Resultados para: "aperta o uter"

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Tive uma indigestão terrível – porquê?

A progesterona, a hormona que relaxa os músculos lisos (músculos que controlam acções inconscientes) na gravidez, tem o desagradável efeito secundário de relaxar todos os músculos lisos do corpo, incluindo os do aparelho digestivo. As digestões lentas e o anel de músculos em cada extremidade do estômago tornam-se menos eficazes, o que pode causar azia e indigestões, pois os sucos ácidos do estômago sobem ao esófago. Além disso, o seu bebé em crescimento aperta tanto o seu estômago que fica com pouco espaço para digerir os alimentos. Para evitar a indigestão, coma pouco e várias vezes, coma devagar, não coma tarde de noite e evite alimentos gordos e condimentados. Em vez de se deitar ao comprido, apoie-se em almofadas. Fale com a sua parteira, médicos ou o farmacêutico sobre remédios seguros. Ler Mais...

A reação ao leite de vaca

Tem-se verificado existir em algumas crianças. Este tipo de leite está na base dos leites comerciais substitutos do leite materno, ou seja, do leite «de lata» que se dá aos bebés no primeiro ano de vida e também na alimentação da maioria das mães. Estas reações, sem geralmente chegarem a ser verdadeiras alergias graves, podem manifestar-se por cólicas. O intestino funciona em segmentos que, quando tudo está bem, estão coordenados quando um aperta o seguinte abre e, assim, o conteúdo intestinal avança. São os chamados «movimentos peristálticos». Estes segmentos intestinais são comandados por nervos. Enquanto este sistema ainda não estiver maduro e convém não esquecer que o intestino é um dos poucos órgãos que praticamente não funciona durante a vida fetal pode acontecer um segmento contrair-se mas o seguinte não estar dilatado. Resultado: a meio dá-se uma dilatação súbita que causa dor. Esta imaturidade intestinal é também uma das causas de cólicas no bebé pequeno. Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre Brincar

ong>Quando é que um bebé começa a brincar?ong> A atividade lúdica faz parte da vida, tal como dormir, comer, rir e chorar. Mais: brincar é um fim em si próprio e não apenas um meio para se atingir qualquer outro objetivo. Brinca-se porque se brinca. Tão simples como isto. A atividade lúdica, muito associada ao prazer, à tranquilidade, à criatividade e à descoberta. Logo, e para responder à pergunta: brinca-se desde que nascemos. Um bebé de meses brinca com o corpo, as mãos, os pés, bate palminhas, deita a língua de fora, mais tarde brinca com as rocas, os peluches ou os cubos de montar. ong>Como posso brincar com o meu bebé?ong> Não basta pegar em brinquedos e dar ao bebé para que este se sinta feliz. Pelo contrário, vai sentir-se, frustrado e infeliz. Os bebés precisam de aprender a brincar sozinhos e fazem-no enquanto o brinquedo permite exploração e descoberta, mas logo esgotam as suas possibilidades individuais e precisam de quem lhes aponte mais soluções para o objeto ou para o jogo. É por isso que brincar com uma criança é estar com essa criança, física e mentalmente. O tempo que passamos com os nossos filhos é fundamental. ong>Que brinquedos devo comprar?ong> Um conselho, não comprem brinquedos em demasia. Vai baralhar o bebé, porque terá mais dificuldade em se concentrar num, estudá-lo e explorá-lo, e acaba por ser um gasto inútil de dinheiro, para além do péssimo hábito de desperdício e de abundância materialista. Deve dar uma maior atenção ao valor ludo-pedagógico do brinquedo e confirmar que está adequado à idade da criança, tente perceber o que ela realmente gosta. ong>Os brinquedos mais caros são os melhores?ong> Não é pelo preço que se deve guiar mas sim pelo interesse que o brinquedo terá para o bebé. Para além disso o mais importante é ver se o brinquedo é seguro. Por exemplo, o urso de peluche tem olhos ou um nariz que sai ao primeiro puxão podendo ir para a boca do bebé? ong>O meu bebé deve ver televisão?ong> A televisão é a eterna questão polémica! Definitivamente antes de um ano a resposta é não, porque o bebé não tem capacidade para seguir atentamente uma história, porque não tem capacidade de seguir a velocidade da mudança de imagens, nem tem memórias que lhe permitam ver «metade» e intuir o resto. Ler Mais...

