Os substitutos do leite materno



Já se disse, mas nunca é demais repetir que dar de mamar é indiscutivelmente bom para o bebé e para a mãe. Mas, para mães que, não querem ou não podem mentar, há felizmente alternativas os leites comerciais, substitutos do temo, atualmente designados por formulas para lactentes».
O esforço feito pela indústria farmacêutico grande, no sentido de aproximar a composição das fórmulas da do te materno, com grandes avanços científicos tecnológicos.
Os países pertencentes à União Europeia têm agora, também, na sua legislação interna, regulamentos e leis onde se estabelecem as regras para as fórmulas infantis.
Globalmente, se excluirmos certos leites especiais para casos também eles especiais (intolerâncias às proteínas do leite de vaca, à lactose, etc), pode afirmar-se que as fórmulas se dividem em três grupos fundamentais:

• Leites para lactentes, destinados aos primeiros 4-6 meses de vida;
• Leites de transição, para depois da diversificação alimentar (dos 4-6 meses devida, até cerca de um ano de idade);

• Leites de crescimento, para utilização depois dos 12 meses de idade.
Existem ainda algumas variações dentro dos grupos, como o facto de alguns serem hipoalergénicos (sigla HA), outros serem acidificados, outros terem elementos anti regurgitação (sigla AR) que ajudam a não bolçar, por exemplo.

A indicação deste ou daquele tipo de leite deverá, sempre que possível, ser da responsabilidade do médico assistente do bebé.

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