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Jogos

As crianças adoram-nos. E em todos os grupos há sempre uma ou um jovem adolescente que tem um jeito especial para lidar com os mais pequenos e está pronta(o) para exercitar o seu instinto maternal ou paternal. Inventa jogos diversos que os entretém - caças ao tesouro, jogos olímpicos na praia, escavações - vai com eles ao banho, conta histórias. Descubram-no (a) e, se o(a) conhecem e confiam nela ou nele, peçam ajuda para terem alguns momentos para vocês próprios. Ler Mais...

Quero alimentar o meu bebé a pedido. A minha mãe diz que estou a tornar as coisas mais difíceis. Ela tem razão?

Alimentar a pedido é a forma recomendada de alimentar o seu bebé. Este método de alimentação significa simplesmente que você alimentará o seu bebé sempre que ele der sinal de que está com fome e quer alimento – em geral procurando o peito, chorando ou chuchando nas mãos, em vez de o fazer de acordo com um horário imposto por si. Com o tempo, os pais começam a reconhecer os sinais mais rapidamente e a saber quando o bebé quer comer. Nas primeiras semanas de amamentação, você poderá sentir que o seu bebé está sempre a mamar. Contudo, lembre-se de que os recém-nascidos têm estômagos pequeninos - cerca do tamanho do seu punho - e assim só conseguem aguentar uma certa quantidade de alimento. O leite materno digerido com facilidade enche rapidamente o estômago de um bebé e é absorvido com facilidade, e assim ele precisará de voltar a comer pouco tempo depois. Durante as primeiras seis semanas, a amamentação é regularizada e é importante alimentar completamente a pedido durante esse tempo Isso significa que o seu bebé regularizará a quantidade de leite que você produz mamando mais para produzir mais. Quando ele tiver informado o seu corpo da quantidade de leite de que necessita, dormirá melhor entre as mamadas e só pedirá mais quando precisar de mais. Se o seu bebé parecer ter fome pouco depois de ter mamado - por exemplo, pode estar irrequieto, a chuchar no punho ou à procura do peito - volte a dar-lhe de mamar e isso irá aumentar o seu fornecimento. Também não se esqueça de que há alguns dias em que os bebés estão mais esfomeados. É também importante assegurar-se de que o bebé esvazia cada seio, pois o leite do final da mamada contém mais gordura e nutrientes e, assim, os bebés sentem-se cheios e satisfeitos durante mais tempo. Se o alimentar a pedido, também começará a dormir mais à noite. Dessa forma, você não necessitará de um programa de alimentação; pode dar ao seu bebé o que ele pedir e continuar a fazer isso até ele iniciar o desmame. Ler Mais...

Cada filho é uma novidade

No segundo já se sabe que espirrar não é sinónimo de pneumonia e já não se esterilizam biberões até aos 2 anos...o terceiro já anda pelo chão da casa, e na praia come areia à vontade...mas à parte este «saber, de experiência feito», cada filho representa uma surpresa, quase como um daqueles ovos de chocolate que abrem e têm sempre alguma coisa que não conhecemos. A comparação é obviamente inevitável, dado que é demasiado tentadora: mas o João andou aos 12 meses, mas a Maria disse «papá» aos 7 meses, mas, mas, mas…é mal compararmos os nossos filhos com qualquer outro, muito mais quando já passámos a experiência e temos outro ou outros lá em casa. Em primeiro lugar, porque dentro de nós está sempre a necessidade de nos certificarmos que os nossos filhos estão bem, em todos os aspetos, designadamente no desenvolvimento; depois, porque somos pais e temos orgulho nos nossos filhos, e dá-nos prazer e sentimo-nos bem se virmos as suas façanhas em termos comparativos com os outros. É normal e natural, e se não for exagerado em qualquer dos sentidos, é desejável e saudável. Mas cada filho é «uma caixinha de surpresas», toda a vida. O mesmo ambiente, as mesmas regras, a mesma família, mas desde a constituição genética (salvo