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A introdução dos sólidos… ou «diversificação alimentar»

Após cerca de quatro meses de alimentação apenas com leite – materno e/ou substituto comercial - chega a altura, tão esperada pelos pais e pela família, de o bebé começar a comer outros alimentos que não o leite. Chama-se a isso a diversificação alimentar. Os objetivos da diversificação colocam-se a vários níveis: • Nutricionais, para proporcionar ao bebé os nutrientes e energia que precisa para crescer e ter a sua atividade física e intelectual (cada vez mais intensa com o passar das semanas). A energia e os nutrientes para se desenvolver integralmente, dado que se está a tornar cada vez mais «complexo», não podem ser apenas veiculados pelo leite, até porque exigiria quantidades demasiado grandes, que o estômago do bebé não comportaria. Os alimentos «novos» conseguem levar muita energia em quantidades relativamente pequenas. O leite continua, todavia, a ser um elemento fundamental da alimentação, designadamente como veículo de cálcio e de proteínas; de desenvolvimento, para aquisição de diversas competências motoras, de coordenação e atenção. Os vários reflexos do bebé e as suas capacidades engolir, não se engasgar, mastigar, etc, são evolutivas e em circuito com a própria alimentação: os alimentos estimulam a função, e a função contribui para aceitar os diferentes alimentos; • Sensoriais, através dos diversos estímulos gustativos, olfativos e visuais que chegam dos vários alimentos. E quando se fala de sabores e cheiros, não é apenas o que o bebé sente, mas também o que os pais acham. Por outro lado, há condicionantes genéticos, culturais e sociais que têm que ter o seu lugar, nas escolhas que se fazem, as quais muitas vezes nada têm de científico, mas sim de empírico ou até de moda; • Educativos, para que aprenda regras e aceite esperas, aprenda a ter calma e a respeitar os outros. É sabido que os pais têm este medo atávico de que «as crianças comam mal», e estas, por seu lado, percebem muito bem o ponto fraco e organizam-se para o explorar até às últimas consequências. «Será possível? Oh, senhor doutor, olhe que ele só tem quatro mezinhos...» Pois é, mas na realidade, os bebés deste mundo carregam, no seu corpo inocente, genes com milhões de anos de experiência, designadamente de luta pela sobrevivência, de estratégias para levar a água ao moinho, de desejo de liderar e de impor a sua vontade. A relação pais-filhos é um jogo, geralmente agradável de jogar e com partes muito divertidas e estimulantes. Mas é também, constantemente, desde o primeiro dia, um jogo de forças em que, sabendo a desproporção de tamanho e de capacidades, o «adversário» vai usar outros truques - persuasão, birras, desgaste -, utilizando até à exaustão os trunfos de que dispõe: sorrisos, caretas, meiguice, fragilidade... mas também choro, berros, esperneios. Eles são autênticos catedráticos da birra e sabem bem disso, aliás, nascem mais do que ensinados. Os pais tremem ao pensar que o filho possa estar doente. Eles bem sabem que se chorarem convulsivamente e fizerem «aquela» cara de sofrimento os pais vão a correr para o médico. Eles bem sabem que se não comerem têm a família toda à sua volta, são o centro das discussões e das atenções, são o «facto político» que vai ocupar as manchetes do «telejornal da casa». Que mais pode uma pessoa de quatro meses querer? Ganhar a batalha da comida é uma grande vitória para o bebé. E ainda por cima, para complicar mais as coisas, há médicos que fazem da alimentação um «bicho-de-sete-cabeças»: faça isto, não faça aquilo, isso sim, isso não, ai Jesus, que deu aquilo ou aqueloutro aos seis meses e não aos seis e meio como eu tinha dito, não ponha carne, ponha a carne e tire-a, deixe-a ficar, corte o ovo, dê só a clara, dê só a gema, dê o ovo inteiro, comece por um quarto de ovo, ovo nunca, o que é que está a fazer?, esmague a banana, tire o fio da banana coza a maçã, rale a maçã, dê 56 gramas de peixe mais duas bolachas Maria e O Pantagruel ao pé destas «receitas» parece um simples manual de bolso. E todo ou quase todo este esforço sem quaisquer razões científicas, pelo menos na maioria que são mais e saudáveis. Com todo este aconselhamento, os pais ainda se sentem mais culpabiliza «Será que estamos a fazer bem? Será que estamos a ser pais competentes, bons, cientes, eficazes, perfeitos? Será que o Luisinho não nos virá um dia dizer que más notas, falhou um golo ou levou tampa da namorada porque o alimentámos mal?»