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Cancro

Quando falamos de cancro, estamos habituados a pensar em pessoas adultas ou em idosos. Nem sempre é assim. O cancro atinge também as crianças e os adolescentes, sendo uma das maiores causas de doença neste grupo etário. Mas a evolução da Medicina permite-nos encarar este drama com algum otimismo, sobretudo quando pensamos, não apenas na vida, mas principalmente na sua qualidade e no bem-estar das crianças e dos adolescentes que são portadores destas doenças. Como ser saudável sendo-se doente? O cancro ensina-nos que, em muitos casos, este paradoxo tem uma resolução possível. A expressão «cancro infantil» aplica-se, de maneira geral, a todas as doenças malignas nas crianças e adolescentes. Estas doenças constituem uma parcela significativa da mortalidade e do estado de doença crónica neste grupo etário, com elevada utilização dos serviços e necessidade de meios de diagnóstico e de tratamentos agressivos e dispendiosos, sem falar em todo o sofrimento e perturbação da qualidade de vida da criança e da família. O tipo mais frequente de cancro infantil e juvenil é o do sangue - leucemias e linfomas - seguindo-se os tumores cerebrais, bem como os tumores ósseos e linfoma de Hodgkin. Muitos dos casos de cancro de adultos tiveram provavelmente a sua origem no período infantil, só se manifestando mais tarde. Mas, felizmente, os avanços da Medicina permitem que cada vez mais crianças sobrevivam ao primeiro «embate» e vejam as suas vidas prolongadas, na maior parte dos casos com uma qualidade assinalável. Ler Mais...

Riscos e perigos… e fatores protetores

As diversas actividades de uma criança no infantário ou jardim-de-infância envolvem, todas elas, um grau de risco. O risco, aliás, desde que em doses moderadas, estimula o desenvolvimento do corpo e da autonomia. Algo de completamente diferente é o perigo, o qual representa a má gestão de situações de risco, com aumento da probabilidade de ocorrerem acidentes, ou de as suas consequências serem mais graves. Acresce que as crianças e os adolescentes, perante o «menu» que lhes é oferecido no infantário ou jardim-de-infância, optam frequentemente por comportamentos exploratórios, experimentais ou também designados por condutas de ensaio, os quais são normais e até desejáveis, mas que assumem um risco acrescido de ferimento, doença e até morte, sobretudo se o espaço não for seguro. Neste contexto, é necessário desenvolver fatores protectores, e utilizar formas de comunicar que ajudem à interiorização progressiva das regras, sem culpabilizar nem esperar efeitos imediatos e fiáveis, mas, através de negociação, explicação e exercitação, desenvolvidas progressivamente com os alunos e os restantes elementos da Comunidade Educativa, consciencializar as crianças, os adolescentes e os adultos que a segurança é um bem precioso a defender, transformando-a num «estado de espírito» e numa atitude cultural. Ler Mais...

Avós bem estruturados: alegria, confidência e transgressão

Os avós - e consequentemente a casa dos avós - são, para a criança, um espaço de alegria, porque geralmente acontecem lá coisas boas e engraçadas, de liberdade (podem não comer a sopa toda), de transgressão (o chocolate que sai do bolso do avô, com um ar sorrateiro) e isso ajuda a criar um clima de confidência que, mais tarde, poderá ser muito útil. Quantos adolescentes não confiam preferencialmente aos avós problemas e questões que, com os pais, se sentem inibidos de verbalizar? Essa confiança, tão sublinhada para esse grupo etário, não aparece de repente, pelo contrário, tem de ser acarinhada desde sempre. Ler Mais...

Quem está em maior risco

A tuberculose, ao longo dos tempos, sempre se associou a situações de pobreza, má-nutrição e más condições sociais. Atualmente, a infeção pelo VIH também veio a constituir um novo grupo de risco acrescido. Em termos de grupos etários, as crianças pequenas, os adolescentes e os idosos são grupos em que existe uma maior prevalência. O mesmo em relação a pessoas em stresse, psicologicamente «em baixo» ou que perdem peso muito subitamente, por exemplo. Digamos que a tuberculose, depois da infeção primária, fica dentro de nós, latente, mas à espera constantemente de uma fraqueza da nossa parte, para então voltar a crescer. Ler Mais...

Preparar os filhos mais velhos

Se engravidar quando os outros filhos já são crescidos, pode precisar de algum tempo para os preparar para a chegada do bebé. * Não se zangue nem se impaciente se eles não parecerem entusiasmados com o bebé; podem estar preocupados com o impacto que um bebé pode ter na vida da família. * Garanta aos adolescentes que irá continuar a ter tempo para eles e que não espera que eles venham a ser uma babysitter grátis. * Deixe os seus filhos mais velhos expressar as suas preocupações e arranje tempo para os ouvir. Ler Mais...

Efeitos do ruído na criança

O sentido da audição é dos mais importantes para a sobrevivência, não apenas para a comunicação entre as pessoas, elemento fundamental para a integração numa vida em comum e socializada, mas também para a activação do sistema de alerta que nos faz antever e prever os perigos e actuar conforme. Um caso exemplar é o fato de a maioria das crianças e adolescentes, ao viverem envolvidos em tanto ruído, perderem esse importante sinal de alerta que os faz reagir instintivamente e sem darem por isso ao ruído de aceleração de um automóvel ou de outro perigo qualquer. Infelizmente, nas sociedades ocidentais, esse sentido está a perder-se com as consequências que se sabem ao nível, por exemplo, dos acidentes, nomeadamente dos atropelamentos. O ruído pode ser definido em duas dimensões: as lesões físicas que provoca e as perturbações psicológicas que desencadeia. Muitas vezes torna-se difícil estabelecer uma relação directa, clara e inequívoca, entre o ruído e as lesões ou os comportamentos que plo, uma criança que, no jardim-de-infância, está sujeita a um ruído intenso e sistemático desenvolve problemas em adormecer, insónias, um mau desenvolvimento das diversas  fases do sono (incluindo a fase «REM» ou de sonho, toá importante, em que o nosso cérebro se «desfaz» de informação irrelevante e se organiza) nervosismo, irritabilidade, agressividade (ou um modo menos pacífico de lidarcom os problemas) e até hipertensão, além de perda da audição sobretudo em relação a algumas frequências do som. Curiosamente, enquanto não há provas de que o uso de walkman e ipods, mesmo em som elevado, produza alterações importantes; pelo contrário, o ruído de uma sala, se elevado e mantido, já é clara e idubitavelmente pernicioso. Muitas pessoas preocupam-se com os adolescentes, mas esquecem-se que as crianças de 1 a 5 anos passam o dia num ambiente extremamente barulhento, ainda que o ruído seja produzido essencialmente por elas.Como as próprias crianças são agentesprodutores de ruído, se um ambiente for ruidoso e mal construído, mal concebido e favorecedor de atitudes pouco assertivas, convidará a gritos e berros, portanto a mais e mais ruído, com acréscimo de agressividade e de problemas de comunicação, concentração e serenidade. E quando cada vez mais se resume a  saúde e a qualidade de vida à tranquilidade e ao bem-estar, poderemos calcular como o ruído pode ser um dos maiores factores perturbadores destes mesmos objectivos. Ler Mais...
Adolescentes se chupando | Para Pais.