gémeos monozigóticos) à maneira como vão evoluindo no sentir, pensar, raciocinar, e como as diversas células dos diversos órgãos vão crescendo e se desenvolvendo, tudo é diferente. Muito diferente. Por outro lado, não se deve passar a vida a lutar contra o que julgamos ser os defeitos da criança, mas sim entendê-la como ela é e tentar redirigir esses «defeitos» para que, operacionalmente, se transformem em virtudes. Além disso, olhar para as partes que cremos positivas e desenvolver as potencialidades será melhor, em termos de presente e de futuro. Uma criança permanentemente posta em questão, censurada, admoestada crescerá no desânimo, hipocrisia e mesmo mentira, culpabilizando-se, não se sentindo amada e acabando por correr riscos de se tornar um adolescente ou adulto narcísico e infeliz. A diferença entre irmãos ultrapassa a referente à idade e sexo. Temperamento, interesses, características da personalidade, resiliência, vulnerabilidade, sensação de segurança, equilíbrio entre ousadia e regressão, desenvolvimento físico e cognitivo, talentos e capacidades, apetências, desempenhos, parecenças físicas e...e embora tudo isto possa constituir para os pais motivos de regozijo e encanto, pode também representar frustração e confusão, se as fasquias e projeções forem outras. E estes e outros sentimentos podem ir levando a algum desinvestimento afetivo e energético dos pais. Ler Mais...

E quanto à organização dos espaços?

8. Adequação aos objectivos -O parque responde às necessidades motoras, lúdicas e estéticas dos utentes? Permite uma variedade suficiente de actividades que respeite as necessidades para um desenvolvimento harmonioso da criança e do adolescente? E inspira tranquilidade e sensação de bem-estar? É bonito? Integra-se na natureza? -As actividades e equipamentos estão naturalmente separados, sem barreiras físicas exageradas, mas encaminhando os diversos interessados e as diversas idades para uns e para outros, de uma forma natural, minimizando os riscos de conflitos ou de acidentes? -Têm equipamentos que estimulem a experimentação e a ousadia (ainda bem, e se o fazem, é de modo controlado e seguro)? -Os bebés e crianças até 3 anos têm «o seu cantinho»? 9. Segurança dos equipamentos e do mobiliário urbano -Existem arestas vivas que possam ferir as crianças? E pregos, lascas de madeira ou de tinta? Ferrugem? Junções sensíveis? E superfícies de metal que, por estarem inadequadamente expostas ao sol, aquecem tanto que dá quase para estrelar um ovo? -E a zona junto aos bebedouros e aos sanitários, tem pavimento antiderrapante? e as sebes? Não produzem bagas daquelas muito bonitas, mas extremamente venenosas, pois não? Não têm picos ou pontos cortantes? E as árvores? Não são das que são mais alergéneas? -Os equipamentos têm zonas de segurança à sua volta e entre eles, para ampararem e amortecerem eventuais quedas e, por outro lado, impedirem choques de crianças que correm de umas para as outras, no processo de «entra-sai, entra-sai»? -Há caminhos por onde passear? E caminhos separados para as bicicletas, skates, patins em linha, etc, sem andar a tropeçar nos triciclos, nos bebés e nos outros peões? -E as fundações dos equipamentos? Estão todas bem profundamente enterradas, não estão, sem nada à mostra? E garantem a estabilidade e a resistência dos escorregas, baloiços e outros equipamentos? -E os próprios equipamentos? Não têm farpas, arestas, superfícies abrasivas? Não têm aberturas que entalem pés, dedos ou mesmo cabeças? Nem pontos que favoreçam quedas? Os assentos dos baloiços não são em ferro, dado que este material pode causar pancadas com consequências graves? E o acesso aos baloiços está devidamente resguardado para evitar que as crianças corram o risco de correr para o baloiço e serem apanhadas pelo movimento deste, em golpe de cutelo? -Os escorregas estão virados contra o Sol (para Norte), se forem de metal? E não têm nenhum ponto onde a criança ou a roupa da criança possam ficar presas enquanto escorrega (porque pode originar estrangulamentos ou amputações de dedos, ou no mínimo, entalões). E a posição terminal da rampa é horizontal, em pelo menos meio metro, e a menos de 35 cm (palmo e meio) do chão, acabando numa caixa de areia de pelo menos 30 cm de espessura e com amplitude para aceitar todo o tipo de que- das (quem nunca escorregou de cabeça para baixo ou de lado? É isso que as crianças vão fazer, ou não fossem crianças...). 