... e os «Luises» deste mundo, tendo murtas vezes no médico o melhor aliado para as suas diabruras, sentem-se autênticos reis e senhores. E com razão, acrescente-se. Portanto: • As horas das refeições devem ser um momento de calma e de tranquilidade familiar. Já basta o stresse do dia-a-dia. Será bom criarmos à volta da mesa um momento de concórdia e de paz, em que futuramente os elementos da casa possam dialogar, conversar e escutarem-se uns aos outros. As refeições não devem prolongar-se demasiado. Devem evitar-se os rituais, como as grandes cantorias, «teatros», histórias intermináveis. Palhaços é no circo. Os pais não devem gritar, suplicar, chorar ou cair nas «chantagens» da criança. E se têm dúvidas, peçam a um amigo para vos filmar em vídeo e revejam-se algumas semanas depois - é humilhante, não é? As refeições não devem causar stresse na criança ou nos pais. O stresse da criança transmite-se aos pais e o destes à criança, num círculo vicioso. Alguém tem que manter a calma e, por maioria de razão, esse alguém terão que ser os adultos. Enquanto a criança chorar mas for comendo deve-se continuar. Estar de boca aberta até ajuda a pôr lá os alimentos... Pensem positivamente! Se por acaso for mesmo impossível continuar a alimentá-la e acharem que estão já a exagerar, suspendam essa refeição, mas sem mostrar angústia ou raiva. Parou, está parado. De qualquer forma, não se deve logo dar um biberão ou uma papa porque senão o bebé vai ver que «chorar compensa». Quanto muito, se realmente o vosso filho não comeu nada, antecipa-se um bocadinho a refeição seguinte. Para que tudo corra bem, há que usar uma receita que tenha aproximadamente: • 200 Gramas de bom senso • 200 Gramas de calma • Conselhos do médico ou de alguém experiente - um naco pequeno • Ausência de qualquer pitada de ansiedade • 100 Gramas de divertimento • Alegria q.b. • Flexibilidade - um pacotinho • Determinação - nas mesmas quantidades que o ingrediente anterior • Afeto - q.b. A princípio foi a fase da negociação: «Vá lá, Luisinho, come lá, não sejas maroto» - gemia a mãe, com a lágrima ao canto do olho. Infelizmente, o bom do Luís fazia ouvidos de mercador e chorava, cuspia, engasgava-se, tossia... «Talvez se tirares o nabo e puseres o alho francês» - aconselhou a colega do escritório. «Se calhar está com alguma virose» alvitrou outra. «Já o levou ao pediatra?» - perguntou a vizinha. Enfim, segundo a «opinião pública», o caso do Luís não era para brincadeiras, tordos azares eu estava num Congresso e a consulta ficou marcada para daí a dez dias». Desespero. Os pais do Luís tentaram então uma segunda estratégia: a «grande festo». Chegada a hora da refeição, a mãe do Luís sentava-o ao colo, tensa, fazendo um esforço inaudito para não chorar mas com as lágrimas sorrateiras a escorrerem-lhe pela cara enquanto esboçava um sorriso, cada vez que o garoto olhava para ela. O pai corria de um lado para o outro a trazer brinquedos, e instalava a bonecada toda em cima da mesa perante o olhar um pouco surpreso do próprio bebé. O puré de legumes, no meio da mesa, era definitivamente o alvo de todo aquele aparato. «É desta.» O pai, radiante, pegava num ou noutro boneco e fazia voz de falsete: «Quem é que vai comer a sopinha toda?» Decorridos uns bons vinte minutos de preparação psicológica, a primeira colher de puré avançava para a boca do Luís que abria a boca mas não para comer. Faltavam ainda cinco dias para a consulta e a cena repetia-se todos os dias. Ah! Diga sede passagem que o rapaz bebia os biberões todos e até nem comia muito mal a papa que os pais, para evitar mais cenas, punham dentro do biberão. O pai do Luís descobriu dotes de cantor e, já a duração da refeição do puré de legumes ia nos seus 35 a 40 minutos, começava a desbobinar o repertório. O Luís ria, ria, ria, e quando vinha a colher abanava a cabeça, gritava e cuspia. Aliás tinha aprendido uma coisa muito gira: a empurrar o prato do puré até ele cair e esparramar aquilo tudo no chão. A história do Luís até meteu uma ida ao «banco» do hospital em desespero de causa e o consequente vexame de saber que o miúdo estava são como um Pêro. Para resumir, o Luís foi visto por mim e constatei que não tinha nada em termos de doenças. Conselho O vosso bebé está na altura de começar a querer fazer «provas de força ver até onde «estica a corda». É natural. De qualquer maneira, tomem eu atenção o seguinte: sabe-se atualmente que os hábitos alimentares (bons ou maus) que o bebé adquira no primeiro ano de vida vão manter-se durante muito tempo. Se o ensinarem (ou permitirem que aprenda) a ser um monumento de malcriação e de caprichos, se tiverem medo das suas ameaças, então terão que penar por muitos e bons anos. Vocês, o resto da família os amigos, nós, pacatos cidadãos honestos contribuintes que vos encontraremos em restaurantes e lugares públicos onde pretendíamos ter um pouco de paz ou de divertimento e, não menos importante, a própria criança que também se sentirá, mais tarde ou mais cedo, profundamente infeliz Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre Alimentação ao Peito

