Comer a «comida da família»…



A partir dos 12 meses, a criança deve ser habituada ao padrão alimentar da família, dependendo, claro, do contexto familiar, da evolução geral do desenvolvimento, da capacidade de mastigação e da atitude dos pais.

E das entradas no infantário – se são recentes ou se foram já há mais tempo.

Os alimentos que a criança come serão progressivamente os alimentos «da casa».

Salvaguardam-se os casos de alergias ou de qualquer intolerância ou outra situação médica que exija um esquema nutricional diferente, ou evidentemente casos em que a comida da casa é demasiado elaborada – picante, refogada, indigesta.

Tudo o que não foi experimentado ainda deverá ser, salvo qualquer contra-indicação específica do médico-assistente, mas com uma adaptação progressiva aos alimentos, não introduzindo coisas novas todas ao mesmo tempo. Além da criança se ir adaptando a sabores novos, testando-os e comparando-os com as suas memórias de paladar e olfativas, também é possível detetar com maior facilidade qualquer reação de tipo alérgico.

Há alimentos mais saudáveis e outros que são desajustados na sua composição, como referi anteriormente.

As exceções deverão ser exceções e as regras, regras. Não faz mal prevaricar de vez em quando, mas há que ter em atenção que o aparelho digestivo e o metabolismo da criança não são os de um adulto em ponto pequeno, ou seja, não é «dar menos»» de alimentos refogados, picantes, exóticos, mas sim não dar. Ou dar muito de vez em quando, estando preparado para uma má digestão com os problemas subsequentes.

A ação dos irmãos é importante, porque havendo um mais velho pode haver uma tentação de o imitar e de crescer.

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