A minha amiga regressou ao trabalho e foi despromovida – é permitido fazer isso?



É contra a lei um empregador discriminar qualquer empregado sob o pretexto de distinção de sexos, casamento, gravidez ou licença de parto.
Se isso acontecer pode ser classificado como discriminação directa ou discriminação indirecta.
Um exemplo de discriminação sexual indirecta pode incluir o tratamento menos favorável dos trabalhadores em part-time, o que pode afectar as mulheres em particular uma vez que há cada vez mais mulheres do que homens a trabalhar em part-time.
Todas as empregadas, depois de usufruírem da licença normal de parto (120 dias), têm o direito de voltar para o seu trabalho original, independentemente de há quanto tempo estão a trabalhar para a empresa.
Se uma empregada regressa depois de uma licença paternal adicional, se possível deverá voltar para o mesmo trabalho, ou se não, para uma alternativa conveniente.
Se se julga que uma empregada foi despromovida devido à licença de parto, a primeira medida a tomar deverá ser o pedido de aconselhamento ao departamento de recursos humanos, ao sindicato ou à Segurança Social.

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