O que é a «subida do leite»? Chama-se -subida do leite- (ou «descida», também) ao que acontece cerca do 3.° ou 4.° dias - o peito incha, torna-se doloroso e às vezes surge febre. O leite transforma-se, então, surgindo um leite que parece mais aguado e azulado. Quando as mães não foram informadas deste aspeto podem pensar que estão doentes, porque têm febre, ou que o seu leite -é fraco-. Sobretudo quando estão em stresse e a ocitocina não se produz, dificultando a saída do leite. Passado um ou dois dias o leite flui normalmente e ajusta-se, em quantidade e qualidade, às necessidades do bebé. Do seu bebé. E mais uns dois dias e terá o aspeto de -leite-, embora sempre mais amarelado do que o leite de outros animais. Qual a melhor posição para colocar um bebé a mamar? A posição de dar de mamar é importante, pois favorece a amamentação e faz com que as coisas corram com menos problemas, designadamente a nível dos mamilos e do aparecimento de gretas: 1. Quando está a dar de mamar concentre-se nessa tarefa e ignore preocupações, telemóveis e outras formas de interrupção. Se lhe apetecer, ponha um CD de música tranquila e evite estar com luzes muito fortes. 2. Deve posicionar-se confortavelmente com as costas bem assentes e apoiadas, almofadas ou travesseiros a apoiarem os braços, e os pós assentes num apoio (tipo «lista telefónica»). 3. Posicione o bebé perto de si, com as ancas dele fletidas, para que o bebé não tenha que voltar a cabeça para chegar ao peito. A boca e o nariz do bebé deverão estar de frente para o mamilo. 4. Apoie o peito, para que não pressione o queixo do bebé. 5. Chegue o bebé ao peito, encorajando-o a abrir a boca amplamente, de modo a agarrar o mamilo. Faça uma ligeira pressão nas costas do bebé, mais do que no pescoço. O nariz tocará no peito. As mãos da mãe são, assim, um «segundo pescoço». 6. Tenha prazer. Sinta-se bem e confortável. A calma do ambiente e o seu conforto vão ser elementos determinantes para que o seu bebé possa mamar calmamente, a ocitocina se produza bem e o leite flua sem problemas, assegurando uma amamentação calma e tranquila. Que horário devo estabelecer para as mamadas? Optar por um regime Iivre, salvo se houver uma indicação médica em contrário (por exemplo, em bebés com pesos muito baixos ou muito elevados). Os intervalos poderão flutuar entre as 2h30 e as 4h30 durante o dia ou ir até às 6-7 horas à noite. Nos primeiros três meses, deve-se acordar o bebé no fim desse período. Nos primeiros dias o horário pode ser -caótico» - alguns bebés e mães demoram alguns dias até conseguirem estabelecer um padrão regular. Que duração das mamadas? Depois dos Pias iniciais, atinge-se uma regularidade de cerca de 10-15 minutos no primeiro peito e 5 minutos a 10 minutos no segundo peito. Mamadas muito prolongadas só servem para o bebé se encher de ar, e para a mãe ficar com os mamilos gretados e dolorosos, o que vai dificultar a mamada. Devo colocar soro fisiológico nasal no bebé antes das mamadas? É útil colocar duas gotas de soro fisiológico nas narinas, antes das mamadas, para que o bebé possa respirar bem quando este a comer - assim engolirá menos ar. O nariz dos bebés não vem preparado para o ar que respiramos (poluição, secura, etc…) e reage, produzindo secreções e inflamando-se. O soro ajuda a desobstruir. Mesmo que o bebé não goste - o que deseja ô leite e é-lhe dada «água com sal» -. depressa se habituará. Não se devem usar -aspiradores- porque atuam por sucção e causam pequenos «chupões» na parede das narinas, contribuindo para uma maior obstrução. Que alterações sofre o peito na altura da amamentação? O peito aumenta de tamanho durante a amamentação (como. aliás, já durante a gravidez), mas mesmo que a mulher ache que isso a desfeia, quando deixar de amamentar os peitos voltam ao tamanho e forma anteriores. O meu bebé está cheio de fome, mas parece que não quer mamar, chora, grita e contorce-se, o que devo fazer? Às vozes os bebés estão tão esfomeados que nem percebem bem onde está o peito, o então contorcem-se à procura, sentem o cheiro, sabem que estão perto mas não conseguem acertar a boca com o mamilo. Isto causa lhes algum desespero. Por vezes é porque o peito está muito engorgitado e o bebé não consegue chegar ao mamilo porque fica com o nariz esborrachado no peito. Outras razões podem ser uma candidíase (sapinhos), uma otite ou outra situação de doença. Faça o seguinte: descontraia-se e tente organizá-lo, orientando-o para o mamilo, mas sem lhe tocar de um ou do outro lado da cara, porque ele instintivamente voltará a cabeça para ai e pode perder o mamilo novamente (reflexo dos pontos cardeais). Com o seu dedo, empurre o poito um pouco para trás, para que o bebé consiga respirar. Ajude-o a encontrar o mamilo e vai ver que ele, quando o apanhar e começar a mamar, fica sossegado e deixa de chorar. Qualquer entrada em stresse é sentida pelo bebé, através do toque dos dedos da mãe, e isso contribuirá para ficar ainda mais irritado. Ele adormece no meio da mamada... Pode adormecer por várias razões. Uma delas tem a ver com a saída do