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Prevenção da tuberculose

Fundamentalmente, a prevenção da tuberculose assenta em vários pontos:
  • melhoria das condições sócio-económicas e nutricionais;
  • bem-estar psicológico e relacional;
  • deteção das pessoas infetadas e isolamento até começarem tratamento e deixarem de ser bacilíferas (duas semanas de tratamento);
  • rastreio das crianças que contactam regularmente com uma dessas pessoas (a tuberculose é uma doença «lenta», pelo que há que ver se o contacto não foi há uns meses);
  • tratamento adequado dos infetados (e atualmente, está a aumentar o número de bactérias resistentes a vários dos agentes tuberculostáticos que se usam nos esquemas terapêuticos, o que constitui um problema muito grave);
  • vacina BCG que, apesar de não ser extremamente eficaz, ainda confere um bom grau de proteção e também evita os casos de maior gravidade, mesmo que a infeção se dê. Em Portugal, tendo em conta as nossas taxas de infeção, continua a ser conveniente vacinar à nascença com o BCG, embora muitos outros países já tenham abandonado a vacinação por rotina.
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Quais são os sintomas?

A meningite é uma inflamação das meninges, na prática uma infecção das membranas meníngeas que revestem e protegem o nosso cérebro bem como do espaço que fica entre elas e que inclui o líquido céfalo-raquidiano, que as lubrifica. De uma maneira geral, as meninges infetam-se através do sangue os micróbios saem de um ponto de infecção inicial (o nariz, a garganta, as vias respiratórias, ou até os intestinos) e penetram no espaço meníngeo. No entanto, em casos mais raros a infecção acontece diretamente a partir de um foco infeccioso que fica próximo, seja uma otite não tratada, uma infecção do globo ocular ou quando um traumatismo craniano abre uma porta de entrada. Os sintomas da doença relacionam-se com a idade da criança e com o agente causador; de qualquer forma a sua interpretação nem sempre é fácil. São sinais incaracterísticos o que facilmente nos despista, baralha e confunde. Por exemplo, uma febre de 40° graus acompanhada de vómito pode levantar suspeitas, mas também é normal em algumas crianças vomitarem quando a temperatura fica muito alta. Os sintomas e sinais de meningite são conhecidos da população em geral febre, vómitos, prostração e rigidez dos músculos da nuca -, no entanto nenhum deles é exclusivo da meningite e, especialmente no bebé pequeno, podem estar ausentes, ou substituídos por sintomas e sinais ainda mais inespecíficos. Nas crianças mais velhas e nos adultos, a doença aparece de uma forma brusca com febre alta, vómitos, aversão à luz e grande prostração. Uma convulsão ou perda da consciência podem ser as primeiras manifestações de que algo se passa. Depois, na observação médica ressaltam os chamados sinais meníngeos, como a rigidez dos músculos da nuca quando se flete a cabeça. Nas crianças mais pequeninas, principalmente no primeiro ano de vida, esses sintomas incluem a febre, gemido, vómitos, irritabilidade ou prostração. A criança fica pálida e com frequência faz convulsões. Nestes casos o achado médico é a hipertensão da fontanela (a moleirinha), que fica abaulada e proeminente. Nos bebés recém-nascidos os sintomas são muito in característicos recusa o peito da mãe ou o biberão, geme, grita (que não é o mesmo que um choro forte), fica prostrado. Estes sintomas e sinais são indicadores de que a criança está muito doente. E o melhor é mesmo não perder tempo e recorrer ao serviço de urgência. É claro que com um bebé tão pequenino doente, os pais ficam por vezes num tal estado de ansiedade que não lhes permite discernir com clareza. Por exemplo, não é por a criança vomitar uma vez e que apenas isso, um vómito, que os pais devem ir a correr ao hospital, muito menos se ela parece estar bem. O mesmo se passa quando se fala em recusa alimentar, não é por deixar ficar metade do biberão que está doente. De qualquer forma, em caso de dúvida, é aconselhável uma ida imediata à urgência. Falta dizer ainda que em algumas meningites, nomeadamente naquelas em que o agente é o meningococo, podem surgir lesões na pele, umas hemorragias tipo picada de alfinete designadas por petéquias ou maiores, idênticas a uma nódoa negra, chamadas equimoses. Podem ainda surgir queixas gastrointestinais ou articulares. Os sintomas de meningite são semelhantes, mesmo com micróbios causadores diferentes, embora a gravidade e a evolução variem conforme o micróbio que lhe deu origem: - febre - sonolência ou confusão - dores de cabeça intensas - rigidez da nuca (excepto nos bebés com menos de ano e meio de idade) - aversão à luz - náuseas e vómitos Em geral, nos bebés com menos de ano e meio de idade, os sintomas são mais inespecíficos e podem não se perceber tão bem. Entre eles estão: - febre - agitação ou irritabilidade, especialmente quando se pega no bebé - dificuldade em acordar - dificuldade em se alimentar recusa de mamar - vómitos - prostração - gemido ou grito (tem uma alta tonalidade e distingue-se do choro forte) Nestes bebés pequenos pode não haver rigidez da nuca, mas a fontanela (moleirinha) está abaulada, para cima, e tensa. Ler Mais...

Receita…mas não médica

Imaginem um caldeirão, daqueles grandes, pretos, com três pernas, que vão diretamente ao fogo. Atirem-lhe lá para dentro um quilo de ansiedade, dois de isolamento, cem gramas de maior longevidade, três quartos de gerações cada vez mais próximas em idades e estilos de vida, mas também dois pés de gerações mais longínquas em distâncias reais.

