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E se ele não anda?

A preocupação do «não-andar», por parte dos pais, tem a ver essencialmente com duas coisas: por um lado o receio (natural) que o bebé tenha algum problema; por outro o desejo (em que se juntam uma pitadinha de egoísmo com duas de exibicionismo) demostrarmos os nossos rebentos à sociedade como na divisa «citius, altius e fortius» - os bons, os melhores. A primeira razão é, quanto a mim, a que deve merecer alguma atenção. Quase todas as crianças que não andam até aos 18 meses são saudáveis e o facto não corresponde a nenhum problema, desde que não apresentem quaisquer outros sinais de atraso de desenvolvimento. Os sinais de alarme relativamente ao desenvolvimento infantil deverão ser vistos numa perspetiva global: se a criança não anda, mas também não fala, se já teve atrasos noutros parâmetros, enfim, se o seu desenvolvimento global está perturbado, então já é mais provável - repito, provável, - que exista um problema. Aos 18-24 meses uma criança já tenta dar um pontapé numa bola, mesmo que isso não lhe augure de imediato uma carreira de sucesso futebolístico. Aos 2 anos os passos são coordenados (e já não anda, corre...) e começa a saltar. Depois a trepar, e rapidamente conseguirá mais e mais façanhas, como equilibrar-se num só pé ou saltar a pé coxinho. O tempo de latência entre os primeiros passos e o «esquecer-se» que está a andar é extraordinariamente rápido, e é por isso que, durante uns meses, a criança esbarra em objetos ou tropeça neles, porque o seu objetivo já não é andar, mas sim alcançar alguma coisa, desviando o olhar e a atenção do chão para os objetos que o atraem e que quer apanhar. Ler Mais...

A empresa anda a falar em excesso de pessoal – podem despedir-me quando estou em licença de parto?

O seu empregador estará a quebrar a lei se considerar que você está a mais porque está grávida ou em licença de parto. Este é um exemplo de discriminação sexual, uma vez que não podem tratar um homem da mesma forma. No entanto, se a razão for legítima e não estiver relacionada com a sua gravidez, e se não a estiverem a tratar com menos vantagens porque está grávida, então isso é permitido. Ler Mais...

Conselho sobre amigdalites

Por vezes as amigdalites repetem-se porque o tratamento antibiótico não é totalmente eficaz. Podem existir micróbios semi-resistentes aos antibióticos normalmente utilizados e, após o tratamento, estes decrescem (melhorando os sintomas) mas nunca chegam a desaparecer por completo. Passados uns dias já recrudesceram novamente e voltam a dar sintomas. Esta situação é, muitas vezes, consequência de tratamentos com antibióticos feitos sem critérios, por tempo inadequado, com doses incorretas e sem uma verdadeira avaliação da necessidade. Se uma criança tiver amigdalites de repetição, é conveniente fazer uma análise ao exsudado («pontos brancos») das amígdalas, antes do antibiótico, para perceber qual o micróbio que por lá anda e qual a sua sensibilidade em relação aos antimicrobianos. Ler Mais...

E se ele não anda?!

A preocupação do «não-andar», por parte dos pais, tem a ver essencialmente com duas coisas: por um lado o receio (natural) que o bebé tenha algum problema; por outro o desejo de mostrarmos os nossos rebentos à sociedade. A primeira razão é, quanto a mim, a que deve merecer alguma atenção. No entanto pode-se afirmar que a maioria das crianças que não andam até aos 18 meses são perfeitamente saudáveis e isso não cor- responde a nenhum problema. Os sinais de alarme relativamente ao desenvolvimento infantil deverão ser vistos numa perspectiva global: se a criança não anda, não fala, já teve atrasos noutros parâmetros, enfim, se o seu desenvolvimento global está perturbado, então já é mais provável repito, provável, que exista um problema. Aliás, se todas as crianças forem assistidas regularmente pelo seu médico assistente, é natural que qualquer situação de doença seja suspeitada ou detectada precocemente. Contudo, a observação e as suspeitas dos pais e educadores, que são quem conhece a criança e passa com ela a maior parte do tempo, devem ser sempre valorizadas. Pais, se acharem que «há qualquer coisa de errado» com o vosso filho não se inibam de o referir ao médico dele. É importante evitar preocupações mas, de modo algum, negar que podem existir problemas. A maioria dos bebés tem um desenvolvimento normal. Mas quantas vezes a nossa ânsia de os fazer andar não contribui também para que se atrasem nos primeiros passos: pomo-los em pé, largamo-los, caem e ganham medo. A partir daí pode ser mais difícil, e quanto mais insistirmos, pior. Se, em vez de um «ohhhhh!» decepcionante, que damos quando a criança cai, como se fosse um futebolista a falhar um golo de baliza aberta, entusiasmarmos cada pequeno avanço e apoiarmos a criança quando ela «falha», então ela sentir-se-á motivada para continuar, até porque quer «brilhar para o seu público». Em última análise, se houver alguma dúvida por parte dos pais, então deverão debater o assunto com o médico assistente. Ler Mais...

A autonomia é, também, sentir que se dominam os riscos

O processo de autonomia, que tem um enorme surto a partir do ano de vida com um grande pico até aos 3 anos, é um processo contínuo de aquisição em «degraus de escada», não em rampa. Dá se um passo, anda-se um patamar. Dá-se outro passo, espera-nos outro patamar, embora o conjunto seja sistémico e pareça contínuo. As crianças precisam de adquirir uma autonomia progressiva, o que exige delas próprias e do seu corpo um constante poder de saber analisar e reafirmar-se em cada situação. Reafirmar-se, primeiro com apoio dos pais, depois sozinhos, para enfrentar a ousadia de dar mais um passo. A ousadia de crescer, balanceando entre o medo e o receio. É por essa razão que a gestão do risco, neste grupo etário, se faz promovendo vivências integrais. Ler Mais...
Anda busenta | Para Pais.