leite. Se estiver em stresse, o seu leite sairá com dificuldade e o bebé gastará a sua energia mais rapidamente, adormecendo. De qualquer maneira, nas primeiras semanas, pode ser apenas sono e reação à estimulação da situação. Tente acordá-lo mexendo-lhe nos pés, ou por exemplo mudando a fralda, e leve-o novamente ao peito. Se vir que ele não reage e que quer mesmo dormir, ponha-o no berço, mas provavelmente daí a bocado ele irá acordar cheio de fome. Tente não entrar em ansiedade, para o leite fluir bem, e tente também não estimular o bebé demais (muita gente, muita manipulação, luzes fortes, etc…). Qual é a melhor posição para o pôr a arrotar? O bebé deverá ser posto a arrotar entre o mamar nos dois peitos e no final (ou sempre que o bebé quera). Se o bebé não arrotar bem fica com a barriga cheia de ar, com soluços e mal disposto, mamando pior. Alguns bebés tem dificuldade em arrotar - senta los, tentando esticar o queixo com o indicador da mão direita, e a nuca, com o polegar da mesma mão, fazendo depois pequenas fações nas costas pode solucionar o problema. E natural que o bebé se agite com as fações, sinal de que está senti-las. O arroto chega e o bebé fica aliviado. Outra posição ô, depois das primeiras semanas, levantar o bebé no seu ombro e dar umas palmadinhas suaves nas costas. Pode bolçar, pelo que é melhor pôr uma fralda sobre o seu ombro. Porque é que o bebé tem soluços? Os soluços são espasmos de um músculo que separa o tórax do abdómen, o diafragma, quando este é irritado por uma coisa que faz pressão, como é o caso do ar que fica no estômago. Os soluços são, assim, causados geralmente pelo ar engolido e que ainda não saiu com o arroto. Os bebés que são glutões ou vorazes têm tendência para engolir mais ar, assim como aqueles que têm o nariz entupido. Há diversas lendas e mitos sobre os soluços, mas para além de incomodativos não têm qualquer outro significado estranho. Algumas pessoas criem que apertar o dedo mindinho aos bebés fará passar os ataques de soluços. Só se for com o susto (que é como se consegue desfazer os espasmos do diafragma, nos adultos) ou pelo facto de sentir a mão da mãe e acalmar. Ouvi dizer que o stresse tem um papel terrível no aleitamento... Se a mãe está preocupada com alguma coisa (nomeadamente com o (ato de o bebé poder estar a mamar pouco ou mal), o stresse vai inibir as hormonas da saída do leite, ou seja, o bebé vai puxar mas o leite não sai. Resultado: o peito fica duro e a doer, a criança chora e fica com fome e isso ainda vai aumentar mais o stresse da mãe. Assim, é «boa politica» descontrair-se e pensar sempre que há outras opções. Se não puder ou não quiser dar de mamar não e por isso que o bebé vai ficar à fome. Se pensar assim vai ver que tem leito que chegue. Por outro lado, não ô preciso estar sempre a pesar o bebé. O bom estado gorai dele ou dela, o espeto aos olhos dos pais. o facto de estar bem de saúde, e o olhar para os seus refegos nas bochechas, coxas e barriga, complementada com a pesagem nas consultas chega para avaliar a evolução. Pouca complicação e bom senso é meio caminho andado... Ouvi dizer que algumas pessoas têm dores de barriga quando dão de mamar? É. e espero com o devido respeito, que as tenha também, se nos estamos a referir no mesmo. Essas dores no abdómen são contrações uterinas, desencadeadas polas libertação de ocitocina, quando o bebé começa a mamar. Logo, se tiver essas dores (que são breves, embora possam ser fortes), quer dizer que está com excelentes níveis de ocitocina e que o seu leite fluirá, contribuindo para o êxito da amamentação. Devem existir algumas restrições na minha alimentação? Não há propriamente restrições. Mas convém chamar a atenção para três aspetos: • Alimentos que podem dar sabor ao leite e que o bebé pode não gostar, como algumas especiarias, alho, cebola, espargos. Se o bebé rejeitar as mamadas a seguir à mãe ter comido esses alimentos ó porque há uma relação entre o sabor do leite e a rejeição (mas até pode dar-se o caso de gostar! como parece ser o caso do salmão, peixes fumados e cominhos, funcho e ervas aromáticas): • Alimentos que causam alergias com maior probabilidade, como tomate, ovo, produtos de charcutaria, enlatados, chocolate, mel (por causa das flores e dos inseticidas), etc. - o bebé pode ficar com diarreia ou manchinhas na pele; • Alimentos que contem cafeína e outros estimulantes, como o café, chá preto ou ver- de, e colas. Se a mãe beber estas bebidas em abundância o bebé pode ficar mais excitado e com maior dificuldade em dormir. Posso fumar ou beber álcool? E os medicamentos? Não e recomendável fumar. Um dos efeitos do tabaco é a redução do volume de leite, pera além do Que, das mais de Ires mil substâncias do tabaco, algumas passem pelo leite. A nicotina pode causar vómitos, diarreia, perturbações do sono e agitação no bebé. Além disso, o fumo do tabaco é das substâncias