Ovos



É certo e sabido. Volta, não volta, surgem notícias que inquietam os pais, sobre os ovos e sobre as suas poedeiras – doenças, infeções, pesticidas, gripe das aves, colesterol.

E ficam naturalmente dúvidas sobre o que fazer. Até porque, a partir de 1 ano de idade, os ovos entram em múltiplos pratos, seja em casa, seja nos alimentos confecionados em restaurantes ou na indústria alimentar. No meio estará a virtude. Consumir ovos é bom, exagerar o seu consumo é mau.

A questão do colesterol é real. Os ovos têm muito colesterol (cerca de 200 miligramas em cada gema), mas a sua absorção e o tipo de colesterol não é comparável, em todo o caso, com o que existe nas carnes e produtos animais gordos (carne de porco, enchidos, natas).

Os ovos têm outras vantagens: representam uma fonte de proteína barata, ao contrário da carne ou do peixe.

Na própria confeção dos alimentos há hipótese de se contar as gemas que entram na receita. Se se cortar uma ou duas gemas em cada três ovos (mantendo só a clara) o ovo continuará a dar o gosto total ao prato reduzindo substancialmente o valor do colesterol. Desde que a seguir não aproveite as gemas para fazer um doce conventual ou uma gemada!

Um dos riscos dos ovos é a transmissão de salmonelas, sobretudo no Verão. É aconselhável a refrigeração dos ovos – ou com calor, uma única salmonela pode gerar cerca de um milhão de bactérias em apenas um dia. É pois necessário cozer bem os ovos, para que o calor possa atuar, de forma prolongada em todo o ovo.

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