Informação sobre o Tabaco e as Crianças



Um estudo internacional realizado em mais de 20.000 crianças confirmou que o fumo do cigarro, antes e depois do nascimento, altera negativamente a função pulmonar dos bebés e crianças, pelo que os autores consideram que o tabagismo parental continua a ser um grave problema de Saúde Pública.

Este vasto e rigoroso estudo confirmou, por exemplo, que o efeito do tabaco durante a gestação pode durar até aos 12 anos de idade – o decréscimo na função respiratória tinha um risco acrescido até 40%. Mas se a criança continuar exposta ao fumo, as consequências são mais graves e mais dilatadas no tempo.

Claro que se uma grávida não consegue deixar de fumar, não o deverá fazer para não entrar em stresse, nem deverá ser culpabilizada por tal. Estes estudos não pretendem pois, apoiar fundamentalismos ou fazer juízos de valor. Mas isso não implica desconhecer o risco real do fumo passivo nos bebés e exigir, do Estado, o aumento de consultas de apoio às pessoas que desejam deixar de fumar, especialmente durante a gravidez e quando se tem crianças de pouca idade.

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