Como potenciar e apoiar



Não tentem acelerar o processo. Estar interessado em aprender não quer dizer que já se tenha aprendido.

Todos os estímulos positivos são bons. «Se conseguires, vamos depois comprar umas cuecas do Noddy (ou do
Ruca ou do Homem-Aranha…).» «Não me digas que tu vais fazer como o pai, aqui na sanita!» «Que bom, deixares de usar estas fraldas horríveis e passares a usar cuecas – vais ficar com um corpo lindo!». Se ajuda ou não, depende da criança, mas é legítimo e tem alguma eficácia. Entrar em chantagens é que não, tipo «Se deixares as fraldas, dou-te não sei o quê», porque o controlo não depende da vontade expressa da criança. Perguntar-lhe se quer ir é sempre bom, mas desde que se aceite o «não» como resposta…

No que se refere às fezes, há um reflexo alimentar, chamado «gastrocólico», que se traduz por uma estimulação do intestino quando os alimentos dilatam o estômago. É natural, portanto, que depois das refeições as crianças tenham mais vontade de fazer. Pode aproveitar-se essa situação para o treino.

Outras crianças têm hábitos intestinais muito certinhos e é previsível a hora a que vão fazer- pode-se aproveitar para pôr no bacio ou levar à retrete.

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