O que é uma “segunda fase prolongada”? Isso quererá dizer que o parto terá de ser assistido?



É difícil definir uma “segunda fase prolongada” pois depende de certos fatores, por exemplo se é o seu primeiro bebé, da posição e do tamanho dele, se tiver uma epidural, se as contrações são eficazes, a frequência a que surgem, da eficiência de fazer força e se a pélvis está com um tamanho adequado. Há algumas provas que sugerem que, se o bebé tiver descido bastante na pélvis e não houver sinais de sofrimento, então não há necessidade de pôr limite de tempo ao trabalho de parto. No entanto, os hospitais costumam ter diretrizes sobre durante quanto tempo permitem que a mulher faça força, antes de decidir que poderá ser necessária uma intervenção. Em geral, passado cerca de hora e meia, os médicos podem decidir pelo parto assistido para reduzir o risco de sofrimento fetal e de a mãe ficar exausta.

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