que mais mal fazem ao bebé, em termos de prejudicar as vias respiratórias, pois aumenta a secreção de muco e paralisa as defesas dos brônquios. Os bebés são das maiores vítimas do fumo passivo. Por outro lado, o álcool é tolerável se for em quantidades muito pequenas - um copo de vez em quando. Qualquer quantidade que possa toldar a mãe é indesejável, não apenas pelo que pode passar pelo leite, mas sobretudo porque pode colocar em perigo criança, quando a mãe lhe pega ou movimenta, quando mexe em água a ferver, etc. No caso de ter dores fortes ou alguma doença para a qual precisa de tomar medicamentos deve sempre debater o assunto com o seu médico assistente. Há medicamentos que são nocivos, outros não mas que dependem da pessoa em causa. Sempre que tiver uma dúvida, consulte-o ou telefone para as linhas de apoio à amamentação ou para o Saúde 24 (contactos úteis no final do livro). Devo beber mais água?   É bom aumentar a ingestão de líquidos - seja leite, seja água. Ajudará à produção do leite. Mas não se esqueça que o mais importante é garantir o equilíbrio das hormonas que gerem a lactação: a prolactina, que produz o leite e que sobe com o facto de o bebé mamar, e a ocitocina, que faz sair fluidamente o leite, e que é muito sensível ao stresse. Como fazer para evitar gretas?   As gretas aparecem por fricção do mamilo, mas também por uma sucção exagerada, em força, quando o bebé não consegue extrair o leite porque a mãe está em stresse e o leite não sai. Se sentir que o mamilo está a ficar gretado, use uma pomada hidratante com gordura, tipo vaselina, passe com um bocadinho de leite e deixe secar ao ar, se possível. Evite que os discos fiquem húmidos porque, se apertados contra o mamilo, ajudam a macerar. E nunca arranque o bebé do peito quando ele estiver a mamar. Às vezes o mamilo sangra e o bebé engolirá esse sangue. Não se admire se, quando bolça, vier o conteúdo do bolçado sujo de sangue. É o seu sangue e não o do bebé E não tem qualquer problema. E se o peito ficar tenso e encaroçado? A tensão mamária está relacionada com o leite que se acumula nos canais, bem como com a chamada de sangue que se faz nessa altura, provocando uma ingurgitação e sensação de plenitude. Acontece, também, se o leite não for bem extraído ou se a mãe produzir bastante mais leite do que o que o bebé mama. Convém, neste caso, extrair o leite, com uma bomba, e até pode fazê-lo um pouco antes da mamada porque se o peito fica muito hirto; O bebé terá grande dificuldade em pegar no mamilo. Os caroços que, por vezes, aparecem no peito da mãe que amamenta têm a ver com entupimentos dos canais de leite, e não com qualquer outro tipo de caroço, como n tumores. A massagem pode ajudar a desfazer esse entupimento. Uma massagem pode ajudar a aliviar as dores, que às vezes são fortes. Se a sensação for muito má, com dores fortes, fale ao seu médico assistente. Do mesmo modo, pode sentir tensão na axila, porque a glândula mamária, em algumas mulheres, tem uma extensão para essa zona, e quando aumenta, como no caso de lactação, a axila fica dolorosa, sobretudo quando movimenta os braços. Os meus mamilos são invertidos, posso dar de mamar? O formato e tipo de mamilo (normal, plano ou invertido) não tem obrigatoriamente uma relação com o sucesso da amamentação, à semelhança do que acontece com o tamanho do peito. Se excetuarmos os casos extremos, o mamilo sofre uma ereção suficiente para o bebé «pegar». Se for necessário, podem usar-se mamilos artificiais, de silicone, que ajudam a ultrapassar esses pequenos obstáculos. Devo usar um soutien especial? Sim. O melhor é um soutien de amamentação, que tem copas que se abrem individualmente e que permitem a abertura de cada peito. Os soutiens normais não são práticos. Convém sempre colocar discos de amamentação, depois da mamada, para absorver o leite que entretanto vai pingando. Não se admire de sentir uma ejeção de leite cada vez que ouve um bebé a chorar (mesmo que não seja o seu) ou que se lembre do seu. Assim como é natural estar a dar de mamar num peito e o outro começar a pingar. Dar de mamar desfeia o peito? E o corpo? Não. Não é verdade. O peito aumenta de tamanho durante a amamentação (como, aliás, já durante a gravidez), mas mesmo que a mulher ache que isso a desfeia, quando deixar de amamentar os peitos voltam ao tamanho e forma anteriores. Curiosamente, as hormonas produzidas na amamentação, bem como o facto de estar a produzir leite, fazem com que mais facilmente volte a ter o peso controlado e a figura física que era a sua. Pode-se retirar o leite e guardar, ou congelar? Sim. Existem bombas e saquetas próprias para o efeito. Há que ter o cuidado de manter uma boa higiene durante todo o processo, para que não haja contaminação por bactérias (essencialmente, lavar bem as mãos!), e o leite dura 24 horas no frigorífico ou até três meses quando congelado. O aquecimento far-se-á como