O que deve tentar evitar



Excesso de luz, calor, frio. Poluição. Ruído (trânsito automóvel). Muita gente em pouco espaço (fechado). Tudo o que não seja natural e agradável.

E também viagens de automóvel com pressa de chegar. Com bebés a bordo, as viagens levam o tempo que levarem, porque os bebés têm necessidades que têm que ser imediatamente resolvidas e não podem esperar até ao final. Há, pois, que moderar a ânsia de bater recordes e pensar que viajar com um filho não é a mesma coisa do que viajar só entre adultos.

O meio urbano tem grandes vantagens e proporciona, muitas vezes, experiências e contextos altamente favorecedores do crescimento e desenvolvimento infantil.

No entanto, há também alguns riscos, para quem vive nesse ambiente, e que têm que ser pensados pelos pais, dado que há:

– em mais casos do que às vezes julgamos
– capacidade para intervir e graus de liberdade para mudar. Pelo menos algumas coisas pequenas que podem ter um impacte substancial.

Convido-vos a reflectir sobre o ruído, o trânsito, a poluição, o excesso de estímulos que nos rodeiam e que nos «atacam» mal abrimos a porta da rua, os passeios pedonais mal desenhados, os estabelecimentos que não têm rampas nem elevadores e se tornam um quebra-cabeças para quem anda com um carrinho de bebé, por exemplo, as obras que fazem poeirada, a luz intensa (no Verão) que reflecte dos prédios, o calor de certas ruas, o vento encanado de outras, só para enumerar alguns. Pensem nestes e noutros factores, e vejam até que ponto podem, no passeio e saídas com o bebé, contornar alguns deles.

E se tiver fome…. Come! Se for amamentado será muito prático. Se estiver a tomar biberão, deverá estar tudo mais ou menos pensado (ver adiante). Se for já de mais de 6 meses, provavelmente pode comer um puré de legumes de um restaurante ou qualquer comida simples.

Se tiver que dar de mamar ou dar biberão (ou mesmo uma papa ou boião), faça-o num local onde possa parar, abrir a porta ou ir mesmo até uma área de serviço ou sentar-se num banco de um jardim (tudo dependerá do tempo atmosférico e da estrada por onde vai), mas que seja minimamente agradável para si
e para ele..

Nos restaurantes, as pessoas geralmente facilitam o aquecimento do leite ou do puré de legumes, não criando qualquer problema à presença do bebé.

A hora da comida pode ser uma excelente oportunidade para descansar, esticar as pernas e pensar que, com um bebé, há hora de saída, mas a hora de chegada nunca se pode determinar muito bem…
Nunca dê comida a um bebé, para o entreter, durante uma viagem de automóvel. Imagine que lhe dá um pedaço de pão ou uma bolacha – ele até a come bem, em casa -, mas com os solavancos do carro pode engasgar-se, e numa situação dessas , o que faz? Vira-se para o bebé e deixa o carro ir desgovernado?

Controla o carro, pára e sai… como estará o seu bebé decorrido tanto tempo? Continua a conduzir e deixa-o asfixiar? Não há escolha, pois não? Então o melhor é mesmo não dar nada para comer durante a viagem. E se quiser dar, pare o carro e esteja ao lado do bebé até ele acabar de comer.

pena encher a criança de casacos se houver um sistema simples de casaco + manta, permite adaptar a diversas temperaturas sem que o bebé sofra de excesso de calor ou de frio.

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