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Varicela – Incubação e sinais

O período de incubação varia entre 11 e 21 dias, começando então os primeiros sintomas - mal-estar, febre baixa, falta de apetite, entre outros. No dia a seguir começam a aparecer na pele pequenas pápulas vermelhas, que rapidamente passam à situação de vesículas, ou seja, ficam com líquido; estas acabam por se transformar em crostas. Todas estas lesões causam muita comichão. O que é característico na varicela é que as lesões vão aparecendo por surtos durante alguns dias, ou seja, enquanto umas ainda estão na fase de pápula, as outras estão em vesícula e outras já na fase de crosta e de cicatrização. Outro aspecto característico é o aparecimento destas lesões na cabeça e no céu da boca. A infecciosidade dos doentes começa um a dois dias antes do aparecimento das lesões (o que toma difícil isolar os doentes porque ainda não se fez o diagnóstico) até praticamente todas as lesões estarem na fase de crosta, o que acontece cerca de 5 a 7 dias depois do aparecimento das primeiras pápulas. A forma de contágio é directa. O diagnóstico é geralmente óbvio, quando aparecem as lesões, até porque há geralmente mais casos na vizinhaa ou na creche/infantário/escola. A varicela no primeiro trimestre da gravidez pode originar malformações no feto. Ler Mais...

Incubação e sinais

O período de incubação varia entre duas a três semanas, começando então os primeiros sintomas - mal-estar, febre baixa, falta de apetite, entre outros. No dia a seguir começam a aparecer na pele pequenas manchas e pápulas vermelhas, que rapidamente passam a vesículas, ou seja, ficam com líquido; estas acabam por se transformar em crostas. Todas estas lesões causam muita comichão. O que é característico na varicela é que as lesões vão aparecendo por surtos durante alguns dias, ou seja, enquanto umas ainda estão na fase de pápula, as outras estão em vesícula e outras já na fase de crosta e de cicatrização. Outro aspeto característico é o aparecimento destas lesões na cabeça e no céu da boca, ou nos genitais. A infecciosidade dos doentes começa um a dois dias antes do aparecimento das lesões (o que torna difícil isolar o doentes porque ainda não se fez o diagnóstico) até praticamente todas as lesões estarem na fase de crosta, o que acontece cerca de 5 a 7 dias depois do aparecimento das primeiras pápulas. O contágio faz-se por via direta. O diagnóstico é geralmente óbvio, quando aparecem as lesões, até porque há geralmente mais casos na vizinhaa ou na creche/infantário/escola. A varicela no primeiro trimestre da gravidez pode originar malformações no feto. Ler Mais...

A síndrome de La Tourette

Há mais de um século, Gilles de la Tourette um neurologista francês, descreveu uma situação em que as criaas dizem palavrões e «verdades inconvenientes» sem o fazerem por provocação ou malandrice. Contudo, a síndroma é mais do que isso. Trata-se de uma situação genética, mas pouco mais se sabe do que isso, podendo revelar-se por tiques de vocabulário ou motores, aparecendo muitas vezes em salva - seja dizer coisas, pigarrear, espirrar, tossir ou tocar nas pessoas e no vestuário das pessoas, retorcer-se, repetir sons terminais das frases que os outros dizem (o que as torna particularmente irritantes para quem não esteja a par da situação) e uma grande vontade de dizer inconveniências, palavrões e linguagem de cocos e xixis». A criaa sente uma vontade irreprimível de repetir algo, e as crises podem surgir depois de serem obrigadas a estar quietas, em casa ou na escola, por muito tempo. O stresse e o cansaço podem exacerbar os tiques. Pode haver também um comportamento obsessivo ou compulsivo, e antes dos tiques pode haver sinais de hiperatividade ou falta de atenção/distração. Na maioria dos casos as criaas não precisam de tratamento, mas sim de compreensão, embora os neuro pediatras ou pedopsiquiatras possam optar, por vezes, por uma abordagem medicamentosa, sobretudo se os sintomas são intensos e/ou causam problemas de relacionamento, escolares ou familiares. Ler Mais...

Septicemia

A septicemia é uma doença muito muito grave, rapidamente progressiva e potencialmente fatal, que pode surgir no decurso de uma infeção inicialmente localizada, por exemplo a partir do aparelho respiratório, genito-urinário, gastrointestinal ou a partir da pele. Pode preceder ou coincidir com infeções ósseas (osteomielite), do sistema nervoso central (meningite) ou outros tecidos. A septicemia pode levar rapidamente ao choque séptico, com colapso circulatório e consumo dos fatores de coagulação, hemorragias de diversa índole e, finalmente, à morte. O início da septicemia é caracterizado por arrepios e febres altas, em «pico», respiração acelerada e batimentos cardíacos rápidos. A pessoa afetada tem um aspeto de estar «gravemente doente», tóxico, com muito mau estado geral. Estes sintomas progridem muito rapidamente para choque séptico, com diminuição da temperatura do corpo, queda da tensão arterial, estado mental de confusão e problemas graves na coagulação, aparecendo na pele petéquias (como picadas de alfinete) e equimoses («nódoas negras»). O tratamento adequado das infeções localizadas pode evitar as septicemias. As vacinas, como as que existem contra o Haemophilus influenzae, o pneumococo ou o meningococo C, reduzem a incidência destas doenças e, portanto, a possibilidade de septicemia. Por outro lado, quando existe um caso detetado, numa escola, infantário ou local de trabalho, a profilaxia feita aos contactos permite reduzir o risco. Ler Mais...

