Como lidar com os medos



Se o medo estiver a ser paralisante, insistente, sem qualquer evolução e causando
sofrimento, pode ser necessária a intervenção de um psicólogo.

Na maior parte dos casos, é possível aprender a domesticar o medo, para depois o tornar banal e extingui-lo.

Não serve de nada (digamos que é a mais completa inutilidade) dizer a uma criança amedrontada: -Não tenhas medo!» O medo tem-se, pura e simplesmente – a criança seria a primeira a desejar não o ter.

Melhor será admitir que o medo existe, e mostrar solidariedade com a criança: «Sei que estás com medo, e eu também tenho medo muitas vezes. Mas vamos a ver se há realmente razão para teres medo. E vamos ver se conseguimos vencer o medo.»

O maior amigo do medo é ele próprio, porque paralisa a criança e a insere num círculo vicioso que se auto-alimenta.

Assegurar, por outro lado e paralelamente à descodificação do medo, que os pais garantem a segurança e que nunca exporiam os filhos ao perigo, ajuda a criança – dada a total confiança que tem nos pais – a securizar-se e a sentir-se mais corajosa.

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