Um telefone, quatro telemóveis e uma pitada de e-mail.  E ainda todas as revistas sobre pais e bebés, desde o número um.

Seguidamente, deixem ferver e juntem cento e cinquenta gramas de falta de tempo com duas réstias de complexos de culpa e a mesma quantidade de tentativas de compensação. Quatro dúzias de inexperiência com outras tantas de tentativa de meter o bedelho, cinco pitadas de instabilidade do poder parental duas mãos-cheias de dúvidas e uma equipa inteira de profissionais de saúde que nunca estão onde ou quando são necessários, e que falam sempre de coisas que não são prioritárias.

Tempere-se com a imposição social de ser pais perfeitos, e adicione-se, q.b., a obrigação de ser cidadão perfeito, conjugue perfeito, amante perfeito, tísica e psicologicamente perfeito, intelectualmente perfeito e ainda pagador de impostos a horas, honesto e bem-educado.

Termine-se juntando o isolamento dos mais velhos, a falta de projeto de vida da terceira idade, ponham-se todos os filhos que as avós não tiveram, mas que gostariam de ter tido, decore-se com telenovelas a granel, concursos onde se engolem sapos, futebol e reality shows, apresentadoras bacocas e locutores que se esganiçam (mesmo para nos dizer que «hoje não aconteceu nada!»).

Mexa-se tudo com uma enorme colher de pau - aprovada pela União Europeia – e sirva-se de preferência num apartamento onde o espaço vital não dá para viver, numa definição perfeita do que são «conceitos de vida letais».

A prestações e com juros, tal como o carro, as férias, os fatos, e se calhar o amor, entre filas de automóveis e de hipermercados, variando criativamente entre 40 horas de trabalho semanais, monotonamente iguais, uma reforma que tem tanto de inativa como de retribuição económica miserável, e a consideração nostálgica e fisiologicamente difícil de engolir, que os nossos filhos já têm filhos...

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Posso fazer alguma coisa para reduzir o risco de entrar em trabalho de parto demasiado cedo?

Não se sabe exatamente porque é que as mulheres entram em trabalho de parto, embora se julgue ser devido a uma combinação de fatores. Infelizmente, as medidas mais preventivas para parar o trabalho de parto prematuro não são eficazes, portanto há pouco a fazer para reduzir o risco de isso acontecer. No entanto, as medidas mais eficazes de auto-ajuda em relação a uma gravidez normal, a um resultado positivo de parto e a evitar com sucesso um parto prematuro, são adotar um estilo de vida saudável antes e durante a gravidez, incluindo não fumar ou beber álcool, fazer uma dieta bem equilibrada e fazer algum exercício diário. Um bom apoio social também ajuda a reduzir os níveis de stress e de preocupação durante a gravidez, o que pode ter um efeito muito positivo na sua saúde e bem-estar gerais e, por seu turno, na sua gravidez, trabalho de parto e parto. Ler Mais...

Um bebé nascido por cesariana é diferente de um bebé nascido de parto vaginal?

O estado de um bebé depois de uma cesariana depende muito da razão da operação. Se a cesariana foi efetuada numa situação de emergência devido a estar em causa o bem-estar do bebé, haverá diferenças entre este bebé e um nascido por uma cesariana planeada ou parto vaginal. Por exemplo, se o bebé estiver em sofrimento, a cor da pele, os níveis de atividade e a respiração podem todos ser afetados. Cada bebé é assistido, inicialmente, pela parteira e/ou um pediatra e é-lhe atribuído um valor numa escala de 10, o índice de Apgar. Este tem em conta a cor do bebé, os batimentos cardíacos, a resposta a estímulos, a respiração do bebé e a tonicidade muscular, e, um pouco mais tarde, a parteira fará um exame detalhado para verificar a pele do bebé, as fontanelas, os ouvidos, os olhos, a boca, o nariz, o corpo, os órgãos genitais, a espinha, o ânus, o coração e a respiração. Um bebé nascido de cesariana planeada terá uma bela cabeça arredondada, pois não foi empurrado pelo canal de parto e deverá ter uma boa pontuação de Apgar. Contudo, um bebé que não desceu pelo canal de parto tem menos probabilidades de limpar os seus canais respiratórios e pode engolir líquido amniótico. Isso pode significar que o bebé ficará com mucos durante alguns dias, o que pode interferir com a alimentação. Um bebé nascido vaginalmente e que não esteve em risco durante o trabalho de parto e o parto pode ter a cabeça um pouco deformada, pois a cabeça molda-se para poder passar através do canal de parto, embora isso se resolva rapidamente. O índice de Apgar de um bebé de parto vaginal dependerá do stress que o bebé sofreu durante o parto. Estando tudo bem, ambos os bebés adaptar-se-ão bem, e estarão em condições similares no prazo de 24 horas. Ler Mais...

O que é um parto assistido?

Um parto assistido é quando se usam fórceps ou ventosas de aspiração, para ajudar a retirar o bebé do canal de parto, se o bebé não estiver a ter um bom progresso durante o trabalho de parto ou se houver complicações durante a segunda fase do trabalho de parto, num parto vaginal. Ainda assim, você continuará a ajudar a expulsar o bebé com as suas contrações, mas o instrumento utilizado ajudará a guiar o bebé através do canal de parto. Ler Mais...
Adolecentes se chupando | Para Pais.