Medidas preventivas

• rever a instalação elétrica da casa muitas famílias vivem em casas antigas (às vezes não tão antigas como isso mas sem respeito pelas regras de seguraa). Será útil rever as instalações e substituir as tomadas e fichas que já se encontram deterioradas ou que oferecem perigo por si só. Uma medida fundamental é instalar disjuntores de seguraa que permitam à eletricidade desviar-se para o quadro em vez de passar pela criaa. É talvez a medida isolada mais importante; • instalar tomadas e fichas de «terra" nos eletrodomésticos e, idealmente, em todas as tomadas; • escolher tomadas que têm entradas de seguraa, ou seja, que dificultam em muito o acesso e o contacto dos dedos da criaa com os fios de passagem; • instalar as tomadas em locais «escondidos» e fora da vista da criaa, embora essa não seja uma garantia de que a criaa não lhe vai mexer; • utilizar «tapa-tomadas» nas que não estão a ser utilizadas escolher modelos que só possam ser retirados com a ajuda de uma ventosa ou chave, uma vez que os dedos do bebé poderão arranjar maneira de tirar os modelos «em barra». É bom tratar disso antes de a criaa começar a gatinhar, ou seja, por volta dos 6 meses; • ter cuidado em não estragar tomadas, fichas e fios a massa de que são feitos é frágil e com meia dúzia de pancadas pode partir-se. Cuidado ao arrastar móveis, aspirar, etc.. • evitar a sobrecarga das tomadas com muitas fichas - às vezes vêem-se magotes de fichas todas elas ligadas à mesma tomada, o que leva, especialmente no caso de alguns eletrodomésticos, a um sobreaquecimento que distorce e estraga as fichas e tomadas, a que se soma a acção do peso das várias ligações o ideal é usar tomadas triplas ou quádruplas em barra; • ter cuidado com as extensões, porque acrescentam mais um elemento de ligação, o que constitui um fator de perigo. As extensões desdobráveis (redondas) deverão ser sempre totalmente desenroladas porque, a menos que tenham elas próprias mecanismos de seguraa, podem aquecer muito se o fio fica enrolado, podendo provocar um incêndio; • electricidade e água não combinam ou seja, todos os eletrodomésticos e tomadas situados na casa de banho e na cozinha devem ser objecto de ainda mais cuidado. Por outro lado, mexer em aparelhos eléctricos com as mãos húmidas (mesmo em situações tão simples como acender uma luz num interruptor) pode causar a morte. E as criaas muitas vezes lavam as mãos e enxugam-nas a correr, ficando com elas molhadas... apagando de seguida a luz da casa de banho. • não lidar com a electricidade como se fosse uma brincadeira quanto mais pequena for a criaa, maior a necessidade de protecção, mas esta mantém-se ao longo do crescimento; apesar da necessidade de um ensino progressivo, não cabe à criaa assumir a responsabilidade pela sua própria proteção. Ao aprender a conviver com a eletricidade, é conveniente que se consciencializem desde pequenas que «com a eletricidade não se brinca». E quantas vezes são os adultos a dar o (mau) exemplo, trocando lâmpadas sem desligar o quadro ou pelo menos o interruptor, arranjando em casa eletrodomésticos à frente dos filhos pequenos, etc... são frequentes os casos de criaas que se eletrocutaram porque estavam a imitar os pais a arranjar fios, cortando-os com tesouras ou desaparafusando interruptores ou casquilhos com os candeeiros ligados; • ter especial cuidado, em relação a estes pontos todos, no que toca ao quarto da criaa. E já agora também aos locais onde as criaas passam grande parte do tempo: creches, jardins de infância, escolas... e aas salas de espera dos consultórios e dos centros de saúde e hospitais... • não deixar o bebé manusear eletrodomésticos porque passaa ser, para ele, mais um brinquedo para mexer, analisar e «destruir» - e é natural que os eletrodomésticos fascinem a criaa, porque mexem; • depois de utilizar os aparelhos, não os deixar ligados ou por arrumar com a pressa isto é muito vulgar. Acaba-se de fazer o que se está a fazer, ou interrompe-se para ir ao telefone ou à porta e é o tempo suficiente para a criaa lhes mexer, accionar os botões e magoar-se ou eletrocutar-se; • é importante ter método e ver o mundo pelos olhos das criaas, adivinhando-Ihes a curiosidade (que é grande), a capacidade de se deslocarem (que aumenta enormemente mal começam a gatinhar) e a ausência de noção de perigo (não vale a pena dizer que «a electricidade mata» quando o bebé não sabe o que é morrer, nem sequer o que é a eletricidade...). Ler Mais...

Estou com 32 semanas e sinto muitas dores na pélvis – qual a razão disto?

Um leve desconforto pélvico é um sintoma comum na gravidez pois os seus ligamentos ficam mais flácidos devido ao aumento dos níveis das hormonas relaxina e progesterona na gravidez. Estas alterações na sua pélvis preparam o seu corpo para o parto. Essa sensação é bastante normal e acontece à maior parte das mulheres grávidas. Se a sua pélvis continuar a dar-lhe desconforto, pode tentar adaptar o seu dia-a-dia de forma a aliviar os sintomas. Mantenha as pernas juntas e rode-as quando entrar ou sair do carro ou da cama. Pense nas suas actividades para o dia e planeie os seus movimentos com antecedência para não agravar nenhum desconforto que possa sentir. Evite usar saltos altos e descanse sempre que o desconforto for mais acentuado. Se sentir dor nessa zona, peça conselho médico. Um desconforto mais extremo que cause dor crónica pode ser sinal de disfunção da zona pélvica, o que exige tratamento e apoio conforme a gravidez vai progredindo. A forma mais comum de disfunção pélvica é a disfunção da sínfese púbica (DSP), a qual é causada pelo mau funcionamento da articulação púbico. Ler Mais...
Aparecendo a chereca | Para Pais.