para qualquer leite - banho-maria ou micro-ondas, por exemplo. As papas de cereais podem ser preparadas com o leite materno, também. Até quando posso dar de mamar? Até quando PUDER e QUISER. Qualquer período de tempo é bom, embora as primeiras semanas sejam mais importantes. A propósito: sabe que, quando regressar ao trabalho, tem direito a tirar duas horas por dias durante o primeiro ano de vida do bebé? Atenção, contudo, que a partir dos 6 meses, - altura em que o bebé necessita de uma progressiva autonomia em relação à mãe, e esta tem que fazer o chamado «luto» do bebé, para viver sem ansiedade e sem angústias todo o seu desenvolvimento e o seu dia-a-dia -, a continuação da amamentação pode ter alguns efeitos não muito bons, quando a relação entre a mãe e a criança começa a ser de dependência (nos dois sentidos). Será que o bebé está a aumentar? Deverei pesá-lo «todos os dias»? A balança pode ser uma fonte de stresse. Vejamos: um bebé não aumenta «quilos» em meia dúzia de dias. Mais: se for um bebé leve, o aumento diário será reduzido. Para mais, há bebés que não são regulares no aumento, podendo estar dois ou três dias sem grandes variações e, de súbito, aumentarem bastante o peso. Ainda por cima, se calcularmos uma média de 30 gramas/dia, vemos que os xixis, cocos, ter ou não comido, mudanças de balança, roupas, etc, podem somar muito mais do que esse valor. Assim, é recomendável que os pais pesem o bebé «a olho», ou seja, se não houver indicação do médico no sentido de pesagens mais frequentes, depois da primeira consulta e até à consulta do mês (repito, em bebés saudáveis e de peso normal) os pais poderão utilizar o «oleómetro», quer dizer, ver a partir de três critérios, se o seu bebé está a aumentar o que deve: • O bebé faz intervalos dentro do que foi referido - 2h30 a 4h30 durante o dia e eventualmente mais à noite; • O bebé «está bem» - dorme tranquilo, chora com força quando tem fome ou outro incómodo, está bem-disposto e calmo quando está acordado sem qualquer problema que o mace; • Os «refegos» nas coxas, barriga, maminhas começam a aumentar. O queixo duplica e começa a esconder o pescoço. As bochechas ficam mais redondas. Se tudo isto se está a passar, então não vale a pena estar a pesar o bebé. O meu bebé bolça muito, é normal? Bolçar é próprio dos bebés. Uns mais do que outros, mas todos têm os seus momentos. Se o bebé está bem, se está a aumentar de peso e não lhe notam qualquer problema «come bem, faz bem cocó», não há razão para alarme. Há quem diga que «menino bolçado é menino criado»... Os pais devem obviamente levar o bebé ao médico se sentirem que ele está a não ganhar peso ou que vomita, o que é um pouco diferente. Sobretudo se for em todas as mamadas, ou acompanhado de outros sintomas. A presença de sangue no bolçado pode ser, apenas, sinal de que os mamilos da mãe estão gretados e o sangue é dela. Quanto à quantidade bolçada, é frequente os pais terem a ideia de que foram quantidades enormes. Mas, tal como as pessoas que sangram do nariz e «enchem» a almofada, não é preciso uma grande quantidade para fazer uma mancha de dimensões razoáveis. Experimentem derramar 10 ml de leite numa fralda e vejam o que suja! Devo dar de mamar durante a noite? Nos primeiros meses, é normal um bebé comer à noite e ainda não ter um ciclo hormonal e de regulação que permita aguentar muitas horas sem comer. Passados dois meses, já o fígado está desenvolvido e capaz de regular a glicemia, evitando que o bebé possa fazer baixas de açúcar no sangue sem dar por isso. A maioria dos bebés, aos 2 meses, já aguentam 7 a 8 horas sem comer, durante a noite. Pode acontecer, no entanto, variações de apetite, sobretudo quando o bebé está num surto de crescimento ou de desenvolvimento, e voltar a pedir comida a meio da noite por volta dos 4-6 meses este retrocesso é frequente, muitas vezes nos bebés que ainda não começaram a comer sólidos, quase como se fosse uma indicação de que está na altura de o fazer. Depois, há que considerar outros motivos para acordar à noite: dores relacionadas com a dentição, sonhos, frio, calor ou instabilidade do sono nos momentos de desenvolvimento. Se não houver uma tentativa de entender o que está em causa e resolver a questão (por exemplo, um analgésico se as dores da dentição são fortes, ou um vestuário mais quente se o bebé tem frio), e se der imediatamente o leite, o bebé poderá começar a regular o seu despertador biológico para acordar sempre àquela hora, e depois só voltará a adormecer com os rituais todos, incluindo o leite. Comer à noite exige digestão e obriga o corpo a mobilizar energias para o aparelho digestivo e metabólico quando estas deveriam estar concentradas no trabalho cerebral que o bebé tem que fazer. Cada caso é um caso, mas deve-se avançar por pequenos «degraus». Talvez uma palavra e um bocadinho de água o sosseguem, mas muitos só se calam sendo