Diferencias entre casos ligeiros e casos graves



Um dos maiores problemas que se põe é diferenciar uma pneumonia grave de uma ligeira, e pressentir a provável evolução do caso. Ao observar a criança, os pais poderão tomar em consideração o seguinte:

  • determinar a frequência respiratória (contar o número de respirações em cada minuto);
  • avaliar o grau de dificuldade respiratória;
  • ver se a criança faz barulho a respirar (pieira, sibilância, guincho ao inspirar, etc.);
  • avaliar o grau de prostração, se existir;
  • quantificar a temperatura (febre ou, pelo contrário, baixa da temperatura).

Seguidamente, os pais poderão interrogar-se quanto ao seguinte: «O nosso filho tem sinais de gravidade?» Para isso, em primeiro lugar, há que considerar a idade da criança. E dentro dos vários grupos etários, considerar que são sinais de gravidade, exigindo imediata observação:

  • incapacidade de beber líquidos;
  • dificuldade respiratória eventualmente com sibilos;
  • convulsões;
  • prostração;
  • cianose.

Estes sinais significam doença grave e a criança deverá ser urgentemente levada para um hospital. Se não houver dificuldade respiratória, mas a frequência respiratória for superior a 40/minuto, a criança deverá ser observada nesse dia.

Por último, se a criança está SEM dificuldade respiratória e com uma frequência respiratória abaixo de 40/minuto, então a situação não parece grave. Claro está que, na dúvida, mais vale não perder tempo e tentar contactar o médico-assistente ou ligar para a Linha de Saúde 24.

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