10. Por fim, o mais importante - as superfícies de impacto -É o ponto mais importante. Admitindo que o terreno tem uma boa drenagem de água, sem a qual o revestimento será sempre medíocre, há materiais que NUNCA deverão estar nas áreas dos equipamentos e nas respectivas áreas de segurança à volta deles: betão e cimento. Estes materiais só devem existir nos caminhos ou espaços em que não é possível uma queda em altura. O resto da superfície tem de ser de areia (com um mínimo de 30 cm de altura), materiais sintéticos amortecedores, casca de pinheiro, «bago de arroz» ou equivalente. -É igualmente importante que o espaço à volta do equipamento não tenha muretes nem rebordos ou outros obstáculos. Quando uma criança cai, cai para o lado ou para a frente, não cai para debaixo do equipamento. A área de segurança amortecedora deve ter pelo menos 1,5 metros livre de obstáculos para cada lado. -Nas áreas que não sejam de «aterragem» ou de «queda», poderá haver relva, que dá sempre um acabamento agradável e bonito. Ficam aqui algumas chamadas de atenção para pormenores que são muito importantes para se conseguir um espaço de jogo seguro e divertido. Peçam às próprias crianças (a partir dos 4-5 anos elas alinham) que vos ajudem neste jogo de detectar aspectos perigosos. É uma boa maneira de passar o tempo, e elas podem ajudar a preencher este check-list. Se o parque/espaço em questão é perigoso, façam queixa à autoridade. Mobilizem a comunidade, os meios de comunicação locais e outras instâncias. Falem com os pais e as famílias que conhecem e não levem as crianças para lá. A mesma exigência deverá ser aplicada se o espaço de jogo pertence ao jardim-de-infância ou à escola. Não se esqueçam que, para lá das maçadas e do aborrecimento que é um dos vossos filhos sofrer um acidente, a responsabilidade recai também sobre vós, pais e educadores, se tendo detectado e situações perigosas, nada fizeram para as contrariar ou evitar. Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre Alimentação ao Peito

O que é a «subida do leite»? Chama-se -subida do leite- (ou «descida», também) ao que acontece cerca do 3.° ou 4.° dias - o peito incha, torna-se doloroso e às vezes surge febre. O leite transforma-se, então, surgindo um leite que parece mais aguado e azulado. Quando as mães não foram informadas deste aspeto podem pensar que estão doentes, porque têm febre, ou que o seu leite -é fraco-. Sobretudo quando estão em stresse e a ocitocina não se produz, dificultando a saída do leite. Passado um ou dois dias o leite flui normalmente e ajusta-se, em quantidade e qualidade, às necessidades do bebé. Do seu bebé. E mais uns dois dias e terá o aspeto de -leite-, embora sempre mais amarelado do que o leite de outros animais. Qual a melhor posição para colocar um bebé a mamar? A posição de dar de mamar é importante, pois favorece a amamentação e faz com que as coisas corram com menos problemas, designadamente a nível dos mamilos e do aparecimento de gretas: 1. Quando está a dar de mamar concentre-se nessa tarefa e ignore preocupações, telemóveis e outras formas de interrupção. Se lhe apetecer, ponha um CD de música tranquila e evite estar com luzes muito fortes. 2. Deve posicionar-se confortavelmente com as costas bem assentes e apoiadas, almofadas ou travesseiros a apoiarem os braços, e os pós assentes num apoio (tipo «lista telefónica»). 