pegados, sentindo o toque da pele da mãe ou do pai e, claro, o sabor do leite a escorregar pela boca... Como desmamar? Não há propriamente uma técnica de desmame. O corte com o peito materno tem, às vezes, que ser radical, noutra a mãe consegue trabalhar e ainda dar uma ou duas mamadas. Antigamente ia-se reduzindo a pouco e pouco, mas atualmente advoga-se que se passe para o biberão de imediato, sem fases. Mas cada casal saberá como sente essa transição, e não se deverá nunca fazer nada que seja sentido, pelo bebé ou pelos pais, como uma medida traumática. O desmame, feito depois de alguns meses, leva a que a mãe produza menos leite e a lactação pare sem problemas de maior. Se for precoce ou se a mãe tem muito leite, o risco de fazer um ingurgitamento mamário e eventualmente uma mastite, é maior. Sugere-se assim que a mãe contacte o seu médico, clínico geral ou obstetra, para saber se tem que tomar algum medicamento inibidor das hormonas produtoras de leite. Ajuda ao processo se for outra pessoa, que não a mãe, a dar o biberão, até o bebé estar habituado. Ler Mais...

Ao adquirirem uma cama, vejam se

• é estável e sólida e com grades de pelo menos 60 cm de altura; • a distância entre as grades não é superior a 6,5 cm para evitar que enfie a cabeça e possa sofrer estrangulamento; • nas camas que têm grades que sobem e descem, há que ver se ficam bem colocadas sempre para cima quando o bebé está na cama, e sem hipóteses de o bebé se entalar; • a cama não tem lascas de tinta, pois o bebé pode ferir-se ou engolir. Muitos bebés, quando estão na fase de dentição, roem os bordos da cama. É normal; • é cada vez mais comum usarem-se intercomunicadores para ouvir o bebé. No entanto, os pais não devem ser escravos deles, no sentido de irem a correr mal ouvem um pequeno barulho os bebés fazem barulhos a dormir: «rosnam», fazem estalidos com a boca, têm alterações súbitas do ritmo respiratório (suspiros), etc. • o colchão é firme e plano, para o bebé não se afundar nele - caso contrário começará a respirar o seu próprio dióxido de carbono, ficando menos oxigenado e «zonzo»; • se é, de preferência, de tipo hipoalergénico, especialmente se existem antece- dentes familiares directos de alergia ou se o próprio bebé já manifestou alergias, ou pelo menos de material inerte. Devem ser evitados materiais como palha, sumaúma ou penas; • o colchão é revestido por um resguardo impermeável, e este deve ser regularmente lavado e exposto ao sol e ao ar. Outros conselhos para criar um ambiente tranquilo: • o lençol deve estar esticado; • devem evitar-se almofadas, travesseiros e outros acessórios (fitas, roupas) que possam sufocar o bebé a partir dos dois meses, os bebés começam a gostar de ter alguns elementos de transição perto de si: fraldas de pano, bonecos, etc. mas deve-se sempre evitar o excesso de objectos junto ao bebé; • não há necessidade de usar almofada, em termos ortopédicos - pelo contrário. O bebé deverá dormir sem este elemento até o mais tarde posssível; • a cama deve ser feita «cá em baixo», ou seja, não deixando espaço para o bebé escorregar; •os lados da cama deverão ser acolchoados ou revestidos com tecidos laváveis e moles (ver na página seguinte: «Bater com a cabeça nos lados da cama»); •a roupa da cama e do bebé deverá sempre ser roupa de materiais não tóxicos e não inflamáveis; •a cama deve estar longe de radiadores, janelas e cortinas, pelo risco de incêndio, queda ou puxar, bem como de outras coisas perigosas, especialmente depois dos 6 meses de idade; •a temperatura do quarto deve estar cerca dos 20-21°C; •devem evitar-se aquecer em demasia, para não secar o ar e contribuir para a obstrução nasal do bebé; •o próprio bebé é que deve ser aquecido, mas não sobre-aquecido, ou seja, mais do que a temperatura do ambiente, importa ó que seja o vosso filho a ter suficiente roupa para manter o calor; claro que, no Verão, o bebé deverá estar pouco vestido, muitas vezes até apenas com uma camisinha, se a temperatura for muito elevada; ao deitar o bebé no exterior da casa, no Verão, há que ter cuidado de o proteger de insectos, animais, súbitas mudanças de temperatura, vento e pó; • as pás de ventoinhas e os aquecedores deverão ser periodicamente limpos, porque acumulam pó e bactérias; • não ó preciso um silêncio sepulcral para o bebé dormir, especialmente durante o dia ele acostuma-se e gosta dos barulhos normais da casa. É como nós só nos primeiros dias é que ouvimos o camião do lixo às 3 da manhã; contudo, os sons bruscos e intensos, demasiadas vozes e sons assíncronos» (como os de certos programas e anúncios da televisão) são incomodativos; a música é essencial e estrutura os bebés. Música ritmada, seja clássica ou não; • não é preciso escuridão total, durante o dia. Mas há que velar um pouco a luz, descendo os estores; cuidado com a cobertura de candeeiros - há sempre um risco grande de incêndios. Ler Mais...

