Como suspeitar?



As dificuldades podem ser grandes, pela falta de caraterização específica dos sintomas. O conjunto de sintomas e sinais nas áreas mencionadas devem fazer, pelo menos, quando são consistentes e prolongados no tempo, debater o assunto com o médico-assistente:

• Não tem amigos, nem está preocupado com o facto;

• Não se interessa em conversar com ninguém;

• Não inventa jogos nem usa qualquer criatividade para imaginar novas situações;

• Repete sempre as mesmas coisas, até arranja uma linguagem própria, repetitiva, sem acrescentar nada de novo;

• Tudo o que seja novidade ou desafio é visto com rejeição e desinteresse;

• De repente parece preocupar-se com umas coisas, mas que nada têm a ver com o que se está a passar na vida real;

• Tudo o que sai da rotina parece pô-lo em completo desalinho;

• Não chora se cai e se magoa, mas repele quem tente dar-lhe mimo ou fazer-lhe uma festinha.

Face a um leque de sintomas desta ordem, há depois testes mais específicos que podem auxiliar ao diagnóstico – mas impõe-se uma visão multidisciplinar, que passa pelos neuro pediatras, neuropsicólogos e psicólogos.

A intervenção, depois, de um terapeuta da fala, de especialistas de psicomotricidade e outros técnicos destas áreas é essencial.

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