3. Posicione o bebé perto de si, com as ancas dele fletidas, para que o bebé não tenha que voltar a cabeça para chegar ao peito. A boca e o nariz do bebé deverão estar de frente para o mamilo. 4. Apoie o peito, para que não pressione o queixo do bebé. 5. Chegue o bebé ao peito, encorajando-o a abrir a boca amplamente, de modo a agarrar o mamilo. Faça uma ligeira pressão nas costas do bebé, mais do que no pescoço. O nariz tocará no peito. As mãos da mãe são, assim, um «segundo pescoço». 6. Tenha prazer. Sinta-se bem e confortável. A calma do ambiente e o seu conforto vão ser elementos determinantes para que o seu bebé possa mamar calmamente, a ocitocina se produza bem e o leite flua sem problemas, assegurando uma amamentação calma e tranquila. Que horário devo estabelecer para as mamadas? Optar por um regime Iivre, salvo se houver uma indicação médica em contrário (por exemplo, em bebés com pesos muito baixos ou muito elevados). Os intervalos poderão flutuar entre as 2h30 e as 4h30 durante o dia ou ir até às 6-7 horas à noite. Nos primeiros três meses, deve-se acordar o bebé no fim desse período. Nos primeiros dias o horário pode ser -caótico» - alguns bebés e mães demoram alguns dias até conseguirem estabelecer um padrão regular. Que duração das mamadas? Depois dos Pias iniciais, atinge-se uma regularidade de cerca de 10-15 minutos no primeiro peito e 5 minutos a 10 minutos no segundo peito. Mamadas muito prolongadas só servem para o bebé se encher de ar, e para a mãe ficar com os mamilos gretados e dolorosos, o que vai dificultar a mamada. Devo colocar soro fisiológico nasal no bebé antes das mamadas? É útil colocar duas gotas de soro fisiológico nas narinas, antes das mamadas, para que o bebé possa respirar bem quando este a comer - assim engolirá menos ar. O nariz dos bebés não vem preparado para o ar que respiramos (poluição, secura, etc…) e reage, produzindo secreções e inflamando-se. O soro ajuda a desobstruir. Mesmo que o bebé não goste - o que deseja ô leite e é-lhe dada «água com sal» -. depressa se habituará. Não se devem usar -aspiradores- porque atuam por sucção e causam pequenos «chupões» na parede das narinas, contribuindo para uma maior obstrução. Que alterações sofre o peito na altura da amamentação? O peito aumenta de tamanho durante a amamentação (como. aliás, já durante a gravidez), mas mesmo que a mulher ache que isso a desfeia, quando deixar de amamentar os peitos voltam ao tamanho e forma anteriores. O meu bebé está cheio de fome, mas parece que não quer mamar, chora, grita e contorce-se, o que devo fazer? Às vozes os bebés estão tão esfomeados que nem percebem bem onde está o peito, o então contorcem-se à procura, sentem o cheiro, sabem que estão perto mas não conseguem acertar a boca com o mamilo. Isto causa lhes algum desespero. Por vezes é porque o peito está muito engorgitado e o bebé não consegue chegar ao mamilo porque fica com o nariz esborrachado no peito. Outras razões podem ser uma candidíase (sapinhos), uma otite ou outra situação de doença. Faça o seguinte: descontraia-se e tente organizá-lo, orientando-o para o mamilo, mas sem lhe tocar de um ou do outro lado da cara, porque ele instintivamente voltará a cabeça para ai e pode perder o mamilo novamente (reflexo dos pontos cardeais). Com o seu dedo, empurre o poito um pouco para trás, para que o bebé consiga respirar. Ajude-o a encontrar o mamilo e vai ver que ele, quando o apanhar e começar a mamar, fica sossegado e deixa de chorar. Qualquer entrada em stresse é sentida pelo bebé, através do toque dos dedos da mãe, e isso contribuirá para ficar ainda mais irritado. Ele adormece no meio da mamada... Pode adormecer por várias razões. Uma delas tem a ver com a saída do leite. Se estiver em stresse, o seu leite sairá com dificuldade e o bebé gastará a sua energia mais rapidamente, adormecendo. De qualquer maneira, nas primeiras semanas, pode ser apenas