». Além disso, porque os pais lhe ensinaram os conceitos éticos, dos quais ele tem uma noção muito clara, sentir-se-á bem consigo próprio por agir bem, tendo ainda o acréscimo de receber uma recompensa pelas atitudes corretas. A pouco e pouco deixará as provocações baratas, «rascas» e (quase) incompreensíveis, muito mais rapidamente e com menos trauma do que se nada disto for feito. Ler Mais...

Quais são os sintomas?

A meningite é uma inflamação das meninges, na prática uma infecção das membranas meníngeas que revestem e protegem o nosso cérebro bem como do espaço que fica entre elas e que inclui o líquido céfalo-raquidiano, que as lubrifica. De uma maneira geral, as meninges infetam-se através do sangue os micróbios saem de um ponto de infecção inicial (o nariz, a garganta, as vias respiratórias, ou até os intestinos) e penetram no espaço meníngeo. No entanto, em casos mais raros a infecção acontece diretamente a partir de um foco infeccioso que fica próximo, seja uma otite não tratada, uma infecção do globo ocular ou quando um traumatismo craniano abre uma porta de entrada. Os sintomas da doença relacionam-se com a idade da criança e com o agente causador; de qualquer forma a sua interpretação nem sempre é fácil. São sinais incaracterísticos o que facilmente nos despista, baralha e confunde. Por exemplo, uma febre de 40° graus acompanhada de vómito pode levantar suspeitas, mas também é normal em algumas crianças vomitarem quando a temperatura fica muito alta. Os sintomas e sinais de meningite são conhecidos da população em geral febre, vómitos, prostração e rigidez dos músculos da nuca -, no entanto nenhum deles é exclusivo da meningite e, especialmente no bebé pequeno, podem estar ausentes, ou substituídos por sintomas e sinais ainda mais inespecíficos. Nas crianças mais velhas e nos adultos, a doença aparece de uma forma brusca com febre alta, vómitos, aversão à luz e grande prostração. Uma convulsão ou perda da consciência podem ser as primeiras manifestações de que algo se passa. Depois, na observação médica ressaltam os chamados sinais meníngeos, como a rigidez dos músculos da nuca quando se flete a cabeça. Nas crianças mais pequeninas, principalmente no primeiro ano de vida, esses sintomas incluem a febre, gemido, vómitos, irritabilidade ou prostração. A criança fica pálida e com frequência faz convulsões. Nestes casos o achado médico é a hipertensão da fontanela (a moleirinha), que fica abaulada e proeminente. Nos bebés recém-nascidos os sintomas são muito in característicos recusa o peito da mãe ou o biberão, geme, grita (que não é o mesmo que um choro forte), fica prostrado. Estes sintomas e sinais são indicadores de que a criança está muito doente. E o melhor é mesmo não perder tempo e recorrer ao serviço de urgência. É claro que com um bebé tão pequenino doente, os pais ficam por vezes num tal estado de ansiedade que não lhes permite discernir com clareza. Por exemplo, não é por a criança vomitar uma vez e que apenas isso, um vómito, que os pais devem ir a correr ao hospital, muito menos se ela parece estar bem. O mesmo se passa quando se fala em recusa alimentar, não é por deixar ficar metade do biberão que está doente. De qualquer forma, em caso de dúvida, é aconselhável uma ida imediata à urgência. Falta dizer ainda que em algumas meningites, nomeadamente naquelas em que o agente é o meningococo, podem surgir lesões na pele, umas hemorragias tipo picada de alfinete designadas por petéquias ou maiores, idênticas a uma nódoa negra, chamadas equimoses. Podem ainda surgir queixas gastrointestinais ou articulares. Os sintomas de meningite são semelhantes, mesmo com micróbios causadores diferentes, embora a gravidade e a evolução variem conforme o micróbio que lhe deu origem: - febre - sonolência ou confusão - dores de cabeça intensas - rigidez da nuca (excepto nos bebés com menos de ano e meio de idade) - aversão à luz - náuseas e vómitos Em geral, nos bebés com menos de ano e meio de idade, os sintomas são mais inespecíficos e podem não se perceber tão bem. Entre eles estão: - febre - agitação ou irritabilidade, especialmente quando se pega no bebé - dificuldade em acordar - dificuldade em se alimentar recusa de mamar - vómitos - prostração - gemido ou grito (tem uma alta tonalidade e distingue-se do choro forte) Nestes bebés pequenos pode não haver rigidez da nuca, mas a fontanela (moleirinha) está abaulada, para cima, e tensa. Ler Mais...

Cremes

Criança na praia igual a creme de fator elevado, de preferência igual ou superior a 40. Quanto mais clara e sardenta a pele e mais ruivos os cabelos, maior deve ser o fator. Escolham um creme à prova de água (porque as crianças estão sempre a entrar e a sair) e besuntem-nos antes da chegada, repetindo o processo. O buraco do ozono não é uma invenção de alguns «malucos». Ler Mais...

Posso fazer alguma coisa para reduzir o risco de entrar em trabalho de parto demasiado cedo?

Não se sabe exatamente porque é que as mulheres entram em trabalho de parto, embora se julgue ser devido a uma combinação de fatores. Infelizmente, as medidas mais preventivas para parar o trabalho de parto prematuro não são eficazes, portanto há pouco a fazer para reduzir o risco de isso acontecer. No entanto, as medidas mais eficazes de auto-ajuda em relação a uma gravidez normal, a um resultado positivo de parto e a evitar com sucesso um parto prematuro, são adotar um estilo de vida saudável antes e durante a gravidez, incluindo não fumar ou beber álcool, fazer uma dieta bem equilibrada e fazer algum exercício diário. Um bom apoio social também ajuda a reduzir os níveis de stress e de preocupação durante a gravidez, o que pode ter um efeito muito positivo na sua saúde e bem-estar gerais e, por seu turno, na sua gravidez, trabalho de parto e parto. Ler Mais...

Tenho uma pélvis pequena; não sou demasiado fraca para fazer força, mas dizem que preciso de cesariana. Isso está certo?

A desproporção cefalo-pélvica (DCP) é o termo utilizado para descrever um trabalho de parto que não está a progredir devido ao tamanho ou à forma da pélvis da mãe em relação ao tamanho e à posição do bebé. Podem surgir problemas se um bebé for invulgarmente grande ou uma mãe invulgarmente pequena. Uma verdadeira DCP é rara, e mesmo que seja uma preocupação na gravidez, por vezes julga-se melhor tentar o trabalho de parto, embora você seja avisada de que poderá ser possível uma cesariana. Certos sinais indicam a DCP durante o trabalho de parto: por exemplo, se o bebé não desce através da pélvis, ou se o colo do útero não dilata; em situações destas será necessária uma cesariana. Ler Mais...
Ardencia na cesaria | Para Pais.