Resultados para: "adenoide pode causar vomito"

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Vomitar sangue

Alguns bebés vomitam e o conteúdo do vómito está raiado de sangue. Isto pode acontecer essencialmente por duas razões: nos bebés que estão ao peito, sobretudo nos primeiros dias, pode ser sangue do mamilo da mãe, que eles engolem e que causa irritação gástrica. Quando bolçam nota-se o sangue da mãe. Outras vezes, quando o vómito é repetido e intenso, o sangue vem da faringe e da garganta, e não do estômago, devido ao esforço. É possível, quando os vómitos são violentos (tal como certos acessos de tosse), a cara e o pescoço do bebé ficarem com pintinhas de sangue que não desaparecem à pressão do dedo. Chamam-se petéquias mas não têm a ver com as petéquias das septicemias, por exemplo, que são espalhadas pelo corpo todo. Neste caso, são muito «territoriais», exactamente na região que sofreu o aumento de pressão pelo esforço do vómito ou da tosse, saindo alguns glóbulos dos pequenos vasos que ficaram com alta pressão. Ler Mais...

Vómitos

Felizmente, a larga maioria das situações de «vómito» nos bebés não passam de bolçar, sem a gravidade e o aparato que um verdadeiro vómito pode ter. Por outro lado, há vómitos ocasionais que não se enquadram propriamente em nenhuma doença, mas que apenas correspondem a uma rejeição, pelo estômago, do que lá entrou. O aparelho digestivo (como, aliás, o respiratório), tem a particularidade de expulsar as substâncias, poluentes, micróbios e tóxicos que são indesejáveis. Como o estômago é um músculo, ao sentir que há algo de indesejável dentro dele, contrai-se e expulsa com força esses elementos daí a violência do vómito e a sensação de não se ter o controlo sobre o órgão. A contracção pode ser tão grande, especialmente nos vómitos repetidos, que se fica com dores musculares. Por outro lado, como o esófago é atravessado pelos ácidos do estômago, pode ficar inflamado, contribuindo para a dor e desconforto. Nos bebés pequenos isso é patente quando o leite passa pelo esófago contraem-se e choram porque têm dor, se o leite estiver quente. Há muitas razões para um bebé vomitar esporadicamente, desde excesso de comida, não arrotar, intolerância ao leite ou exposição ao fumo de tabaco. Os vómitos mais prolongados costumam dever-se a uma infecção virai, que depois dará a sua componente intestinal, com diarreia, mas no fundo qualquer infecção de um bebé (amigdalite, otite, infecção urinária) pode ter no vómito um dos seus sintomas. Ler Mais...

Tosse convulsa (ou situações semelhantes)

A tosse convulsa é causada por uma bactéria. Dado que as crianças se vacinam, é agora muito rara. No entanto, outras bactérias aparentadas, não abrangidas pela vacinação, ou vírus, como o adenovírus, e outros organismos como o Mycoplasma ou clamídia, podem causar sintomas clinicamente indistinguíveis. O que caracteriza a tosse convulsa é a tosse, por acessos, com um guincho no final, e podendo levar ao vómito ou mesmo ao desmaio por falta de ar. Depois de um período sugestivo de uma infeção das vias respiratórias altas, começa a fase paroxística, seguindo-se uma fase de convalescença, cada uma com cerca de duas semanas de duração. A gravidade é diretamente proporcional à idade, especialmente antes dos 2 anos. Perante estes sintomas, é essencial consultar o médico e estar preparado para, se for o caso, assegurar uma convalescença prolongada, sem pressas. O tratamento faz-se com antibiótico e medidas dirigidas aos sintomas, bem como o máximo conforto e promoção de «bons ares». Ler Mais...

O que são as amígdalas?

As amígdalas são umas formações do chamado tecido linfoide, especializado em defesa contra as diversas agressões, microbiológicas ou não, e que se situam em ambos os lados da garganta. A sua função é semelhante à dos adenoides: porteiro que evita a entrada de agentes nocivos. Quando as amígdalas se infetam, incham e causam os sintomas que mencionei. No fundo, o que a criança sente vem essencialmente de duas origens: os sinais de infeção (febre, mal-estar. falta de apetite) e os sinais locais que estão associados ao aumento dessas estruturas (dor a engolir, dificuldade em respirar e falar, tosse, vómitos). Os vómitos, por exemplo, são fáceis de explicar porque, além do quadro infecioso geral que os pode causar, o facto de as amígdalas estarem junto à faringe - e esta também estar inflamada, por continuidade - faz com que o aumento do seu tamanho induza o vómito, quase como se alguém estivesse a meter uma colher pela boca abaixo. O aumento dos gânglios debaixo da mandíbula representa a entrada destas estruturas (também elas formadas por tecido linfoide) na luta contra as bactérias. Os gânglios são como filtros que, do mesmo modo, têm por missão limitar a infeção e não a deixar progredir. Muita gente pensa, como a mãe do Rui, que ao palpar os gânglios da criança está a palpar as amígdalas. Não. Não é a mesma coisa e esses gânglios podem também estar volumosos no decurso de outras infeções - nasais, da pele, dos dentes -, e permanecem aumentados muito para lá do período agudo de infeção. Ler Mais...

O que fazer perante uma convulsão febril?

Quando ocorre o primeiro episódio, é difícil saber se é uma convulsão febril ou uma convulsão com febre integrada numa outra situação. De qualquer forma, o essencial é não entrar em pânico. Além de eventuais consequências das próprias convulsões e da situação que as origina quando se trata de convulsões não-febris, o maior risco imediato é a sufocação por aspiração do conteúdo do vómito. Assim, embora não esteja em causa a recomendação de que se leve a criança ao serviço de urgência mais próximo, ela deve ser posicionada de modo a que se vomitar - o que acontece com frequência - não corra o risco de se sufocar com os alimentos que vomitou, nomeadamente durante o transporte para o serviço de urgência. Deitá-la de bruços ou de lado é a melhor atitude. Outro aspeto importante é baixar a temperatura. Não nos podemos esquecer que muitas das convulsões febris aparecem durante a subida da febre e que, portanto, podem ainda não ter dado nada à criança para baixar a temperatura. Convém pôr imediatamente um supositório de um antipirético. Se a criança está em plena convulsão não se deve tentar dar nada a beber porque aumenta o risco de sufocação. Por outro lado, embora seja importante evitar mordeduras da língua introduzindo um objeto tipo espátula na boca, há que ter cuidado para não o fazer de modo intempestivo, para não causar lesões e para a própria pessoa que o faz não ser mordida. Ao chegar ao serviço de urgência deve dizer-se que a criança está com convulsão, para não esperar na sala de espera e poder ser assistida de imediato. Ler Mais...

Antibióticos

Há antibióticos que podem ser tomados com segurança durante a gravidez. Em geral receitam-se os que incluem penicilina, ou, se for alérgica a esses, há outras alternativas seguras. Devera evitar os seguintes na gravidez: * Tetracilinas podem afectar o desenvolvimento dos ossos e dos dentes do bebé e podem causar descoloração dos dentes. * Streptomicina pode causar danos nas orelhas do feto em crescimento que resultará em perda de audição e assim deve ser evitada na gravidez. * Sulfamidas causam icterícia no bebé e não deverão ser dadas na gravidez. Ler Mais...
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