Alimentos biológicos



A agricultura biológica assenta em várias teorias e práticas, que tentam reverter o processo de interferência artificial e química em processos que deveriam ser… biológicos.

A interação entre a terra, as plantas e os animais, numa proporção equilibrada, lutaria por si só contra as doenças e as pragas. Além disso, os novos desenvolvimentos em termos de energia geodésica e das linhas positivas a negativas da terra e das linhas de água vieram dar uma nova perspetiva a este assunto.

Ou seja, estamos a resolver, à custa de produtos químicos e artificiais, que nos fazem mal a que retiram o sabor dos alimentos, aspetos que podem ser resolvidos pelo equilíbrio ecológico.

A exclusão dos produtos químicos artificiais permite, também, uma menor dependência de fontes limitadas
de energia ou outras, fomentando o uso de recursos renováveis.

Para além destas vantagens, é tido por consensual que os alimentos de produção biológica são mais saborosos do que os outros – e isso é um fator importante, não apenas pelo prazer gastronómico mas quanto mais se vai sabendo relativamente às interligações das experiências de paladar e de olfato no desenvolvimento e estruturação da memória.

Os produtos biológicos têm de ser obrigatoriamente certificados, e nesse processo de certificação há mua verificação da qualidade «desde a sementeira à prateleira».

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