Dilatação

Nas fases iniciais do trabalho de parto, o colo do útero começa a amaciar, e depois começa a dilatar para que o bebé possa passar através dele e sair pela vagina. A cabeça do bebé não pode passar pelo colo do útero até ele estar completamente dilatado. O tempo que isso demora varia: algumas mulheres já têm alguns centímetros de dilatação no início do trabalho de parto, enquanto outras levam várias horas a atingir essa fase. 2 CM de dilatação: Na primeira fase, o colo do útero começa a amaciar e a abrir gradualmente. 6 CM DE DILATAÇÃO: O colo do útero está a cerca de metade da dilatação e agora as contrações são mais fortes. 10 CM DE DILATAÇÃO: O colo do útero alargou o suficiente para o útero poder empurrar o bebé para fora. Ler Mais...

Fraldas

Poderá parecer estranho voltar a ressuscitar a questão das fraldas de pano, numa altura em que as descartáveis se generalizaram, É raro ver um bebé com fraldas de pano. Mas é bom sabermos, ao escolher fraldas descartáveis, porque o fazemos, quais os prós e os contras e o que está em causa, designadamente para o ambiente e para o bolso dos consumidores... E é possível que, dentro de uns anos, o movimento «propano» volte a estar «em alta». Antes de 1961 - há, portanto, mais de 40 anos - as opções não eram muitas: só havia fraldas de pano (algodão), as quais, em media, quando adequadamente lavadas, podem ser utilizadas entre 50 a 100 vezes. A introdução de fraldas de utilização únicas, ou descartáveis, veio dar resposta a uma necessidade que resultou da mudança radical dos estilos e do ritmo de vida, revolucionando esta importantíssima área dos cuidados à criança. As fraldas descartáveis são compostas por uma camada exterior impermeável â água (feita de polietileno) e por uma camada interior, absorvente (feita de polpa de madeira e de um gel, o poliacrilato de sódio). Durante alguns anos assistiu-se quase pacificamente ao crescimento do número de utilizadores de fraldas descartáveis e a indústria esmerou-se na elaboração de produtos cada vez melhores e mais seguros. Nos últimos anos, contudo, tem subido de tom a discussão entre os defensores e os detratores das (roídas descartáveis. Como em todos os assuntos, começaram a realizar-se estudos e mais estudos sobre os diversos aspetos da questão. Praticamente para cada argumento a favor de um tipo de fraldai há um contra. Se as fraldas descartáveis ferem o ambiente desta ou daquela maneira, também as de pano o fazem numa outra vertente da ecologia. As próprias revistas pediátricas, sobretudo ai americanas, têm-se interessado pelo assunto, ou não sejam as crianças a principais interessadas. Portanto, é novamente atual a questão: descartáveis ou de pano?... as fraldas, claro, que os filhos, esses, são (ainda) de carne e osso e sempre «reutilizáveis», felizmente... Ler Mais...

Que acontece nos dois primeiros trimestres?

Nas primeiras 12 semanas de vida, o primeiro trimestre, o seu bebé muda rapidamente de um indistinto grupo de células para um ser humano. Durante esse tempo, o corpo começa a formar-se e todos os órgãos principais estão em desenvolvimento. Pelas oito semanas, as quatro cavidades do coração estão formadas e podem ver-se batimentos numa ecografia. O seu bebé, agora chamado feto, perde a cauda e os membros começam a formar-se. Pelo fim do primeiro trimestre, o bebé está completamente formado; estão a desenvolver-se as feições e os órgãos principais começam a funcionar. O segundo trimestre, da semana 13 à 27, é um período de crescimento rápido pois o bebé cresce cerca de 6 cm por mês. O bebé começa a movimentar-se e pode engolir e ouvir sons fora do útero. Pela semana 24, a maior parte dos sistemas está formada e, fora os pulmões, os órgãos principais estão a funcionar. Ler Mais...
Alguem ai cm maos ardendo | Para Pais.