sono e reação à estimulação da situação. Tente acordá-lo mexendo-lhe nos pés, ou por exemplo mudando a fralda, e leve-o novamente ao peito. Se vir que ele não reage e que quer mesmo dormir, ponha-o no berço, mas provavelmente daí a bocado ele irá acordar cheio de fome. Tente não entrar em ansiedade, para o leite fluir bem, e tente também não estimular o bebé demais (muita gente, muita manipulação, luzes fortes, etc…). Qual é a melhor posição para o pôr a arrotar? O bebé deverá ser posto a arrotar entre o mamar nos dois peitos e no final (ou sempre que o bebé quera). Se o bebé não arrotar bem fica com a barriga cheia de ar, com soluços e mal disposto, mamando pior. Alguns bebés tem dificuldade em arrotar - senta los, tentando esticar o queixo com o indicador da mão direita, e a nuca, com o polegar da mesma mão, fazendo depois pequenas fações nas costas pode solucionar o problema. E natural que o bebé se agite com as fações, sinal de que está senti-las. O arroto chega e o bebé fica aliviado. Outra posição ô, depois das primeiras semanas, levantar o bebé no seu ombro e dar umas palmadinhas suaves nas costas. Pode bolçar, pelo que é melhor pôr uma fralda sobre o seu ombro. Porque é que o bebé tem soluços? Os soluços são espasmos de um músculo que separa o tórax do abdómen, o diafragma, quando este é irritado por uma coisa que faz pressão, como é o caso do ar que fica no estômago. Os soluços são, assim, causados geralmente pelo ar engolido e que ainda não saiu com o arroto. Os bebés que são glutões ou vorazes têm tendência para engolir mais ar, assim como aqueles que têm o nariz entupido. Há diversas lendas e mitos sobre os soluços, mas para além de incomodativos não têm qualquer outro significado estranho. Algumas pessoas criem que apertar o dedo mindinho aos bebés fará passar os ataques de soluços. Só se for com o susto (que é como se consegue desfazer os espasmos do diafragma, nos adultos) ou pelo facto de sentir a mão da mãe e acalmar. Ouvi dizer que o stresse tem um papel terrível no aleitamento... Se a mãe está preocupada com alguma coisa (nomeadamente com o (ato de o bebé poder estar a mamar pouco ou mal), o stresse vai inibir as hormonas da saída do leite, ou seja, o bebé vai puxar mas o leite não sai. Resultado: o peito fica duro e a doer, a criança chora e fica com fome e isso ainda vai aumentar mais o stresse da mãe. Assim, é «boa politica» descontrair-se e pensar sempre que há outras opções. Se não puder ou não quiser dar de mamar não e por isso que o bebé vai ficar à fome. Se pensar assim vai ver que tem leito que chegue. Por outro lado, não ô preciso estar sempre a pesar o bebé. O bom estado gorai dele ou dela, o espeto aos olhos dos pais. o facto de estar bem de saúde, e o olhar para os seus refegos nas bochechas, coxas e barriga, complementada com a pesagem nas consultas chega para avaliar a evolução. Pouca complicação e bom senso é meio caminho andado... Ouvi dizer que algumas pessoas têm dores de barriga quando dão de mamar? É. e espero com o devido respeito, que as tenha também, se nos estamos a referir no mesmo. Essas dores no abdómen são contrações uterinas, desencadeadas polas libertação de ocitocina, quando o bebé começa a mamar. Logo, se tiver essas dores (que são breves, embora possam ser fortes), quer dizer que está com excelentes níveis de ocitocina e que o seu leite fluirá, contribuindo para o êxito da amamentação. Devem existir algumas restrições na minha alimentação? Não há propriamente restrições. Mas convém chamar a atenção para três aspetos: • Alimentos que podem dar sabor ao leite e que o bebé pode não gostar, como algumas especiarias, alho, cebola, espargos. Se o bebé rejeitar as mamadas a seguir à mãe ter comido esses alimentos ó porque há uma relação entre o sabor do leite e a rejeição (mas até pode dar-se o caso de gostar! como parece ser o caso do salmão, peixes fumados e cominhos, funcho e ervas