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Jogos

As crianças adoram-nos. E em todos os grupos há sempre uma ou um jovem adolescente que tem um jeito especial para lidar com os mais pequenos e está pronta(o) para exercitar o seu instinto maternal ou paternal. Inventa jogos diversos que os entretém - caças ao tesouro, jogos olímpicos na praia, escavações - vai com eles ao banho, conta histórias. Descubram-no (a) e, se o(a) conhecem e confiam nela ou nele, peçam ajuda para terem alguns momentos para vocês próprios. Ler Mais...

Pé boto

É normal as crianças nascerem com um certo grau de arqueamento dos pés, mostrando uma tendência para unir os dedos grandes. No entanto, em alguns casos, esta curvatura é exagerada, designando-se por pé boto. O pé boto pode resultar de um mau posicionamento intrauterino ou pode estar integrado numa síndroma com outras malformações. Se o médico-assistente considerar que a situação é extrema ou que não está a evoluir enviará decerto a criança para um ortopedista ou cirurgião pediatra, pois pode necessitar de correção, seja através de calçado ortopédico e talas, seja de cirurgia. Ler Mais...

Cada filho é uma novidade

No segundo já se sabe que espirrar não é sinónimo de pneumonia e já não se esterilizam biberões até aos 2 anos...o terceiro já anda pelo chão da casa, e na praia come areia à vontade...mas à parte este «saber, de experiência feito», cada filho representa uma surpresa, quase como um daqueles ovos de chocolate que abrem e têm sempre alguma coisa que não conhecemos. A comparação é obviamente inevitável, dado que é demasiado tentadora: mas o João andou aos 12 meses, mas a Maria disse «papá» aos 7 meses, mas, mas, mas…é mal compararmos os nossos filhos com qualquer outro, muito mais quando já passámos a experiência e temos outro ou outros lá em casa. Em primeiro lugar, porque dentro de nós está sempre a necessidade de nos certificarmos que os nossos filhos estão bem, em todos os aspetos, designadamente no desenvolvimento; depois, porque somos pais e temos orgulho nos nossos filhos, e dá-nos prazer e sentimo-nos bem se virmos as suas façanhas em termos comparativos com os outros. É normal e natural, e se não for exagerado em qualquer dos sentidos, é desejável e saudável. Mas cada filho é «uma caixinha de surpresas», toda a vida. O mesmo ambiente, as mesmas regras, a mesma família, mas desde a constituição genética (salvo gémeos monozigóticos) à maneira como vão evoluindo no sentir, pensar, raciocinar, e como as diversas células dos diversos órgãos vão crescendo e se desenvolvendo, tudo é diferente. Muito diferente. Por outro lado, não se deve passar a vida a lutar contra o que julgamos ser os defeitos da criança, mas sim entendê-la como ela é e tentar redirigir esses «defeitos» para que, operacionalmente, se transformem em virtudes. Além disso, olhar para as partes que cremos positivas e desenvolver as potencialidades será melhor, em termos de presente e de futuro. Uma criança permanentemente posta em questão, censurada, admoestada crescerá no desânimo, hipocrisia e mesmo mentira, culpabilizando-se, não se sentindo amada e acabando por correr riscos de se tornar um adolescente ou adulto narcísico e infeliz. A diferença entre irmãos ultrapassa a referente à idade e sexo. Temperamento, interesses, características da personalidade, resiliência, vulnerabilidade, sensação de segurança, equilíbrio entre ousadia e regressão, desenvolvimento físico e cognitivo, talentos e capacidades, apetências, desempenhos, parecenças físicas e...e embora tudo isto possa constituir para os pais motivos de regozijo e encanto, pode também representar frustração e confusão, se as fasquias e projeções forem outras. E estes e outros sentimentos podem ir levando a algum desinvestimento afetivo e energético dos pais. Ler Mais...