E as amas…

As amas são uma solução cada vez mais frequente. Existem vários tipos de amas e é difícil dizer se colocar uma criança numa ama é bom ou é mau. Tudo depende. E tudo depende de vários fatores: espaço da casa, limpeza, segurança, riscos, número de crianças e respectivas idades, pessoas que ajudam, características da ama e motivações (faz o que faz por dinheiro ou por gostar de crianças, tem ou não paciência para os aspectos mais maçadores de tomar conta de uma criança, etc). Existem amas que são verdadeiras mães, existem outras que são de fugir a sete pés. A colocação em amas deverá obedecer a várias regras, e será bom que a ama esteja registada na segurança social pois isso implica um número limitado de crianças e respeito pelas referidas regras, que vão da higiene aos espaços, presença de animais, etc. além de que algumas redes de amas fazem cursos e actualizações sobre puericultura que embora não sejam uma garantia em muito ajudam à credibilidade das amas. Um estudo efetuado em Portugal, no qual participei, mostrou que era indiferente a frequência de ama ou de infantário na socialização e bem-estar da criança, dependendo o sucesso ou insucesso da qualidade do serviço prestado. Se a ama é competente e afetuosa o bebé fica bem entregue. Cabe aos pais fazerem essa vigilância (aliás, como em relação às outras instituições e hipóteses) sem pensarem que têm o problema resolvido para sempre mal entregam a criança. Ler Mais...

Quanto tempo durará a primeira fase do trabalho de parto?

A primeira fase do trabalho de parto dura até o colo do útero estar completamente dilatado. As mulheres têm tendência a começar a contar o tempo do trabalho de parto desde as primeiras contrações, mas as parteiras e outros profissionais de saúde só começam a contar quando este está confirmado, quando as contrações se tornam regulares, a cerca de cada três ou quatro minutos, e duram cerca de 45 segundos a um minuto e o colo do útero tem cerca de três centímetros de dilatação. Devido à diferença com que os trabalhos de partoo cronometrados, você pode ouvir falar de trabalhos de parto que duraram 50 horas e de outros que duraram duas. Em média, os trabalhos de parto das mães pela primeira vez duram cerca de 12-14 horas. Se continuar depois desse tempo, o médico poderá querer investigar porque é que o trabalho de partoo está a progredir. Logo que o trabalho de parto esteja confirmado, os profissionais de saúde geralmente esperam que o colo do útero dilate a uma média de meio centímetro por hora. Contudo, há enormes variantes nesta média e um trabalho de parto pode assim progredir normalmente com uma proporção de dilatação mais lenta ou mais rápida. A sua parteira mantê-la-á informada sobre os acontecimentos durante o trabalho de parto e não tenha medo de perguntar como é que as coisas estão a progredir. Ler Mais...

Brincar é uma atividade complexa

Brincar não é uma atividade feita de gestos gratuitos e sem nexo, como muitas vezes a desconsideramos; porque o que a criança faz é supostamente «coisa de criança». Mas não. Brincar é uma das atividades mais elaboradas porque, para além de indispensável, desenvolve a criatividade, o imaginário, a imaginação, a alternância, o sentido figurativo e representativo, e a organização dos gestos, das falas e dos cenários. Nãooutra atividade tão completa como o brincar. Dizia o Professor Robert Debré, um grande pediatra, companheiro de Jean Jaurés e fundador da Unicef, que até as amibas brincam: após uma fase em que agitam os seus prolongamentos em busca de comida, continuam a fazê-lo, nem que seja para tocar em outras amibas se não é para recolher alimentos, então fazem-no provavelmente para brincar. Jogar e brincar fazem, pois, parte da vida e não devem ser abandonados só porque se cresce. Os adultos às vezes têm vergonha de revelar esta faceta que classificam de Infantil, talvez porque, hoje, se exige produtividade e isso é, para a maioria, sinónimo de seriedade. Mas brincar é normal, desejável, pedagógico, terapêutico... é bom e dá prazer, com grandes vantagens biológicas, psicológicas e sociais. Não há nada mais instintivo do que brincar: vejam-se, por exemplo, os animais domésticos: um cão, um gato, como brincam. O ser humano sempre brincou e, se calhar, em vez de nos chamarmos homo sapiens, porque sabemos muito pouco, devíamos, talvez chamarmo-nos homo fudens porque brincamos realmente muito. Estamos talhados para isso, embora brincar também não seja sempre sinónimo de felicidade e de alegria. Brincar, como tudo na vida, pode significar frisfeza, sofrimento, mas é mesmo assim que as coisas são. O século xx ficará provavelmente para a História como o Século da Criança. Depois do reconhecimento gradual e sequencial dos Direitos Humanos, dos Trabalhadores, das Mulheres, registou-se neste século um movimento crescente a favor dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes, tão bem resumidos na Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança. E o direito a brincar está consagrado no artigo 31.°. Porventura o artigo 31 a, que não existe, deveria dizer que brincar é também um direito que não se extingue nem tem prazo é um direito do ser humano, seja como refúgio para a ferocidade do mundo, seja como estratégia para amansar esse mesmo mundo, em qualquer idade da sua vida. Brinquemos, com as pessoas, com as situações, com os objetos, com o dia-a-dia. Organizemos o nosso trabalho como se fosse um jogo, uma brincadeira. Vamos ter muito mais prazer em trabalhar. Em ser adultos. E em ser pais. Ler Mais...
Aperta o uter | Para Pais.