aromáticas): • Alimentos que causam alergias com maior probabilidade, como tomate, ovo, produtos de charcutaria, enlatados, chocolate, mel (por causa das flores e dos inseticidas), etc. - o bebé pode ficar com diarreia ou manchinhas na pele; • Alimentos que contem cafeína e outros estimulantes, como o café, chá preto ou ver- de, e colas. Se a mãe beber estas bebidas em abundância o bebé pode ficar mais excitado e com maior dificuldade em dormir. Posso fumar ou beber álcool? E os medicamentos? Não e recomendável fumar. Um dos efeitos do tabaco é a redução do volume de leite, pera além do Que, das mais de Ires mil substâncias do tabaco, algumas passem pelo leite. A nicotina pode causar vómitos, diarreia, perturbações do sono e agitação no bebé. Além disso, o fumo do tabaco é das substâncias que mais mal fazem ao bebé, em termos de prejudicar as vias respiratórias, pois aumenta a secreção de muco e paralisa as defesas dos brônquios. Os bebés são das maiores vítimas do fumo passivo. Por outro lado, o álcool é tolerável se for em quantidades muito pequenas - um copo de vez em quando. Qualquer quantidade que possa toldar a mãe é indesejável, não apenas pelo que pode passar pelo leite, mas sobretudo porque pode colocar em perigo criança, quando a mãe lhe pega ou movimenta, quando mexe em água a ferver, etc. No caso de ter dores fortes ou alguma doença para a qual precisa de tomar medicamentos deve sempre debater o assunto com o seu médico assistente. Há medicamentos que são nocivos, outros não mas que dependem da pessoa em causa. Sempre que tiver uma dúvida, consulte-o ou telefone para as linhas de apoio à amamentação ou para o Saúde 24 (contactos úteis no final do livro). Devo beber mais água?   É bom aumentar a ingestão de líquidos - seja leite, seja água. Ajudará à produção do leite. Mas não se esqueça que o mais importante é garantir o equilíbrio das hormonas que gerem a lactação: a prolactina, que produz o leite e que sobe com o facto de o bebé mamar, e a ocitocina, que faz sair fluidamente o leite, e que é muito sensível ao stresse. Como fazer para evitar gretas?   As gretas aparecem por fricção do mamilo, mas também por uma sucção exagerada, em força, quando o bebé não consegue extrair o leite porque a mãe está em stresse e o leite não sai. Se sentir que o mamilo está a ficar gretado, use uma pomada hidratante com gordura, tipo vaselina, passe com um bocadinho de leite e deixe secar ao ar, se possível. Evite que os discos fiquem húmidos porque, se apertados contra o mamilo, ajudam a macerar. E nunca arranque o bebé do peito quando ele estiver a mamar. Às vezes o mamilo sangra e o bebé engolirá esse sangue. Não se admire se, quando bolça, vier o conteúdo do bolçado sujo de sangue. É o seu sangue e não o do bebé E não tem qualquer problema. E se o peito ficar tenso e encaroçado? A tensão mamária está relacionada com o leite que se acumula nos canais, bem como com a chamada de sangue que se faz nessa altura, provocando uma ingurgitação e sensação de plenitude. Acontece, também, se o leite não for bem extraído ou se a mãe produzir bastante mais leite do que o que o bebé mama. Convém, neste caso, extrair o leite, com uma bomba, e até pode fazê-lo um pouco antes da mamada porque se o peito fica muito hirto; O bebé terá grande dificuldade em pegar no mamilo. Os caroços que, por vezes, aparecem no peito da mãe que amamenta têm a ver com entupimentos dos canais de leite, e não com qualquer outro tipo de caroço, como n tumores. A massagem pode ajudar a desfazer esse entupimento. Uma massagem pode ajudar a aliviar as dores, que às vezes são fortes. Se a sensação for muito má, com dores fortes, fale ao seu médico assistente. Do mesmo modo, pode sentir tensão na axila, porque a glândula mamária, em algumas mulheres, tem uma extensão para essa zona, e quando aumenta, como no caso de lactação, a axila fica dolorosa, sobretudo quando movimenta