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O desenvolvimento do conceito de género

À medida que as crianças crescem, apercebem-se que algumas pessoas são homens e as outras mulheres. E que, entre elas, há meninos e meninas. E a identificação começa com o estudo do seu próprio corpo e com a comparação com os outros, reconhecendo dois tipos anatómicos diferentes. Nelas e nos pais e irmãos, ou nas pessoas em geral. A determinada altura começam a usar com mais propriedade o masculino e o feminino, sendo corrigidos quando erram e melhor percebendo que há diferenças, entre o gato e a gata, entre o primo e a prima, embora se surpreendam um pouco porque é que existe uma cadeira e não um cadeiro, um piano e não uma piaria, ou porque é que a companheira do Sol se chama Lua e que a «mulher» do cavalo não é a cavala. Mesmo com estas confusões e ambiguidades, há uma progressiva compreensão do mundo em duas versões, e aos 2 anos e picos já gozam com as situações: «Tenho aqui um pipi.... Ah, ah, ah. É pilinha. Pipi têm as meninas.» A diferenciação por género é uma das primeiras categorizações que as crianças fazem, e que dividirá o mundo em múltiplas classes e conjuntos, passando pelas formas, cores, tamanhos, etc. Ler Mais...

Sinais da ovulação

A ovulação ocorre quando um óvulo é libertado do ovário. Para engravidar, o espermatozóide deve encontrar e fertilizar o óvulo, e o embrião formado deve implantar-se na parede uterina. Há sinais que podemos procurar que indicam a ovulação: * Alteração no fluido vaginal que de escasso ou espesso e opaco passa a claro, gelatinoso e viscoso. * Subida da temperatura (à direita). * Sangramento entre ciclos ou ovulatório que se julga resultar da súbita descida de estrogénio que ocorre com a ovulação. * Dor localizada. * Inchaço da vulva antes da ovulação, em especial do lado que fez a ovulação. Uma alteração da sua temperatura corporal pode indicar a ovulação. Logo após a ovulação a temperatura sobe entre 0,3 e 0,9 ºC. Kits de ovulação podem ser comprados sem receita em farmácias e supermercados Estes simples testes de urina detectam um aumento de nível da hormona luteizante (HL) o qual ocorre logo após a ovulação. Ler Mais...

Sarampo

É frequente a confusão de diagnóstico entre o sarampo e outras situações que dão febre e manchas na pele. Depois de um período em que praticamente todas as crianças tinham sarampo, com um grau de mortalidade grande e com surtos cada 4 anos, a vacinação elevada permitiu quase controlar esta doença. São assim muito raros os casos de sarampo verdadeiro. É uma doença muito contagiosa, que se transmite por via aérea, a partir das secreções das pessoas infetadas. Passadas uma ou duas semanas após o contágio, a criança começa com congestão nasal, conjuntivite, tosse seca e febre baixa. Passados 4 dias, surgem as manchas, começando por trás das orelhas e descendo em cerca de 3 dias até aos pés. São manchas avermelhadas, sem relevo, com alguma comichão. A febre desaparece ao 4.°dia, e até lá a criança sente-se muito mal. Depois, aparece descamação da pele, seguindo o mesmo trajeto. Além da temível encefalite, que pode surgir vários anos após o episódio de sarampo e que tem um péssimo prognóstico, o sarampo pode deixar surdez, ou ocasionar pneumonias. É por isso fundamental que as crianças continuem a ser vacinadas, aos 15 meses e 5 anos, contra esta doença. Ler Mais...

Como ensinar o seu filho a lavar as mãos. Como incutir o hábito.

A lavagem das mãos é um comportamento aprendido. Para ser eletiva, uma conecta lavagem das mãos deve ser ensinada, com tempo e calma, tal como a escovagem dos dentes ou qualquer outro comportamento que necessite de aprendizagem de regras, passos, rigor e exercitação. É bom que, paralelamente a uma aprendizagem das regras de lavagem, por forma a que sejam instintivas, se faça também ver às crianças que não se trata de um «frete- a fazer aos pais, ou um bilhete para poder ir para a mesa, mas sim uma rotina diária que deverá perdurar ao longo da sua vida. Os padrões de comportamento de lavagem das mãos começam a ser interiorizados com a educação para a utilização da sanita e consolidam-se por volta dos 9-10 anos. O comportamento ritualizado de reação à sensação de repugnância gerada pela sujidade das mãos é interpretado como um mecanismo de auto- defesa contra a infeção. É. contudo, subjetivo e insuficiente para a manutenção de níveis ótimos de proteção contra os agentes microbianos. Desta forma, o comportamento de higiene das mãos revela-se em dois tipos: o inerente (em reação à sensação de sujidade) e o eletivo (não associado à sensação de sujidade). Este último, que pode ser exemplificado com a lavagem das mãos após o contacto com uma pessoa doente, encontra-se menos enraizado na população. Inicialmente, a aprendizagem deve ser feita pelos pais ou encarregados de educação. Numa fase posterior intervêm também os infantários e jardins-de-infância, os educadores e os colegas. Nos infantários, existe, por norma, um regulamento interno que orienta a atuação dos educadores e que prevê o ensino da rotina diária da criança, com a abordagem de vários temas da higiene básica, nomeadamente a higiene das mãos. Até aos 2 anos de idade ou enquanto a criança não for autónoma, a lavagem das mãos nos momentos apropriados está dependente dos educadores. Estes recebem formações educativas periódicas em diversas áreas, como técnica de lavagem das mãos e situações nas quais esta é desejável. As crianças mais velhas, com autonomia, recebem reforço diário sobre as situações em devem lavar mãos (antes e após as refeições, após a utilização da casa de banho e antes de entrarem na sala após os intervalos), mas executam o ato sozinhas, sendo controladas apenas em algumas situações. Ler Mais...

Como prevenir

A vacina contra a hepatite A já existe há muitos anos em Portugal, embora ainda não faça parte do Programa Nacional de Vacinação. Os pais devem trocar impressões com o médico-assistente sobre o assunto. Provavelmente, dada a inocuidade da hepatite A nos primeiros anos de vida, e a deslocação da idade-alvo para os mais velhos, a idade melhor para a vacinação poderá ser os 5 anos. Além da vacina, a prevenção passa pela otimização do nível higiénico e sanitário da população, desde a higiene pessoal à água de consumo, passando pela remoção correta dos lixos e excreta, e eficaz tratamento de esgotos. Há que ter um especial cuidado com as fezes das crianças doentes, que são contagiosas até uma semana depois do início da icterícia. Como a fase infeciosa começa antes do aparecimento dos sintomas, é mandatário que, em qualquer circunstância, a manipulação das fezes das crianças seja sempre feita com muito cuidado, especialmente nos infantários e jardins infantis, e a pessoa que muda as fraldas à criança lave sempre muito bem as mãos antes e especialmente depois de o fazer. Embora a hepatite A não seja uma doença que evolua mal, é conveniente a criança ficar em casa até pelo menos sete dias após o aparecimento da icterícia ou 14 dias apôs o aparecimento dos primeiros sintomas. Ler Mais...

Ouvi dizer que a amniocentese envolve riscos. Isso é verdade?

A amniocentese envolve um pequeno risco de aborto. Julga-se que o risco normal de aborto aumenta 1 % após uma amniocentese, mas passados dois dias o risco volta ao normal. Tem de equilibrar o risco com o valor que o teste tem para si e também estar consciente de que o resultado de um teste normal não é uma garantia de que não haja outros problemas, mas é sem dúvida tranquilizador. Ler Mais...
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