Os irmãos

Tudo pode passar pela cabeça de um irmão de uma criança com cancro. Depende da idade, da personalidade, do lugar na família, dos fatores de risco e dos fatores protetores, da capacidade de verbalizar e exteriorizar sentimentos, enfim, de uma tal multiplicidade de dados que é difícil tipificar o que se vai passar. O sentimento de culpa é frequente – porque discuti com ele e lhe dei um soco, ficou doente. O sentimento de impotência e a ambivalência de «antes ele que eu, mas porquê ele e não eu?» Ainda por cima, os pais redirigem quase toda a sua atividade e os afetos exteriores para o irmão doente, deixando os outros com a sensação de estarem mais à deriva. É preciso que os pais consigam - a seu tempo e com o doseamento que só pais e filhos sabem - comunicar aos outros o que se passa, sem esconder a verdade, mas veiculando esperança. Mostrando os momentos em que estão tristes, mas também aqueles em que acordam cheios de força, mesmo que possa parecer enigmática essa mudança, em face de nenhum acontecimento novo que a pudesse justificar. Pouco interessa a lógica de uma dinâmica numa dinâmica sem lógica. É altura de a família estar unida, coesa e solidária. E os irmãos das crianças com cancro, mesmo quando o desenlace é o pior, crescem e podem tornar-se mais resilientes. Mas tudo depende de muitos fatores. Tantos que as vinte e quatro horas do dia parecem não chegar para organizar. É comum os irmãos terem também sintomas - em parte para chamar a atenção, em parte por medo que lhes esteja a acontecer o mesmo, exagerando por vezes algumas queixas. E a resposta dos pais pode não ser a mais disponível. De qualquer modo, é sempre bom levar o irmão ao médico, para que todas as dúvidas se possam dissipar. O sentimento de pena pelo sofrimento físico do irmão é grande – as crianças, mesmo as pequenas, sabem o que é uma injeção, um soro, um hospital. Não se pode minimizar este facto e é bom que continuem a ver o doente, mesmo que para isso tenham de ir à enfermaria. Por tempo limitado e com a evolução que cada criança precisa, mas nunca fazendo lutos antecipados ou recusas de sofrer que mais tarde se pagam muito caro. Ler Mais...

A Barriga e as ancas

A inspeção do abdómen pode mostrar aspetos diferentes do normal, na forma ou lesões visíveis (por exemplo, se o umbigo ou a cicatriz umbilical, se o cordão já caiu está infetado, se existem hérnias umbilicais ou outras, um pouco acima, centrais, chamadas «hérnias de linha branca»). A palpação abdominal pode revelar, logo à partida, uma barriga dura, provavelmente cheia de ar, a que o toque e a percussão completam, mostrando um som de tambor, tão comum. Avalia-se também eventuais aumentos de tamanho dos órgãos intra-abdominais fígado, rins, baço, ou a existência de massas. Podem existir hérnias inguinais, bem diferentes das umbilicais pela sua situação (junto aos testículos ou na zona equivalente, na rapariga) e pelos cuidados a ter (as umbilicais não estrangulam, pelo que não necessitam de uma abordagem urgente, ao contrário das inguinais, que têm que ser avaliadas por um cirurgião). Os médicos palpam também as virilhas para avaliarem os pulsos femorais, ou seja, para ver se o sangue circula bem para as extremidades inferiores. A anca deve ser sempre objeto de avaliação, para detetar uma situação comum a instabilidade ou displasia da anca, que, em alguns casos, pode ser mesmo uma luxação congénita. Daí os médicos fazerem uma manobra, a que se dá o nome de Ortolani-Barlow, e que permite ver se a relação entre os ossos da bacia e o fémur é normal. A displasia da anca tem que ser diagnosticada e eventualmente tratada precocemente. Ler Mais...

Ensinar a domar a televisão

Mais importante do que assumir atitudes fundamentalistas, seja de restrição ou de laxismo, mais importante é aprender a usar a televisão. Ficam aqui algumas dicas, que devem ser implementadas sem receio: • limitar o tempo que a criança vê televisão (incluindo DVD's e vídeos); • colocar outros centros de interesse - livros, brinquedos, puzzles, etc. - na sala onde está a televisão, mas bem evidentes, para a criança se entusiasmar por eles; • desligar a televisão durante a refeição - se estiver a dar um programa interessante para qualquer membro da família, então esperar pelo final para jantar ou almoçar; • não ter televisão no quarto da criança; • desligar a televisão quando a criança está noutra atividade; • combinar com a criança que programa ou filme vai ver, e fazer com que seja ela a ligar e a desligar o aparelho; • fazer ver que a televisão é um privilégio e não um direito; • insitituir um dia por semana sem televisão (será bom para toda a família); • ser um bom exemplo, utilizando também moderada e criteriosamente a televisão; • inteirar-se do que a televisão vai passar, nas horas em que a criança irá ver, para saber de que se trata e, também, se vão passar anúncios e promos de filmes violentos ou com cenas impróprias para crianças; • habituar a criança a negociar com os outros membros da família, e não ceder sempre aos seus caprichos ou às suas escolhas, mostrando que os outros também querem ver programas ao seu gosto (ou ouvir música e ter outras actividades sem TV); • estar disponível para explicar alguma coisa que a criança não tenha compreendido ou que lhe cause perplexidade e confusão; • arranjar alternativas engraçadas e criativas. Ler Mais...
Adolescente mostrando tudo | Para Pais.