os braços. Os meus mamilos são invertidos, posso dar de mamar? O formato e tipo de mamilo (normal, plano ou invertido) não tem obrigatoriamente uma relação com o sucesso da amamentação, à semelhança do que acontece com o tamanho do peito. Se excetuarmos os casos extremos, o mamilo sofre uma ereção suficiente para o bebé «pegar». Se for necessário, podem usar-se mamilos artificiais, de silicone, que ajudam a ultrapassar esses pequenos obstáculos. Devo usar um soutien especial? Sim. O melhor é um soutien de amamentação, que tem copas que se abrem individualmente e que permitem a abertura de cada peito. Os soutiens normais não são práticos. Convém sempre colocar discos de amamentação, depois da mamada, para absorver o leite que entretanto vai pingando. Não se admire de sentir uma ejeção de leite cada vez que ouve um bebé a chorar (mesmo que não seja o seu) ou que se lembre do seu. Assim como é natural estar a dar de mamar num peito e o outro começar a pingar. Dar de mamar desfeia o peito? E o corpo? Não. Não é verdade. O peito aumenta de tamanho durante a amamentação (como, aliás, já durante a gravidez), mas mesmo que a mulher ache que isso a desfeia, quando deixar de amamentar os peitos voltam ao tamanho e forma anteriores. Curiosamente, as hormonas produzidas na amamentação, bem como o facto de estar a produzir leite, fazem com que mais facilmente volte a ter o peso controlado e a figura física que era a sua. Pode-se retirar o leite e guardar, ou congelar? Sim. Existem bombas e saquetas próprias para o efeito. Há que ter o cuidado de manter uma boa higiene durante todo o processo, para que não haja contaminação por bactérias (essencialmente, lavar bem as mãos!), e o leite dura 24 horas no frigorífico ou até três meses quando congelado. O aquecimento far-se-á como para qualquer leite - banho-maria ou micro-ondas, por exemplo. As papas de cereais podem ser preparadas com o leite materno, também. Até quando posso dar de mamar? Até quando PUDER e QUISER. Qualquer período de tempo é bom, embora as primeiras semanas sejam mais importantes. A propósito: sabe que, quando regressar ao trabalho, tem direito a tirar duas horas por dias durante o primeiro ano de vida do bebé? Atenção, contudo, que a partir dos 6 meses, - altura em que o bebé necessita de uma progressiva autonomia em relação à mãe, e esta tem que fazer o chamado «luto» do bebé, para viver sem ansiedade e sem angústias todo o seu desenvolvimento e o seu dia-a-dia -, a continuação da amamentação pode ter alguns efeitos não muito bons, quando a relação entre a mãe e a criança começa a ser de dependência (nos dois sentidos). Será que o bebé está a aumentar? Deverei pesá-lo «todos os dias»? A balança pode ser uma fonte de stresse. Vejamos: um bebé não aumenta «quilos» em meia dúzia de dias. Mais: se for um bebé leve, o aumento diário será reduzido. Para mais, há bebés que não são regulares no aumento, podendo estar dois ou três dias sem grandes variações e, de súbito, aumentarem bastante o peso. Ainda por cima, se calcularmos uma média de 30 gramas/dia, vemos que os xixis, cocos, ter ou não comido, mudanças de balança, roupas, etc, podem somar muito mais do que esse valor. Assim, é recomendável que os pais pesem o bebé «a olho», ou seja, se não houver indicação do médico no sentido de pesagens mais frequentes, depois da primeira consulta e até à consulta do mês (repito, em bebés saudáveis e de peso normal) os pais poderão utilizar o «oleómetro», quer dizer, ver a partir de três critérios, se o seu bebé está a aumentar o que deve: • O bebé faz intervalos dentro do que foi referido - 2h30 a 4h30 durante o dia e eventualmente mais à noite; • O bebé «está bem» - dorme tranquilo, chora com força quando tem fome ou outro incómodo, está bem-disposto e calmo quando está acordado sem qualquer problema que o mace; • Os «refegos» nas coxas, barriga, maminhas começam a aumentar. O queixo duplica e começa a esconder o pescoço. As bochechas ficam mais redondas. Se tudo isto se está a passar, então não vale a pena estar a pesar o bebé. O meu bebé bolça muito, é normal? Bolçar é próprio dos bebés. Uns mais do que outros, mas todos têm os seus momentos. Se o bebé está bem, se está a aumentar de peso e não lhe notam qualquer problema «come bem, faz bem cocó», não há razão para alarme. Há quem diga que «menino bolçado é menino criado»... Os pais devem obviamente levar o bebé ao médico se sentirem que ele está a não ganhar peso ou que vomita, o que é um pouco diferente. Sobretudo se for em todas as mamadas, ou acompanhado de outros sintomas. A presença de sangue no bolçado pode ser, apenas, sinal de que os mamilos da mãe estão gretados e o sangue é dela. Quanto à quantidade bolçada, é frequente os pais terem a ideia de que foram quantidades enormes. Mas, tal como as pessoas que sangram do nariz e «enchem» a almofada, não é preciso uma grande quantidade para fazer uma mancha de dimensões razoáveis. Experimentem derramar 10 ml de leite numa fralda e vejam o que suja! Devo dar de mamar durante a noite? Nos primeiros meses, é normal um bebé comer à noite e ainda não ter um ciclo hormonal e de regulação que permita aguentar muitas horas sem comer. Passados dois meses, já o fígado está desenvolvido e capaz de regular a glicemia, evitando que o bebé possa fazer baixas de açúcar no sangue sem dar por isso. A maioria dos bebés, aos 2 meses, já aguentam 7 a 8 horas sem comer, durante a noite. Pode acontecer, no entanto, variações de apetite, sobretudo quando o bebé está num surto de crescimento ou de desenvolvimento, e voltar a pedir comida a meio da noite por volta dos 4-6 meses este retrocesso é frequente, muitas vezes nos bebés que ainda não começaram a comer sólidos, quase como se fosse uma indicação de que está na altura de o fazer. Depois, há que considerar outros motivos para acordar à noite: dores relacionadas com a dentição, sonhos, frio, calor ou instabilidade do sono nos momentos de desenvolvimento. Se não houver uma tentativa de entender o que está em causa e resolver a questão (por exemplo, um analgésico se as dores da dentição são fortes, ou um vestuário mais quente se o bebé tem frio), e se der imediatamente o leite, o bebé poderá começar a regular o seu despertador biológico para acordar sempre àquela hora, e depois só voltará a adormecer com os rituais todos, incluindo o leite. Comer à noite exige digestão e obriga o corpo a mobilizar energias para o aparelho digestivo e metabólico quando estas deveriam estar concentradas no trabalho cerebral que o bebé tem que fazer. Cada caso é um caso, mas deve-se avançar por pequenos «degraus». Talvez uma palavra e um bocadinho de água o sosseguem, mas muitos só se calam sendo pegados, sentindo o toque da pele da mãe ou do pai e, claro, o sabor do leite a escorregar pela boca... Como desmamar? Não há propriamente uma técnica de desmame. O corte com o peito materno tem, às vezes, que ser radical, noutra a mãe consegue trabalhar e ainda dar uma ou duas mamadas. Antigamente ia-se reduzindo a pouco e pouco, mas atualmente advoga-se que se passe para o biberão de imediato, sem fases. Mas cada casal saberá como sente essa transição, e não se deverá nunca fazer nada que seja sentido, pelo bebé ou pelos pais, como uma medida traumática. O desmame, feito depois de alguns meses, leva a que a mãe produza menos leite e a lactação pare sem problemas de maior. Se for precoce ou se a mãe tem muito leite, o risco de fazer um ingurgitamento mamário e eventualmente uma mastite, é maior. Sugere-se assim que a mãe contacte o seu médico, clínico geral ou obstetra, para saber se tem que tomar algum medicamento inibidor das hormonas produtoras de leite. Ajuda ao processo se for outra pessoa, que não a mãe, a dar o biberão, até o bebé estar habituado. Ler Mais...
Adolescente lesbica mamando | Para Pais.